FOTO DA SEMANA - CARIRICATURAS
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sábado, 17 de dezembro de 2011
O maior benfeitor de Juazeiro do Norte – por Daniel Walker & Renato Casimiro (*)
O Preço da Incompetência - Será que custa muito proteger o Caminhão dos Correios ?

Eu pergunto:
Vão esperar que assaltem 3 vezes ? O que vão fazer para evitar o problema ? Será que há alguma conivência entre aqueles que deveriam proteger o cidadão e os bandidos ? Será que custa muito à polícia ou à segurança pública do estado colocar 2 soldados armados no caminhão dos correios para protegê-lo ? Quem sabe até dentro do baú, para sair atirando no caso de assaltos ? Uma coisa é certa: Algo precisa ser feito, porque a população paga pesados impostos no Brasil para ter segurança garantida pelo estado. O Estado não está cumprindo a sua parte, mas nós estamos. E estamos entando pelo cano. Não é a primeira vez que um caminhão dos correios é assaltado. Todos os anos, o mesmo problema, que não é a proliferação dos bandidos, é a INCOMPETÊNCIA DO ESTADO em encontrar uma solução, já que eles não fazem NADA mesmo para resolver.

Dihelson Mendonça
Magistral Abidoral.
Ninguém mais do que eu tem acompanhado a trajetória deste compositor Magistral. Desde os Festivais, o Grupo Nessa Hora, até os dias de hoje. Pouparia até de fazer os comentários já previsíveis do: Abidoral é isto, Abidoral é aquilo, mas ressaltaria apenas que dentre tantos que estendem a voz por tantos, Abidoral nunca deixará de ser isto e nem aquilo que seja o que de melhor simboliza nossa musicalidade. Inovador, renovador, autêntico, conciso, inteligente, visionário e atual.
Denominamos de “ícone” a isto e ou aquilo que alguém por excelência atinja e faça-se destacar pela unicidade.
Autoral, plural, fenomenal, magistral, musical, universal e para sempre... O Jamacaru Abidoral.
Não tinha ângulo para mostrar todos os músicos, mas em nome de todos, Parabéns!
Não Abidoral, deixe os aplausos por nossa conta!
Fotos: Pachelly Jamacaru
UM NATAL DE PAZ !!
III Natal Solidário - Emerson Monteiro
Será no dia 25 de dezembro, às 14h, no Estádio Mauro Sampaio Castelo Branco, o Romeirão, em Juazeiro do Norte, a realização da festa dos Anjos Solidários – Cevema relativa ao III Natal Solidário. O exemplo dos dois anos anteriores já oferece à instituição beneficente lugar expressivo junto às populações carentes, que, decerto, comparecerá em apreciável multidão para comemorar o nascimento de Jesus, numa bem sucedida iniciativa.Após esforços desenvolvidos durante todo o ano visando arrecadar recursos destinados a prêmios distribuídos em sorteios sucessivos e demais atrações do grande evento, a data permanecerá na lembrança de todos pelo brilho de que se revestirá, vistos os preparativos desenvolvidos e a organização que caracterizam o grupo filantrópico coordenado pelos empresários Luiziane e Tadeu Alencar, responsáveis por práticas permanentes. Com isto visam, sobretudo, dar testemunho do serviço fraterno aos juazeirenses, unindo a iniciativa privada e o poder público em demonstrações coletivas de solidariedade.
A fórmula de gerar benefícios sociais desenvolvida pelos Anjos Solidários durante todo o ano vem surtindo seus efeitos promissores, ocasionando a aproximação das classes aquinhoadas com os que ainda não usufruem das benesses da justiça comunitária.
À medida que outras lideranças compreendam a importância de práticas semelhantes, haverá mais sensibilidade nas relações entre os extremos sociais, isto alimentando a possibilidade cristã da fraternidade verdadeira.
Deste modo, os Anjos Solidários – Cevema convida todos os cidadãos de Juazeiro do Norte a comparecer ao Estádio Romeirão, na tarde do dia 25 de dezembro do corrente ano, no objetivo de vivenciar a bela festa natalina de 2011, com isto repetindo os bons resultados obtidos nas vezes passadas.
Enquanto almeja aos caririenses votos plenos de Felicidades neste Natal, seguido de um Ano Novo pródigo das melhores realizações, na Luz do Amor e da Bondade ensinadas pelo Divino Mestre Jesus.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Busto de Siqueira Campos voltará à Praça -- por Armando Rafael
Prevaleceu o bom senso. A construtora responsável pela reforma da Praça da Siqueira Campos reinstalará – naquele logradouro – o busto de bronze do comerciante Manoel de Siqueira Campos. A decisão foi tomada depois que várias pessoas, de diversos segmentos sociais da cidade de Crato, externaram seu descontentamento com a retirada desse busto existente há muitos anos naquela área pública.
Napoleão Tavares Neves: um Baobá brasileiro -- por Marcos Aires de Brito (*)
O Baobá se destaca pela sua longevidade e pela sua capacidade de armazenamento de água, que pode ser utilizada pata matar a sede de quem precisa e pelos seus frutos que matam a fome dos sertanejos africanos.
O médico e historiador Napoleão Tavares Neves, de 81 anos de idade, é um gigante da Medicina da família, se distingue pela sua capacidade de armazenamento de conhecimentos em sua memória privilegiada e pela sua bondade e caridade ao seu próximo, o que não são mais características normalmente encontradas atualmente entre os profissionais Médicos.
As seguintes palavras foram proferidas pelo médico e historiador Napoleão Tavares Neves na preleção da sua palestra no III Tríduo de Estudos sobre Padre Cícero, no dia 18 de julho de 2005, em Juazeiro do Norte-Ceará.
“Sou um eterno menino de bagaceira de engenho e de porteira de curral de gado, que se tornou Médico e ama o seu ofício, hoje a 75 anos de vida e 47 de Medicina sertaneja ainda em ação, agradecendo a Deus a grande dádiva de consultar uma clientela pobre que não deixa dinheiro no fundo da minha gaveta, mas me deixa prazer de atender a gente que precisa e carece de um atendimento humano, porque sou ainda daquela quase extinta geração que acha a MEDICINA SE REALIZA NA CARIDADE, PLENIFICANDO-SE NA CARIDADE.
Efetivamente não há terapia melhor do que o fazer o BEM a quem precisa! Medicina, para mim, não é profissão, mas MISSÃO.
A nobreza da Medicina não deveria comportar remuneração! O vil metal compromete a missão, de tal modo que a Medicina deveria ser remunerada apenas pelo Estado! Isto sim, Medicina socializada, inteiramente estatal, mas de boa qualidade. É uma ousada concepção que trago comigo aonde quer que vá, graças a Deus!”
Para confirmar a relação entre o dizer e o fazer deste humanista, historiador e médico, quero compartilhar com vocês a carta que recebi do Napoleão, datada em 27.11.2.11, conforme transcrita a
“Hoje, como que, estou em “Estado de Graças”: fui ao Saco, mandei abrir o Posto de Saúde e sem avisar, compareceram 59 pacientes que foram todos por mim atendidos. Por volta de 14 horas terminei os atendimentos e fui almoçar com as manas. Foi uma beleza! Cheguei leve como uma pluma pela sensação do dever cumprido com a minha gente que eu vi nascer, que ajudei a nascer, que me viu nascer, com os quais brinquei criança na bagaceira do engenho! Houve até lágrimas quando eu lhes disse: estou aqui como se fora uma festa de aniversário, sem cansaço e feliz por vê-los todos.
Teve uma velhinha que saiu dizendo: “já tô melhor só com a conversa dele”. Que coisa gostosa, Marcos: realmente É DANDO QUE SE RECEBE!”
POEMA DE NATAL - Por Edilma Rocha
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
UM PRESENTE DE NATAL - Por Edilma Rocha
Conselhos de um cearense para um 2012 bem pai d’égua.
· Anote os seus querê e pendure num lugar que você enxergue todo dia.· Mesmo que seus objetivos estejam lá prá baixa da égua, vale à pena correr atrás. Não se agonie e nem esmoreça. Peleje.· Se vire num cão chupando manga e mêta o pé na carreira, pois pra gente conseguir o que quer, tem é Zé.· Lembre que pra ficar estribado é preciso trabalhar. Não fique só frescando.
Sai mundiça !!!
DÁ-ME A FESTA MÁGICA - Por Edilma Rocha
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
- Claude Bloc -
VENENO - Por Edilma Rocha
CLAUDE BLOC BORIS - Por Edilma Rocha
Um trem descarrilhado - por Pedro Esmeraldo
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Este Natal - Carlos Drumond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade
— Este Natal anda muito perigoso — concluiu João Brandão, ao ver dois PM travarem pelos braços o robusto Papai Noel, que tentava fugir, e o conduzirem a trancos e barrancos para o Distrito. Se até Papai Noel é considerado fora-da-lei, que não acontecerá com a gente?
Logo lhe explicaram que aquele era um falso velhinho, conspurcador das vestes amáveis. Em vez de dar presentes, tomava-os das lojas onde a multidão se comprime, e os vendedores, afobados com a clientela, não podem prestar atenção a tais manobras. Fora apanhado em flagrante, ao furtar um rádio transistor, e teria de despir a fantasia.
— De qualquer maneira, este Natal é fogo — voltou a ponderar Brandão, pois se os ladrões se disfarçam em Papai Noel, que garantia tem a gente diante de um bispo, de um almirante, de um astronauta? Pode ser de verdade, pode ser de mentira; acabou-se a confiança no próximo.
De resto, é isso mesmo que o jornal recomenda: "Nesta época do Natal, o melhor é desconfiar sempre”.Talvez do próprio Menino Jesus, que, na sua inocência cerâmica, se for de tamanho natural, poderá esconder não sei que mecanismo pérfido, pronto a subtrair tua carteira ou teu anel, na hora em que te curvares sobre o presépio para beijar o divino infante.
O gerente de uma loja de brinquedos queixou-se a João que o movimento está fraco, menos por falta de dinheiro que por medo de punguistas e vigaristas. Alertados pela imprensa, os cautelosos preferem não se arriscar a duas eventualidades: serem furtados ou serem suspeitados como afanadores, pois o vendedor precisa desconfiar do comprador: se ele, por exemplo, já traz um pacote, toda cautela é pouca. Vai ver, o pacote tem fundo falso, e destina-se a recolher objetos ao alcance da mão rápida.
O punguista é a delicadeza em pessoa, adverte-nos a polícia. Assim, temos de desconfiar de todo desconhecido que se mostre cortês; se ele levar a requintes sua gentileza, o melhor é chamar o Cosme e depois verificar, na delegacia, se se trata de embaixador aposentado, da era de Ataulfo de Paiva e D. Laurinda Santos Lobo, ou de reles lalau.
Triste é desconfiar da saborosa moça que deseja experimentar um vestido, experimenta, e sai com ele sem pagar, deixando o antigo, ou nem esse. Acontece — informa um detetive, que nos inocula a suspeita prévia em desfavor de todas as moças agradáveis do Rio de Janeiro. O Natal de pé atrás, que nos ensina o desamor.
E mais. Não aceite o oferecimento do sujeito sentado no ônibus, que pretende guardar sobre os joelhos o seu embrulho.
Quem use botas, seja ou não Papai Noel, olho nele: é esconderijo de objetos surrupiados. Sua carteira, meu caro senhor, deve ser presa a um alfinete de fralda, no bolso mais íntimo do paletó; e se, ainda assim, sentir-se ameaçado pelo vizinho de olhar suspeito, cerre o bolso com fita durex e passe uma tela de arame fino e eletrificado em redor do peito. Enterrar o dinheiro no fundo do quintal não adianta, primeiro porque não há quintal, e, se houvesse, dos terraços dos edifícios em redor, munidos de binóculos, ladrões implacáveis sorririam da pobre astúcia.
Eis os conselhos que nos dão pelo Natal, para que o atravessemos a salvo. Francamente, o melhor seria suprimir o Natal e, com ele, os especialistas em furto natalino. Ou — idéia de João Brandão, o sempre inventivo — comemorá-lo em épocas incertas, sem aviso prévio, no maior silêncio, em grupos pequenos de parentes, amigos e amores, unidos na paz e na confiança de Deus.
(14-12-1966)
Texto extraído do livro "Caminhos de João Brandão", José Olympio Editora
O arroz integral - Emerson Monteiro
Ninguém sabe o valor de um livro bom antes de começar a ler. Assim também acontece em relação aos alimentos. Ninguém sabe a riqueza e o prazer de um alimento sem antes conhecê-lo à mesa. O arroz integral se encaixa bem nesse conceito. Além do seu excepcional valor nutritivo, quando bem mastigado revelará sabor jamais previsto aos que desconhecem a importância das suas qualidades. Na década de 70, em face de sérios problemas na saúde, estudei alimentação oriental, com ênfase na Macrobiótica Zen, dieta japonesa que se espalhara pelo mundo após a Segunda Guerra, trazida do Japão pelos ocidentais.
A Macrobiótica prioriza o arroz integral dentre os alimentos utilizados pelos seres humanos. Dotado de propriedades curativas, semelhante a outros cereais integrais, predomina à mesa dos orientais, sobretudo chineses, japoneses, vietnamitas, impondo formas e usos inclusive na medicina chinesa. Segundo a cultura tradicional desses povos, o arroz integral possui composição suficiente de alimentar o organismo durante meses seguidos, oferecendo base nutricional capaz de curar graves enfermidades, aumentando a imunidade e evitando males degenerativos.
De acordo com as informações dos estudiosos, quem utiliza esse produto diariamente se nutre de maneira mais saudável. Após analises de dados recolhidos entre 25 mil crianças e adultos, nos anos de 1999 a 2004, pesquisadores americanos consignaram que entre os apreciadores desse cereal não havia carência de nutrientes essenciais para o organismo, como ácido fólico, potássio e outras vitaminas do complexo B, segundo o site saúde.abril.com.br.
Além da oferta de bons resultados nutricionais, a utilização do arroz integral mantém o peso corporal enquanto reduzirá gradativamente gorduras abdominais acumuladas, isto sem consequências paralelas.
A diferença de arroz integral em face do arroz branco leva em conta a preservação da membrana externa que envolve seu conteúdo. A película que reveste o grão do arroz integral é rica em hidratos de carbono, óleos, proteínas, vitaminas: A, B1, B2, B6, B12, niacina, ácido nicótico, ácido pantatênico, provitaminas C, E, e minerais em grande quantidade. Quando é retirada a película, a grande maioria destes componentes/nutrientes se perde. (http://pt.petitchef.com).
De tal modo possui o arroz integral riquezas e propriedades que as pessoas devem conhecer mais a seu respeito, visando sobremodo eficiência alimentar e uso aperfeiçoado de conceitos da cultura humana para resultados salutares eficientes.
Há duas, três décadas, só as lojas especializadas ofereciam o produto, quando agora em qualquer supermercado existe para compra.
Dois assuntos para esta 3ª feira -- por Armando Lopes Rafael
Os plebiscitos são previstos na Constituição Federal. A exemplo do plebiscito de 1993 (sobre forma e sistema de governo) o que feito no último domingo, para a redivisão do Pará foi uma farsa. A lógica diz que a consulta deveria ter sido feita somente com a população residente em Tapajós e Carajás, que pleiteava sua emancipação do Pará. Em Santarém, que seria capital de Tapajós, 98,63% votaram pela divisão. Em Marabá, que seria a capital de Carajás, 93,68% foram a favor da criação do novo estado.
Mas o Superior Tribunal Eleitoral modificou as regras e incluiu – na consulta – os eleitores do restante do Pará, que não queriam a divisão. Somente na Região Metropolitana de Belém 94,87% foram contra a divisão do Estado. Ou seja, o plebiscito sobre a divisão do Pará foi uma consulta “caolha”'. A persistir essas manobras nunca mais haverá desmembramento para constituição de novas unidades da federação.
Conclusão óbvia: os votos obtidos pelo “sim” em Tapajós e Carajás revelam a insatisfação grandiosa dos habitantes daquelas duas regiões do Pará contra a desigual subordinação estadual. Resta um consolo: os verdadeiros derrotados são os vitoriosos de hoje que não tiveram sensibilidade de enxergar o futuro; de vislumbrar o progresso que adviria com a criação de mais duas unidades federativas. Um exemplo do que afirmo é o atual Tocantins. Até 1989 o atual estado era um grotão da miséria e do atraso em Goiás. Hoje é um estado pujante com promissor futuro...
2) Um quarto do mandato de Dilma já se foi
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
O Deus de Clarice Lispector
| Clarice Lispector no Vesúvio en 1945 |
BALANÇA
sábado, 10 de dezembro de 2011
UM FINAL DE TARDE NO AÇUDE DO UMARI - CE... Por Claude Bloc
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
É AMANHÃ, SÁBADO - SHOW: Dihelson Mendonça Trio - Dia 10 de Dezembro - SESC - Projeto Música ao Pôr-do-Sol
Show "EQUINÓCIO"

Com:
Dihelson Mendonça - Piano
João Neto - Contrabaixo
Saul Brito - Bateria
Participação Especial - Marcelo Randemarck - Contrabaixo.
Serviço
Data: Dia 10 de Dezembro
Local: Praça da Ladeira da Integração
Patrocínio: SESC CRATO
FÉIRAS NO TERRAÇUS - PRÉ-NATAL
Portanto, essa noite será realmente mágica, como é a magia do encontro, da alegria e da curtição.
Vamos nessa?
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FLOR DA TERRA - Por Edilma Rocha
Saracura-três-potes - Emerson Monteiro

Várias vezes, aos inícios e finais do dia, ouço o canto melancólico dessa ave ecoar nas encostas da serra onde moro neste Cariri. Também conhecida por saracura-do-brejo e sericóia, quase sempre é mais escutada do que vista, segundo as enciclopédias. Tanto é verdade que só avistei um exemplar numa rara ocasião, às margens do riacho que dá origem ao Rio Grangeiro. Ela vive nas áreas alagadas de mato fechado. O acorde do seu bonito canto forneceu-lhe os nomes pelos quais a denominaram.
Bicho arisco e razoável, a saracura ainda consegue fugir da sanha da nossa civilização que gerou dependência dos quadros da mãe natureza às leis dos países, de comum difíceis de execução.
Pois bem, enquanto o saudosismo não paga dívida e os tempos mudaram, agora ninguém mais se conforma deixar de derrubar as mangueiras para comer a safra, e sobreviver virou artigo de luxo, palavra de ordem nos tempos bicudos das aparências. Conservar por conservar pertence aos milionários desocupados, qual mostra o projeto do Código Florestal em andamento no Congresso brasileiro.
Cambaleiam e agonizam os panoramas ecológicos desde antigamente, quando jamais imaginaram os profetas a velocidade estonteante que dominou acontecimentos da Terra. Fico tanto meio contrariado diante das teses românticas que falam de preservação ambiental em conferências intermináveis de salões forrados com a mesma madeira de lei que defendem e ajudam a eliminar. Creio incoerente festejar derrotas, neurose que dói e sacode os impérios práticos na história continuada.
Gerações e gerações cresceram destruindo famílias e famílias naturais, quando querem salvar o que restou em museus e zoológicos fedorentos, de animais entristecidos, capturados nos ambientes originais ora extintos.
Mais cedo do que imaginava, ouço vagar nos corredores da consciência trechos da bela composição de Roberto Carlos: Seus netos vão te perguntar em poucos anos / Pelas baleias que cruzavam oceanos / Que eles viram em velhos livros / Ou nos filmes dos arquivos / Dos programas vespertinos de televisão.
Ah, mas deixe de lado isso de visão bucólica que, nalgumas horas sujeita relembrar sonhos abandonados na casa do sem jeito, nesse mundo de rascunhos perdidos no ar. Dispense, por gentileza, manias arcaicas que caíram em desuso e servem de alimento sintético às pretensiosas crônicas.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Pensamentos para os Dias 7 e 08/12/2011

Pensamento para o Dia 08/12/2011
“Viva sempre em pensamentos sublimes. Quando o ar enche uma bola de futebol, ela assume a forma de uma esfera. Quando se enche um balão, ele toma a forma de um balão oval ou esférico. Igualmente, a mente toma a forma dos objetos com os quais ela está apegada. Se ela se fixa a pequenas coisas, torna-se pequena. Se estiver fixa em coisas nobres e grandiosas, torna-se nobre e grandiosa. A câmera tira uma foto de qualquer coisa para a qual estiver direcionada; assim também é com a mente. Tenha discernimento antes de desenvolver apego. Se seu apego for direcionado para cônjuge e filhos, terras e prédios, contas bancárias e saldos, você irá experimentar sofrimento quando eles declinarem. Desenvolva apego sincero e firme pelo Divino e você crescerá em amor e esplendor. Devoção não é uma questão de contas de rosário e barbas, nem é adoração representada por flores, cânfora ou toque de sinos. Você é julgado pela sua disciplina espiritual, pensamentos e controle dos sentidos.”
Sathya Sai Baba
Pensamento para o Dia 07/12/2011
“Um verdadeiro herói é a pessoa firme que não se abala, de modo algum, pelos altos e baixos causados pelas ondas estrondosas do mar da vida. Tal pessoa nunca perde o equilíbrio; isso torna-se parte de sua natureza! Aquele que mantém sua programação de disciplina espiritual, independente de atrações ou distrações, é uma pessoa sábia, também chamada de Dheera. Dhee significa Buddhi (intelecto) e essa é a verdadeira qualidade do homem. Não é o traje ou o bigode que caracterizam o "herói". A verdadeira natureza humana prospera com a rejeição da dualidade de alegria e tristeza, e todas as suas ações devem ser para conquistar os dois. Sua vitória deve ser sobre inimigos internos, em vez dos externos. Então, o fruto que você conquista é a imortalidade! Coisas do mundo não podem conferir esse estado de bem-aventurança. Quando você verdadeiramente e continuamente supera alegria e tristeza, a bem-aventurança que alcança é absoluta, independente e completa.”
Sathya Sai Baba












