Criadores & Criaturas



"Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
"

(Carlos Drummond de Andrade)

ENVIE SUA FOTO E COLABORE COM O CARIRICATURAS



... Por do Sol em Serra Verde ...
Colaboração:Claude Bloc


FOTO DA SEMANA - CARIRICATURAS

Para participar, envie suas fotos para o e-mail:. e.
.....................
claude_bloc@hotmail.com

sexta-feira, 19 de julho de 2013

A EDUCAÇÃO E O CONTEXTO DA PROFECIA EVIDENTE

A EDUCAÇÃO E O CONTEXTO DA PROFECIA EVIDENTE (pequenos trechos do capítulo 6 da minha tese de doutorado defendida em 1998 na COPPE/UFRJ) A palavra cultura vem sendo interpretada, nos dias de hoje, de diversas maneiras e visões. É comum se usar a expressão “apoio cultural” para indicar o incentivo de um empresário a um determinado evento artístico. O que significa afinal a expressão “cultura”? E qual a sua relação com a educação? Acredito que o significado da expressão “cultura” vai muito além das nossas interpretações comuns e imediatas. Buscar as raizes do significado original é o primeiro passo para a compreensão da sua dimensão no espaço social e espiritual. As palavras “cultura, culto e colonização” derivam do “mesmo verbo latino colo, cujo particípio passado é cultus e o particípio futuro é culturus. Colo significou, na língua de Roma, eu moro, eu ocupo a terra, e, por extensão, eu trabalho, eu cultivo o campo. Um herdeiro antigo de colo é incola, o habitante; outro é inquilinus, aquele que reside em terra alheia. Quanto a agrícola, já pertence a um segundo plano semântico vinculado à idéia de trabalho. A ação expressa neste colo, no chamado sistema verbal do presente, denota alguma coisa de incompleto e transitivo. É o movimento que passa, ou passava, de um agente para um objeto. Colo é a matriz de colonia enquanto espaço que se está ocupando, terra ou povo que se pode trabalhar e sujeitar” (BOSI, 1994, p.11). Assim, de “cultum, supino de colo, deriva outro particípio: o futuro, culturus, o que se vai trabalhar, o que se quer cultivar. O termo na sua forma substantiva, aplicava-se tanto às labutas do solo, a agri-cultura, quanto ao trabalho feito no ser humano desde a infância; e nesta última acepção vertia romanamente o grego paideia. O seu significado mais geral conserva-se até nossos dias. Cultura é o conjunto das práticas, das técnicas, dos símbolos e dos valores que se devem transmitir às novas gerações para garantir a reprodução de um estado de coexistência social. A educação é o momento institucional marcado do processo... Cultura supõe uma consciência grupal operosa que desentranha da vida presente os planos para o futuro” (BOSI, idem, p.16). Nesse sentido, o binômio culto-cultura é um vetor de transformação, ou seja, um sentido de transformação em que o homem se apoia para subsistir. É a semente da cultura absorvida tanto pelo solo quanto pela consciência humana. O “solo” é tanto um espaço objetivo externo quanto um espaço subjetivo interno onde se processa o caminhar material e espiritual da vida humana. A terra-chão é um espaço onde a semente de natureza orgânica é plantada. A consciência é um espaço interno onde a natureza humana colhe as idéias, os valores morais e os princípios éticos plantados. O tempo racional é o sentido entrópico. Quando o homem faz da sua consciência um solo sensível, ele muda o sentido da transformação. E em conseqüência disso, a terra deixa de ser aquilo que o homem vê e trabalha para transformar fora de si, e passa a ser o que ele é e trabalha para transformar sintropicamente dentro de si: além do tempo racional. Nesse contexto, a palavra cultura tem duas naturezas de significados. O primeiro se refere a todo o esforço de criação e transformação na sua relação com o mundo concreto. E o segundo se refere a todo esforço de criação e transformação na sua relação consigo mesmo (mundo abstrato da consciência). Na relação entre essas duas forças externa e interna da cultura, nasce portanto a civilização. Durante muito tempo, “houve uma questão de nomenclatura que separou os pensadores: a essa altura, a maior parte dos autores franceses tendia a confundir “cultura” e “civilização”, enquanto os alemães, vendo uma nítida diferença entre Bildung e Kultur, davam à primeira uma acepção mais intelectual. Na realidade, mesmo em francês, a palavra “cultura” tem um som mais espiritual: dir-se-ia, por exemplo, que a mediocridade das civilizações primitivas não nos deve enganar acerca de seus valores culturais; ou que uma nação pode ocultar, por trás de exterioridades muito civilizadas, uma cultura medíocre. Com o filósofo alemão Hegel, poderíamos aqui distinguir uma dupla marcha do espírito “subjetivo” e a do espírito “objetivo”. Falamos de cultura quando vemos o espírito humano criticar suas atividades, seus métodos, suas aquisições, seu progresso, e tentar melhorá-los para se libertar de seus próprios limites e de tudo que, partindo do interior, obstacula seu desabrochar. Por outro lado, falamos de civilização quando o espírito humano critica suas realizações externas, com o fito de se libertar daquilo que no exterior, se opõe à sua verdadeira condição. Pertencem pois à cultura as concepções, as teorias, os conhecimentos, as reflexões que formam a urdidura das religiões, das ciências, das artes, das técnicas..., à civilização pertencem, de preferência, as projeções concretas ou as realizações destas diversas conquistas da cultura. Assim, as leis eletromecânicas pertencem à cultura, porque elas são uma conquista do espírito sobre a ignorância atávica do mundo material; mas um trem elétrico é um produto da civilização, porque é ele uma vitória “realizada” pelo homem sobre o mundo material. Noutros termos, cada vez que o homem exerce seu esforço sobre si mesmo, fala-se de cultura; quando ele modifica o mundo, fala-se de civilização” (LALOUP & NÉLIS, 1966, pp.20-21). Agora, podemos retornar a discussão inicial entre cultura e educação. Entendo que cultura significa, portanto, o processo pelo qual o homem cria e modifica o seu espaço físico e psicológico na intenção de melhorar as qualidades e modos de viver em conjunto. Ela é em síntese um processo de repetição de um culto conscientemente escolhido ou inconscientemente herdado. E a educação é o processo pelo qual a cultura orienta ou condiciona à construção da civilização. Em outras palavras, a educação é o esforço de sistematização e orientação de um determinado conjunto de conhecimentos, crenças, símbolos, técnicas, hábitos e costumes intrínsecos a uma determinada cultura num espaço de formação fisiológica, psicológica ou ontológica do ser. A educação é assim melhor compreendida como um esforço ou trabalho de transformação ética, estética e técnica da cultura em modelos de civilização. A educação é “ação exercida, isto é, processo, dinamismo, atividade pela qual a geração adulta transmite o seu patrimônio cultural, a sua herança social às gerações imaturas” (TORRE, 1976, p.228). O conceito de educação aqui adotado tem também a seguinte conotação: “Educação é o processo que visa a levar o indivíduo, concomitantemente, a explicitar as suas virtualidades e a encontrar-se com a realidade, para na mesma atuar de maneira consciente, eficiente e responsável, a fim de serem atendidas necessidades e aspirações pessoais e sociais. O presente conceito focaliza, primordialmente, o homem, como centro e objeto fundamental da educação, porque dentro das circunstâncias em que se processa o fenômeno “vida humana”, ele, individualmente ou em grupo, é responsável pelo seu próprio destino. A educação tem de ajudar o indivíduo a se revelar como pessoa. Tem de ajudar o indivíduo a manifestar, de forma atuante, as suas potencialidades, a fim de que possa dizer “para que veio ao mundo”. Mas tudo isso tem de ser feito em consonância com a realidade de suas possibilidades e do mundo exterior. Só assim a educação não será alienada. Não uma educação para as nuvens, mas para a objetividade [e interioridade], a fim de que o esforço humano tenha um sentido de ajuda a si mesmo. Este encontro com a realidade não deve ser os limites fechados do “puro pragmatismo” ou do estrito “cientificismo”, porque seria matar muito do que o ser humano tem dentro de si...O encontro com a realidade tem por obrigação convencer o homem da inelutabilidade do princípio de causa e efeito e que lhe dará meios para torná-lo senhor do seu próprio destino. Tem por obrigação, também, despertá-lo para o estético, a fim de sensibilizá-lo para o belo que possa apreender em toda parte e em todos os fenômenos e que ele mesmo possa criar. Obrigação mais de sacudi-lo para a sua condição social, de convívio com seus semelhantes. Obrigação, além disso, de conscientizá-lo para o transcendental, em que todo o científico, o estético e o social podem alcançar uma dimensão maior” (ANÔNIMO, Caderno de Estudos, p.5). Na relação professor/aluno o professor é o educador e o aluno o educando. O primeiro é o “agri-cultor” e o segundo o solo onde se planta a semente do conhecimento. As relações humanas estão sustentadas por esse princípio cultural. De um lado o “agri-cultor” e do outro aquele que recebe a cultura (o solo). A partir dessa visão podemos agora compreender a importância da cultura e da educação na sociedade humana. A cultura, a educação e a civilização são portanto inerentes à condição evolutiva humana. Prof. Bernardo Melgaço da Silva e-mail: bernardomelga10@hotmail.com

quarta-feira, 17 de julho de 2013

TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS INEXPLICÁVEIS (texto revisado)

TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS INEXPLICÁVEIS (texto revisado) “All you need is love” (Lennon/MaCartney) Namastê para todos os irmãos e irmãs, eu acabei de postar agora um video incrível cujo titulo é I AM...após assistir (sugiro a todos que assistam...está no meu facebook...procurem) esse video senti necessidade de compartilhar com vocês minhas experiências espirituais inexplicáveis sobre a essência do Amor Divino. Confesso que não tenho a pretensão de que todos venham me compreender, mas continuo na minha vontade de semear as minhas descobertas inexplicáveis para que possamos ter e viver um mundo melhor do que esse. Em 1988 fui abençoado por uma experiência mística-espiritual com o Amor Divino e a partir dessa experiência decidi escrever e divulgar de forma científica, filosófica e espiritual e não parei até hoje mesmo doente e angustiado como estou agora. A fé de Deus me dá forças para continuar escrevendo minhas reflexões e divulgando para todos o que existe por detrás dessa palavra tão falada, mas pouco vivenciada pela humanidade: Amor Divino. E como se deu esse fenômeno? Tudo começou quando em desespero roguei para Deus que me revelasse a Verdade Dele sobre a nossa vida humana caótica, violenta, acelerada e neurótica. Isso chorando de joelhos copiosamente olhando para um quadro de Jesus, o rosto dele pintado em branco num pano de veludo preto com a coroa de espinho e o sangue escorrendo na face, numa tarde quando morava num quitinete no bairro do Flamengo na zona sul do Rio de Janeiro. Eu era engenheiro e estava começando o meu mestrado na COPPE/UFRJ. Então, numa tarde quando palestrava na minha universidade para um grupo de professores e alunos senti uma voz interior dizendo: "Você está orgulhoso". Eu respondi logo: "de onde fala e quem tu és?". A voz interior me respondeu: "Eu Sou". E eu perguntei novamente: "Eu sou quem?". A Voz interior continuou dizendo: "Eu Sou". E aí sai da universidade chorando e perguntando para mim mesmo: "Quem sou eu?". E a voz continuou respondendo a mesma frase várias e várias vezes. Passei vários dias me questionando sobre a natureza da voz interior misteriosa. Até que um dia Ela me intuiu a ir para o banheiro do meu quitinete e olhar para o espelho. E diante do espelho a Voz Interior falou: "Você quer fazer a sua transformação acordado ou dormindo". Eu respondi: "quero fazer dormindo". E a Voz interior disse: "Não...você vai ficar acordado...e depois vai fazer um trabalho na universidade". Eu não conseguia fazer outra coisa senão "orar e vigiar a mim mesmo a cada segundo". De forma que, fui intuído a buscar ajuda espiritual com uma amiga minha bem próximo de onde eu morava. E ela me deu uma orientação dizendo: "Bernardo, preste atenção...existe em todos nós, dois níveis de existência-consciência: o eu superior e o eu inferior... descubra você mesmo quem é quem em você mesmo". Eu já tinha lido alguns livros da entidade espiritual conhecida como André Luis psicografados por Chico Xavier. E nesses livros eu detectei e anotei duas frases que me chamaram minha atenção e são elas: "a intuição é a base da espiritualidade" e a outra "o pensamento é energia". Eu colei essas duas frases no papel na minha estante de compensado branco para não esquecê-las. Então, comecei uma jornada de investigação a partir desses três princípios básicos: "existe em nós dois níveis de existência-consciência : a inferior e a superior", "a intuição é base da espiritualidade", "o pensamento é energia". Assim sendo, comecei a prestar a atenção nos meus próprios pensamentos, sentimentos e desejos. Eu parti da hipótese de que a natureza (consciência) inferior era de frequência (vibração) baixa (negativa) e a outra natureza (consciência) superior (positiva) era de frequência (vibração) alta. E com muita força de vontade ferrenha vigiava os meus dois níveis de consciência separando que era inferior e superior dentro de mim mesmo. A minha amiga Ana que me orientou sobre os dois níveis de consciência, um dia me convidou para conhecer um lugar místico-espiritual conhecido como PONTE PARA LIBERDADE (até hoje existe!). E não é um templo espiritual ou centro espiritual, mas no quarto ou na sala de uma casa comum de uma pessoa que se diz CANAL dos mestres espirituais muito evoluídos que intuíam o CANAL para que todos conhecessem a Verdade da espiritualidade superior. A primeira vez que eu fui fiquei perplexo com o que eu presenciei e comecei a sentir quando a mulher (CANAL) falava sobre as hierarquias divinas e o que eles queriam que a gente fizesse para uma nova era de evolução espiritual. A mulher muita nova e bonita emitia uma energia que vibrava em mim tão forte que eu achei que ela estava num transe. E depois na segunda vez eu senti também uma energia muito estranha de calor no meu corpo. De modo que comprei um livro básico da PONTE PARA LIBERDADE: HAJA LUZ. E levei para casa esse e outros livros que comprei lá mesmo. Mas, tarde da noite desembrulhei o pacote e abri o livro HAJA LUZ e comecei a ler e o que aconteceu de extraordinário? Eu não conseguia parar de ler o livro e entrei pela madrugada assim. Em dado momento, senti que era tarde e precisava dormir, mas ao mesmo tempo sentia que estava cheio de energia estranha, mas gostosa e forte, que não me permitia relaxar para dormir. E foi aí que lembrei de perguntar a minha intuição de como fazer para conseguir dormir. A minha voz interior me disse: “vá para uma página no final do livro e leia uma oração”. E assim, fui e fiz (a oração era de um arcanjo..não me lembro mais o nome dele). E me deitei e “apaguei” (dormi) imediatamente. Antes de dormi eu pedi que quando eu acordasse de manhã eu estivesse com a mesma energia misteriosa durante a leitura do livro. E assim aconteceu, quando eu acordei estava com a mesma energia gostosa. Eu fui para o Aterro do Flamengo (perto do meu apartamento) e comecei a andar e a praticar os ensinamentos e a disciplina espiritual da PONTE PARA A LIBERDADE. A disciplina consistia em invocar uma chama violeta (ou chamar o mestre espiritual daquela chama – Saint Germain). Essa escola mística-espiritual ensina que cada ser humano vibra numa determinada cor (as setes cores do arco-íris). Eu descobri mais tarde que a minha cor era Azul do mestre El Morya – um mestre ascensionado da PONTE PARA A LIBERDADE. Os médiuns videntes já viram ele atrás de mim várias vezes! Voltando ao assunto comecei a praticar também a disciplina da chama violeta para transformar as vibrações negativas em positivas. E fiz com tanta perseverança que comecei a entrar num estado de consciência de paz interior e equilíbrio espiritual. Na minha disciplina espiritual utilizei os mantras (repetições sagradas) da PONTE PARA LIBERDADE por exemplo: “Eu sou Deus” ou “Eu sou a poderosa presença divina em ação” ou “A Vontade de Deus é o Bem, A Vontade de Deus é a Paz, A Vontade de Deus é a Felicidade, A Vontade de Deus é a Bondade”. Essas técnicas todas eu alternava, mas não deixava minha mente desocupada pensando e oscilando entre o passado e o futuro. Eu não poderia em hipótese nenhuma perder a fé e a vontade de continuar minha disciplina de purificação espiritual – durante semanas a fio sem parar! E o que aconteceu percebi em dado momento que eu tinha o domínio de dar ordem e ficar em equilibro quando quisesse. Num final de uma tarde a minha intuição me avisou que eu tinha alcançado o poder de pedir qualquer energia positiva para mim. Então, a cada ordem dada eu experimentava a energia pedida, por exemplo se eu pedisse Paz, a Paz interior se manifestava, se eu pedisse a Alegria eu ficava alegre e assim por diante. De forma que, mantive a disciplina e fui percebendo que eu era o único responsável pelo meu destino e minha felicidade interior. A partir dessa constatação meu nível de consciência já não era mais racional, havia alcançado o estado avançado da intuição. E fiquei totalmente absorvido por essa disciplina a tal ponto que fiquei mais de um mês ausente da UFRJ. Agora eu chego no momento mais fantástico da minha experiência mística-espiritual. Era de tarde do mês de agosto e eu estava fazendo minha disciplina espiritual num estado de consciência transcendental – inexplicável , ou seja, uma sensação de leveza interior, paz e serenidade...até que o telefone tocou e eu de imediato atendi. Do outro lado da linha telefônica (naquela época não existia o celular) estava minha amiga Gláucia que era também aluna de mestrado da minha turma. Gláucia me perguntou: “Bernardo, todos nós aqui estamos preocupados com sua ausência, meu amigo me conte o que está acontecendo com você?”. Eu disse: “Você tem tempo para me ouvir?” . E ela respondeu: “tenho, conte!”. Aí comecei a contar a minha história da disciplina espiritual com uma voz doce e serena, com calma absoluta. Em dado momento da história (bonita!) eu mesmo me emocionei e tive vontade de chorar. Tentei segurar as lágrimas, e de repente escuto a minha intuição falar bem alto na minha consciência: “Bernardo, solte a emoção!”. E aí comecei a chorar e soluçar, e falei para minha amiga que eu precisava parar de conversar para me controlar. Nesse instante, senti o fenômeno mais fantástico que um ser humano mortal comum possa vivenciar na face da terra! No centro do meu peito algo girava numa velocidade e frequência altíssima que me deixava num estado emocional inexplicável: era o Amor Divino! E quando fui colocar o telefone na base vertical senti uma energia gostosa muita fina tocar o meu braço direito. Nesse momento, sem entender o que estava acontecendo voltei-me para minha intuição e perguntei: “de onde vem essa energia?” . A intuição me respondeu: “olhe para o centro da sua mão esquerda”. E aí percebi que essa energia maravilhosa vinha do centro da minha mão esquerda. Em seguida a minha intuição me orientou para sentar sobre os meus calcanhares e levantar a mão direita aberta em direção ao céu. E aí descobri que essa energia vinha também do cosmo e entrava pela ponta dos meus dedos da mão direita e percorria um caminho em direção ao centro do meu peito aumentando mais ainda a velocidade e frequência da energia que saía dele. Fiquei extremamente encantado com esse fenômeno, e descobri que a energia estava em diversos pontos do meu apartamento. No dia seguinte, eu ainda estava nesse estado incomum transcendental e fui trabalhar como médium numa instituição espiritualista (IEVE) que ficava em Ipanema (bairro nobre e rico do Rio de Janeiro). Nesse dia, era uma quinta feira aconteceu algo de extraordinário: uma cura milagrosa, que foi anunciada na semana seguinte. O nosso coordenador e dono do centro espiritualista disse: “quero comunicar e parabenizar a todos vocês, porque houve um milagre aqui na quinta-feira passada, eu não sei de qual de vocês foi o responsável por essa cura milagrosa”. Esse texto, não está completo...procurei fazer uma síntese para não cansar os meus leitores...em outra oportunidade conto outros detalhes inexplicáveis que não foram colocados nesse texto. Namastê...obrigado meu Deus! Prof. Bernardo Melgaço da Silva e-mail: bernardomelga10@hotmail.com Nota: Em 1992 e 1998 fiz dois trabalhos científicos: dissertação de mestrado e tese de doutorado respectivamente. E nesses dois trabalhos, que tem uma cópia de cada um na Universidade Federal do Rio de Janeiro (na biblioteca do Cento de Tecnologia –CT), procurei mostrar (“explicar cientificamente”) o Caminho do Amor Divino que fiz em 1988. Desde 2009 para cá tive dois cânceres e uma metástase no pulmão que me custou o corte em duas costelas (durante anos caminhei e estou caminhando com dor!!!!!!!!!!!!!!...nas costelas). Além disso, tive uma pneumonia durante um mês com febre e um calor terrível no peito. Desde 2011 estou com uma prisão de ventre crônica.....quanto sofrimento!!!!...intestino desregulado...o que me sustenta em pé é a minha fé. Sinto, portanto, que minha vida nesse plano não durará muito...mas farei o possível para me superar e escrever um livro e narrar esse fato místico-espiritual inexplicável. A minha intenção com essa história não é ganhar dinheiro ou ficar famoso. Eu não preciso disso, ganho um bom salário de professor universitário aposentado pelo Estado do Ceará. Solicito a todos os irmãos e irmãs que divulguem essa minha mensagem de fé, esperança e Amor Divino para seus amigos, parentes, vizinhos, desconhecidos etc. E nas redes sociais também. Eu sinto que voltarei a Casa do Meu PAI (Deus) muito em breve...mas antes de ir embora desse plano desejo que a humanidade saiba desse Caminho buscado pelos homens há séculos!!!! Não quero levar para o túmulo essa história. E quem desejar uma cópia dos meus trabalhos científicos envie um e-mail (eu tenho eles no formato Word) para mim, pois terei o maior prazer do mundo de compartilhar minhas pesquisas acadêmicas na UFRJ/COPPE. Namastê...obrigado!

domingo, 14 de julho de 2013

O QUE É VALOR? A TEORIA DE VALOR DE KARL MARX E A MAIS-VALIA ESPIRITUAL: MINHAS EXPERIÊNCIAS ACADÊMICAS

O QUE É VALOR? A TEORIA DE VALOR DE KARL MARX E A MAIS-VALIA ESPIRITUAL: MINHAS EXPERIÊNCIAS ACADÊMICAS Em 1994 iniciei a minha pesquisa de doutorado na COPPE/UFRJ. O meu objeto de estudo e tema era o trabalho pessoalmente imprescindível, ou seja, uma outra natureza de trabalho complementar ao trabalho socialmente necessário discutido brilhantemente no livre de Marx O CAPITAL. Confesso que não tenho ideologia mas adorei ler e estudar linha por linha e parágrafo por parágrafo. Em outras, palavras apesar de admirar a genialidade desse grande pensador, eu não me considero Marxista no sentido ideológico. Vejo que a maioria dos meus colegas, Marxistas do Cariri, que conheci não conseguiram compreender a grandeza de suas abstrações fantásticas. Ou seja, não sou marxista mas adoro Marx. Ele tem uma frase que estou incluindo na minha série "AS FRASES E EXPRESSÕES MAIS SIMPLES SÃO AS MAIS SÁBIAS" "A religião é a consciência de si que o homem perdeu e não adquiriu ainda" K. MARX. E outra: "A falta da verdadeira religião é o ópio do povo" K. Marx. Eu assino embaixo! Então, por que tive que ler Marx naquela época? Porque eu queria um capítulo na minha tese sobre o tema VALOR. Entende-se, aqui, valor não apenas no sentido do capital econômico, Mas, a essência da palavra VALOR. E porque escrevo não para ganhar dinheiro e nem para aparecer ser um cara inteligente, mas porque sinto um prazer imenso em refletir e divulgar gratuitamente minhas abstrações intuitivas. Isso desde 1988! Então, meu orientador (eu tive dois) Miguel de Simoni (o orientador oficial era Ubirajara Mattos - uma pessoa inteligentíssima e altamente competente) disse para mim: "Se você quer escrever um capítulo sobre o tema VALOR terá que se matricular numa universidade que tenha a disciplina Teoria de Valor em Marx em qualquer universidade do Rio de Janeiro". Assim, Miguel me ajudou a pesquisar e descobrir em qual universidade existia essa disciplina. Então, levamos algum tempo para descobrir que a Universidade Federal Fluminense (UFF) tinha essa disciplina. Eu fui lá me matriculei na disciplina. No primeiro dia de aula o professor (doutor em Teoria de Valor em Marx formado na Alemanha que leu e estudou Marx na língua alemã!) pediu que formássemos um círculo para ele arguir a gente (éramos uns dez alunos de diversas universidades). E ele perguntou para cada um o seguinte: "Qual foi o motivo ou interesse que levou cada um de vocês se matricularem na minha disciplina?". E cada um dos alunos doutorandos foi respondendo o seu motivo. Até que chegou a minha vez e eu disse: "Eu quero aprender a Teoria de Valor em Marx porque quero discutir o tema VALOR numa dimensão transcendental, ou seja, quero discutir a mais-valia espiritual". O professor ficou um desconcertado e disse:" Eu não entendi...por favor me explique a sua ideia central?". Então fiz uma explanação de uns dez ou quinze minutos. E o professor disse novamente: "Continuo não entendendo aonde você quer chegar, mas em outra oportunidade você me explicará com mais detalhes...ok?". Eu disse: "tudo bem, aguardo essa oportunidade". Então, como não acredito em casualidade, na semana seguinte cheguei, bem cedo, antes dos outros. E o professor também chegou cedo. E ele disse para mim em pé perto do quadro-negro: "pode usar o quadro-negro e me explique, pois estamos sozinhos e temos muito tempo para dialogar". Eu peguei um giz e comecei a desenhar e escrever a minha ideia central sobre VALOR. E fiz um discurso longo tentando mostrar para ele a minha ideia central sobre a mais-valia espiritual. Ele virou-se para mim e disse: "confesso que não alcancei e não compreendi nada do que você disse, peço o favor para não levar essa discussão para dentro de sala de aula...você escreve um artigo e me entregue no curso, mas desde já digo que lhe dou a nota máxima (que era "A")". E os meses foram se passando e eu assistindo as explanações abstratas dele sem entender NADA. No final do curso entreguei um artigo de 40 páginas sobre o tema VALOR. E ele me deu a nota máxima. Aqueles que quiserem ler meu artigo que depois virou um capitulo de tese de doutorado sobre VALOR, por favor envie um e-mail para mim que eu envio uma cópia no formato Word: bernardomelgaco@gmail.com.... Passado um tempo eu entreguei esse mesmo artigo, na COPPE/UFRJ, para um professor doutor em filosofia na Alemanha, Economista pela UFRJ e Teólogo pela PUC-RJ, e esse professor leu e me deu nota "A" na disciplina de doutorado que eu fazia com ele. Em outra ocasião, colocarei algumas páginas dessa minha ideia da mais-valia espiritual. Namastê para todos os meus irmãos e irmãs espirituais... Prof. Bernardo Melgaço da Silva

O QUE É VALOR? A TEORIA DE VALOR DE KARL MARX E A MAIS-VALIA ESPIRITUAL: MINHAS EXPERIÊNCIAS ACADÊMICAS

O QUE É VALOR? A TEORIA DE VALOR DE KARL MARX E A MAIS-VALIA ESPIRITUAL: MINHAS EXPERIÊNCIAS ACADÊMICAS Em 1994 iniciei a minha pesquisa de doutorado na COPPE/UFRJ. O meu objeto de estudo e tema era o trabalho pessoalmente imprescindível, ou seja, uma outra natureza de trabalho complementar ao trabalho socialmente necessário discutido brilhantemente no livre de Marx O CAPITAL. Confesso que não tenho ideologia mas adorei ler e estudar linha por linha e parágrafo por parágrafo. Em outras, palavras apesar de admirar a genialidade desse grande pensador, eu não me considero Marxista no sentido ideológico. Vejo que a maioria dos meus colegas, Marxistas do Cariri, que conheci não conseguiram compreender a grandeza de suas abstrações fantásticas. Ou seja, não sou marxista mas adoro Marx. Ele tem uma frase que estou incluindo na minha série "AS FRASES E EXPRESSÕES MAIS SIMPLES SÃO AS MAIS SÁBIAS" "A religião é a consciência de si que o homem perdeu e não adquiriu ainda" K. MARX. E outra: "A falta da verdadeira religião é o ópio do povo" K. Marx. Eu assino embaixo! Então, por que tive que ler Marx naquela época? Porque eu queria um capítulo na minha tese sobre o tema VALOR. Entende-se, aqui, valor não apenas no sentido do capital econômico, Mas, a essência da palavra VALOR. E porque escrevo não para ganhar dinheiro e nem para aparecer ser um cara inteligente, mas porque sinto um prazer imenso em refletir e divulgar gratuitamente minhas abstrações intuitivas. Isso desde 1988! Então, meu orientador (eu tive dois) Miguel de Simoni (o orientador oficial era Ubirajara Mattos - uma pessoa inteligentíssima e altamente competente) disse para mim: "Se você quer escrever um capítulo sobre o tema VALOR terá que se matricular numa universidade que tenha a disciplina Teoria de Valor em Marx em qualquer universidade do Rio de Janeiro". Assim, Miguel me ajudou a pesquisar e descobrir em qual universidade existia essa disciplina. Então, levamos algum tempo para descobrir que a Universidade Federal Fluminense (UFF) tinha essa disciplina. Eu fui lá me matriculei na disciplina. No primeiro dia de aula o professor (doutor em Teoria de Valor em Marx formado na Alemanha que leu e estudou Marx na língua alemã!) pediu que formássemos um círculo para ele arguir a gente (éramos uns dez alunos de diversas universidades). E ele perguntou para cada um o seguinte: "Qual foi o motivo ou interesse que levou cada um de vocês se matricularem na minha disciplina?". E cada um dos alunos doutorandos foi respondendo o seu motivo. Até que chegou a minha vez e eu disse: "Eu quero aprender a Teoria de Valor em Marx porque quero discutir o tema VALOR numa dimensão transcendental, ou seja, quero discutir a mais-valia espiritual". O professor ficou um desconcertado e disse:" Eu não entendi...por favor me explique a sua ideia central?". Então fiz uma explanação de uns dez ou quinze minutos. E o professor disse novamente: "Continuo não entendendo aonde você quer chegar, mas em outra oportunidade você me explicará com mais detalhes...ok?". Eu disse: "tudo bem, aguardo essa oportunidade". Então, como não acredito em casualidade, na semana seguinte cheguei, bem cedo, antes dos outros. E o professor também chegou cedo. E ele disse para mim em pé perto do quadro-negro: "pode usar o quadro-negro e me explique, pois estamos sozinhos e temos muito tempo para dialogar". Eu peguei um giz e comecei a desenhar e escrever a minha ideia central sobre VALOR. E fiz um discurso longo tentando mostrar para ele a minha ideia central sobre a mais-valia espiritual. Ele virou-se para mim e disse: "confesso que não alcancei e não compreendi nada do que você disse, peço o favor para não levar essa discussão para dentro de sala de aula...você escreve um artigo e me entregue no curso, mas desde já digo que lhe dou a nota máxima (que era "A")". E os meses foram se passando e eu assistindo as explanações abstratas dele sem entender NADA. No final do curso entreguei um artigo de 40 páginas sobre o tema VALOR. E ele me deu a nota máxima. Aqueles que quiserem ler meu artigo que depois virou um capitulo de tese de doutorado sobre VALOR, por favor envie um e-mail para mim que eu envio uma cópia no formato Word: bernardomelgaco@gmail.com.... Passado um tempo eu entreguei esse mesmo artigo, na COPPE/UFRJ, para um professor doutor em filosofia na Alemanha, Economista pela UFRJ e Teólogo pela PUC-RJ, e esse professor leu e me deu nota "A" na disciplina de doutorado que eu fazia com ele. Em outra ocasião, colocarei algumas páginas dessa minha ideia da mais-valia espiritual. Namastê para todos os meus irmãos e irmãs espirituais... Prof. Bernardo Melgaço da Silva

MINHAS EXPERIÊNCIAS ACADÊMICAS: O QUE É VALOR? A TEORIA DE VALOR DE KARL MARX E A MAIS-VALIA ESPIRITUAL

MINHAS EXPERIÊNCIAS ACADÊMICAS: O QUE É VALOR? A TEORIA DE VALOR DE KARL MARX E A MAIS-VALIA ESPIRITUAL Em 1994 iniciei a minha pesquisa de doutorado na COPPE/UFRJ. O meu objeto de estudo e tema era o trabalho pessoalmente imprescindível, ou seja, uma outra natureza de trabalho complementar ao trabalho socialmente necessário discutido brilhantemente no livre de Marx O CAPITAL. Confesso que não tenho ideologia mas adorei ler e estudar linha por linha e parágrafo por parágrafo. Em outras, palavras apesar de admirar a genialidade desse grande pensador, eu não me considero Marxista no sentido ideológico. Vejo que a maioria dos meus colegas, Marxistas do Cariri, que conheci não conseguiram compreender a grandeza de suas abstrações fantásticas. Ou seja, não sou marxista mas adoro Marx. Ele tem uma frase que estou incluindo na minha série "AS FRASES E EXPRESSÕES MAIS SIMPLES SÃO AS MAIS SÁBIAS" "A religião é a consciência de si que o homem perdeu e não adquiriu ainda" K. MARX. E outra: "A falta da verdadeira religião é o ópio do povo" K. Marx. Eu assino embaixo! Então, por que tive que ler Marx naquela época? Porque eu queria um capítulo na minha tese sobre o tema VALOR. Entende-se, aqui, valor não apenas no sentido do capital econômico, Mas, a essência da palavra VALOR. E porque escrevo não para ganhar dinheiro e nem para aparecer ser um cara inteligente, mas porque sinto um prazer imenso em refletir e divulgar gratuitamente minhas abstrações intuitivas. Isso desde 1988! Então, meu orientador (eu tive dois) Miguel de Simoni (o orientador oficial era Ubirajara Mattos - uma pessoa inteligentíssima e altamente competente) disse para mim: "Se você quer escrever um capítulo sobre o tema VALOR terá que se matricular numa universidade que tenha a disciplina Teoria de Valor em Marx em qualquer universidade do Rio de Janeiro". Assim, Miguel me ajudou a pesquisar e descobrir em qual universidade existia essa disciplina. Então, levamos algum tempo para descobrir que a Universidade Federal Fluminense (UFF) tinha essa disciplina. Eu fui lá me matriculei na disciplina. No primeiro dia de aula o professor (doutor em Teoria de Valor em Marx formado na Alemanha que leu e estudou Marx na língua alemã!) pediu que formássemos um círculo para ele arguir a gente (éramos uns dez alunos de diversas universidades). E ele perguntou para cada um o seguinte: "Qual foi o motivo ou interesse que levou cada um de vocês se matricularem na minha disciplina?". E cada um dos alunos doutorandos foi respondendo o seu motivo. Até que chegou a minha vez e eu disse: "Eu quero aprender a Teoria de Valor em Marx porque quero discutir o tema VALOR numa dimensão transcendental, ou seja, quero discutir a mais-valia espiritual". O professor ficou um desconcertado e disse:" Eu não entendi...por favor me explique a sua ideia central?". Então fiz uma explanação de uns dez ou quinze minutos. E o professor disse novamente: "Continuo não entendendo aonde você quer chegar, mas em outra oportunidade você me explicará com mais detalhes...ok?". Eu disse: "tudo bem, aguardo essa oportunidade". Então, como não acredito em casualidade, na semana seguinte cheguei, bem cedo, antes dos outros. E o professor também chegou cedo. E ele disse para mim em pé perto do quadro-negro: "pode usar o quadro-negro e me explique, pois estamos sozinhos e temos muito tempo para dialogar". Eu peguei um giz e comecei a desenhar e escrever a minha ideia central sobre VALOR. E fiz um discurso longo tentando mostrar para ele a minha ideia central sobre a mais-valia espiritual. Ele virou-se para mim e disse: "confesso que não alcancei e não compreendi nada do que você disse, peço o favor para não levar essa discussão para dentro de sala de aula...você escreve um artigo e me entregue no curso, mas desde já digo que lhe dou a nota máxima (que era "A")". E os meses foram se passando e eu assistindo as explanações abstratas dele sem entender NADA. No final do curso entreguei um artigo de 40 páginas sobre o tema VALOR. E ele me deu a nota máxima. Aqueles que quiserem ler meu artigo que depois virou um capitulo de tese de doutorado sobre VALOR, por favor envie um e-mail para mim que eu envio uma cópia no formato Word: bernardomelgaco@gmail.com.... Passado um tempo eu entreguei esse mesmo artigo, na COPPE/UFRJ, para um professor doutor em filosofia na Alemanha, Economista pela UFRJ e Teólogo pela PUC-RJ, e esse professor leu e me deu nota "A" na disciplina de doutorado que eu fazia com ele. Em outra ocasião, colocarei algumas páginas dessa minha ideia da mais-valia espiritual. Namastê para todos os meus irmãos e irmãs espirituais... Prof. Bernardo Melgaço da Silva
TUDO QUE NECESSITAMOS É AMOR: MINHAS EXPERIÊNCIAS ESPIRITUAIS INEXPLICÁVEIS “All you need is love” (Lennon/MaCartney) Namastê para todos os irmãos e irmãs, eu acabei de postar agora um video incrível cujo titulo é I AM...após assistir (sugiro a todos que assistam...está no meu facebook...procurem) esse video senti necessidade de compartilhar com vocês minhas experiências espirituais inexplicáveis sobre a essência do Amor Divino. Confesso que não tenho a pretensão de que todos venham me compreender, mas continuo na minha vontade de semear as minhas descobertas inexplicáveis para que possamos ter e viver um mundo melhor do que esse. Em 1988 fui abençoado por uma experiência mística-espiritual com o Amor Divino e a partir dessa experiência decidi escrever e divulgar de forma científica, filosófica e espiritual e não parei até hoje mesmo doente e angustiado como estou agora. A fé de Deus me dá forças para continuar escrevendo minhas reflexões e divulgando para todos o que existe por detrás dessa palavra tão falada, mas pouco vivenciada pela humanidade: Amor Divino. E como se deu esse fenômeno? Tudo começou quando em desespero roguei para Deus que me revelasse a Verdade Dele sobre a nossa vida humana caótica, violenta, acelerada e neurótica. Isso chorando de joelhos copiosamente olhando para um quadro de Jesus, o rosto dele pintado em branco num pano de veludo preto com a coroa de espinho e o sangue escorrendo na face, numa tarde quando morava num quitinete no bairro do Flamengo na zona sul do Rio de Janeiro. Eu era engenheiro e estava começando o meu mestrado na COPPE/UFRJ. Então, numa tarde quando palestrava na minha universidade para um grupo de professores e alunos senti uma voz interior dizendo: "Você está orgulhoso". Eu respondi logo: "de onde fala e quem tu és?". A voz interior me respondeu: "Eu Sou". E eu perguntei novamente: "Eu sou quem?". A Voz interior continuou dizendo: "Eu Sou". E aí sai da universidade chorando e perguntando para mim mesmo: "Quem sou eu?". E a voz continuou respondendo a mesma frase várias e várias vezes. Passei vários dias me questionando sobre a natureza da voz interior misteriosa. Até que um dia Ela me intuiu a ir para o banheiro do meu quitinete e olhar para o espelho. E diante do espelho a Voz Interior falou: "Você quer fazer a sua transformação acordado ou dormindo". Eu respondi: "quero fazer dormindo". E a Voz interior disse: "Não...você vai ficar acordado...e depois vai fazer um trabalho na universidade". Eu não conseguia fazer outra coisa senão "orar e vigiar a mim mesmo a cada segundo". De forma que, fui intuído a buscar ajuda espiritual com uma amiga minha bem próximo de onde eu morava. E ela me deu uma orientação dizendo: "Bernardo, preste atenção...existe em todos nós, dois níveis de existência-consciência: o eu superior e o eu inferior... descubra você mesmo quem é quem em você mesmo". Eu já tinha lido alguns livros da entidade espiritual conhecida como André Luis psicografados por Chico Xavier. E nesses livros eu detectei e anotei duas frases que me chamaram minha atenção e são elas: "a intuição é a base da espiritualidade" e a outra "o pensamento é energia". Eu colei essas duas frases no papel na minha estante de compensado branco para não esquecê-las. Então, comecei uma jornada de investigação a partir desses três princípios básicos: "existe em nós dois níveis de existência-consciência : a inferior e a superior", "a intuição é base da espiritualidade", "o pensamento é energia". Assim sendo, comecei a prestar a atenção nos meus próprios pensamentos, sentimentos e desejos. Eu parti da hipótese de que a natureza (consciência) inferior era de frequência (vibração) baixa (negativa) e a outra natureza (consciência) superior (positiva) era de frequência (vibração) alta. E com muita força de vontade ferrenha vigiava os meus dois níveis de consciência separando que era inferior e superior dentro de mim mesmo. A minha amiga Ana que me orientou sobre os dois níveis de consciência, um dia me convidou para conhecer um lugar místico-espiritual conhecido como PONTE PARA LIBERDADE (até hoje existe!). E não é um templo espiritual ou centro espiritual, mas no quarto ou na sala de uma casa comum de uma pessoa que se diz CANAL dos mestres espirituais muito evoluídos que intuíam o CANAL para que todos conhecessem a Verdade da espiritualidade superior. A primeira vez que eu fui fiquei perplexo com o que eu presenciei e comecei a sentir quando a mulher (CANAL) falava sobre as hierarquias divinas e o que eles queriam que a gente fizesse para uma nova era de evolução espiritual. A mulher muita nova e bonita emitia uma energia que vibrava em mim tão forte que eu achei que ela estava num transe. E depois na segunda vez eu senti também uma energia muito estranha de calor no meu corpo. De modo que comprei um livro básico da PONTE PARA LIBERDADE: HAJA LUZ. E levei para casa esse e outros livros que comprei lá mesmo. Mas, tarde da noite desembrulhei o pacote e abri o livro HAJA LUZ e comecei a ler e o que aconteceu de extraordinário? Eu não conseguia parar de ler o livro e entrei pela madrugada assim. Em dado momento, senti que era tarde e precisava dormir, mas ao mesmo tempo sentia que estava cheio de energia estranha, mas gostosa e forte, que não me permitia relaxar para dormir. E foi aí que lembrei de perguntar a minha intuição de como fazer para conseguir dormir. A minha voz interior me disse: “vá para uma página no final do livro e leia uma oração”. E assim, fui e fiz (a oração era de um arcanjo..não me lembro mais o nome dele). E me deitei e “apaguei” (dormi) imediatamente. Antes de dormi eu pedi que quando eu acordasse de manhã eu estivesse com a mesma energia misteriosa durante a leitura do livro. E assim aconteceu, quando eu acordei estava com a mesma energia gostosa. Eu fui para o Aterro do Flamengo (perto do meu apartamento) e comecei a andar e a praticar os ensinamentos e a disciplina espiritual da PONTE PARA A LIBERDADE. A disciplina consistia em invocar uma chama violeta (ou chamar o mestre espiritual daquela chama – Saint Germain). Essa escola mística-espiritual ensina que cada ser humano vibra numa determinada cor (as setes cores do arco-íris). Eu descobri mais tarde que a minha cor era Azul do mestre El Morya – um mestre ascensionado da PONTE PARA A LIBERDADE. Os médiuns videntes já viram ele atrás de mim várias vezes! Voltando ao assunto comecei a praticar também a disciplina da chama violeta para transformar as vibrações negativas em positivas. E fiz com tanta perseverança que comecei a entrar num estado de consciência de paz interior e equilíbrio espiritual. Na minha disciplina espiritual utilizei os mantras (repetições sagradas) da PONTE PARA LIBERDADE por exemplo: “Eu sou Deus” ou “Eu sou a poderosa presença divina em ação” ou “A Vontade de Deus é o Bem, A Vontade de Deus é a Paz, A Vontade de Deus é a Felicidade, A Vontade de Deus é a Bondade”. Essas técnicas todas eu alternava, mas não deixava minha mente desocupada pensando e oscilando entre o passado e o futuro. Eu não poderia em hipótese nenhuma perder a fé e a vontade de continuar minha disciplina de purificação espiritual – durante semanas a fio sem parar! E o que aconteceu percebi em dado momento que eu tinha o domínio de dar ordem e ficar em equilibro quando quisesse. Num final de uma tarde a minha intuição me avisou que eu tinha alcançado o poder de pedir qualquer energia positiva para mim. Então, a cada ordem dada eu experimentava a energia pedida, por exemplo se eu pedisse Paz, a Paz interior se manifestava, se eu pedisse a Alegria eu ficava alegre e assim por diante. De forma que, mantive a disciplina e fui percebendo que eu era o único responsável pelo meu destino e minha felicidade interior. A partir dessa constatação meu nível de consciência já não era mais racional, havia alcançado o estado avançado da intuição. E fiquei totalmente absorvido por essa disciplina a tal ponto que fiquei mais de um mês ausente da UFRJ. Agora eu chego no momento mais fantástico da minha experiência mística-espiritual. Era de tarde do mês de agosto e eu estava fazendo minha disciplina espiritual num estado de consciência transcendental – inexplicável , ou seja, uma sensação de leveza interior, paz e serenidade...até que o telefone tocou e eu de imediato atendi. Do outro lado da linha telefônica (naquela época não existia o celular) estava minha amiga Gláucia que era também aluna de mestrado da minha turma. Gláucia me perguntou: “Bernardo, todos nós aqui estamos preocupados com sua ausência, meu amigo me conte o que está acontecendo com você?”. Eu disse: “Você tem tempo para me ouvir?” . E ela respondeu: “tenho, conte!”. Aí comecei a contar a minha história da disciplina espiritual com uma voz doce e serena, com calma absoluta. Em dado momento da história (bonita!) eu mesmo me emocionei e tive vontade de chorar. Tentei segurar as lágrimas, e de repente escuto a minha intuição falar bem alto na minha consciência: “Bernardo, solte a emoção!”. E aí comecei a chorar e soluçar, e falei para minha amiga que eu precisava parar de conversar para me controlar. Nesse instante, senti o fenômeno mais fantástico que um ser humano mortal comum possa vivenciar na face da terra! No centro do meu peito algo girava numa velocidade e frequência altíssima que me deixava num estado emocional inexplicável: era o Amor Divino! E quando fui colocar o telefone na base vertical senti uma energia gostosa muita fina tocar o meu braço direito. Nesse momento, sem entender o que estava acontecendo voltei-me para minha intuição e perguntei: “de onde vem essa energia?” . A intuição me respondeu: “olhe para o centro da sua mão esquerda”. E aí percebi que essa energia maravilhosa vinha do centro da minha mão esquerda. Em seguida a minha intuição me orientou para sentar sobre os meus calcanhares e levantar a mão direita aberta em direção ao céu. E aí descobri que essa energia vinha também do cosmo e entrava pela ponta dos meus dedos da mão direita e percorria um caminho em direção ao centro do meu peito aumentando mais ainda a velocidade e frequência da energia que saía dele. Fiquei extremamente encantado com esse fenômeno, e descobri que a energia estava em diversos pontos do meu apartamento. No dia seguinte, eu ainda estava nesse estado incomum transcendental e fui trabalhar como médium numa instituição espiritualista (IEVE) que ficava em Ipanema (bairro nobre e rico do Rio de Janeiro). Nesse dia, era uma quinta feira aconteceu algo de extraordinário: uma cura milagrosa, que foi anunciada na semana seguinte. O nosso coordenador e dono do centro espiritualista disse: “quero comunicar e parabenizar a todos vocês, porque houve um milagre aqui na quinta-feira passada, eu não sei de qual de vocês foi o responsável por essa cura milagrosa”. Esse texto, não está completo...procurei fazer uma síntese para não cansar os meus leitores...em outra oportunidade conto outros detalhes inexplicáveis que não foram colocados nesse texto. Namastê...obrigado meu Deus! Prof. Bernardo Melgaço da Silva

sexta-feira, 3 de maio de 2013

OS CAETANOS - Eu vou, por que não?

https://www.facebook.com/events/155021341336470/155036004668337/?ref=notif&notif_t=plan_mall_activity

Na próxima semana a banda OS CAETANOS aportam pela primeira vez no nosso Cariri. Eles vem trazendo um repertório todo montado em cima da obra do grande Caetano Veloso, só que tocado, interpretado e representado às sua maneiras. O pernambucano Cláudio Brasil, lider e cantor da banda, encarna o bahiano de forma inusitada e carregado de performances tropicalistas. É realmente um evento que não se pode perder. Um trabalho que vem dando grande destaque aos Caetanos, pela maneira diferenciada, ousada e recheada de jeitos, trejeitos à la Caetano Veloso. 
O local desse evento não poderia deixar de ser o Crato Tênis Clube, um espaço que tem todo o glamour da tropicália, dos tempo em que a banda Ases do Ritmo balançava os nossos corações tocando sucessos de Caetano, Gil, Mutantes e outros ícones desse movimento que marcou uma geração no Brasil. O antigo salão do clube do Pimenta será o palco desta apresentação que será um marco na história cultural e musical no Cariri. Os Caetanos vem pra fazer a festa e, assim como eles, nós vamos fazer acontecer um dos eventos mais bacanas do Cariri. Porque nós nascemos para ser superbacanas. Venha com a sua alegria, o seu amor, a sua paz e sigamos juntos, afinal, eu vou, por que não?

terça-feira, 23 de abril de 2013

A humildade - Por Magali de Figueiredo Esmeraldo


Não é fácil o ser humano praticar a humildade. De acordo com o Dicionário de Aurélio, a palavra "humildade" é uma virtude que nos dá o sentimento da nossa fraqueza. O mundo é composto por seres imperfeitos  que colocam a soberba em primeiro plano. Com raras exceções, observamos que a maioria das pessoas se acham superiores às outras. Agem como se fossem desprovidas de humildade. E as mais humilhadas são as mais pobres, as que têm uma profissão mais simples e as que são vítimas de preconceitos. Os filhos de Deus excluídos da sociedade são o que mais sofrem  em conseqüência da maldade humana, da ambição e da arrogância.  É um comportamento deplorável  agir com superioridade para  com os outros.

Sabemos que todas as nossas qualidades: inteligência, capacidade, e talentos são dons de Deus.  E o que faz o ser humano humilde? É não deixar a arrogância e a vaidade tomar conta da nossa pessoa, achando que toda a competência foi conseguida por nós mesmos. Em vez disso, para praticar a humildade é necessário agir com gratidão para com Deus, pois tudo veio Dele. Além do mais o homem tem que ter consciência do que é, dos seus limites e da suas imperfeições.

Quando lemos a Bíblia, reconhecemos que o maior exemplo de humildade para nós, é Jesus Cristo. Quanto mais nos aprofundamos no evangelho, notamos o quanto ele testemunhou, que sua força procede sempre da sua dependência ao Pai. Vejamos o que diz Jesus no evangelho: "Eu não posso fazer nada por mim mesmo. Eu julgo conforme o que escuto, e o meu julgamento é justo, porque não procuro  fazer a minha vontade, e sim a vontade daquele que me enviou". (Jo 5,30 ). São muitas as citações bíblicas que nos dão a dimensão da prática da humildade de Jesus. E de como ele queria que seus seguidores também praticassem a humildade. Os discípulos se aproximaram de Jesus e perguntaram: "Quem é o maior no Reino do Céu?" Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles e disse: "Eu lhes garanto: se vocês não se converterem e não se tornarem como crianças, vocês nunca entrarão no Reino do Céu. Quem se abaixa e se torna como essa criança, esse é o maior no Reino do Céu". ( Mt 18, 4 ). No tempo de Jesus tanto uma criança de menos de doze anos, como um empregado eram desconsiderados socialmente. Portanto a palavra que é usada para criança, pode também significar empregado. É uma palavra que simboliza os pobres, os fracos,  os que são injustiçados pela sociedade. O que Jesus quer dizer é que se nos tornarmos como uma criança, abandonaremos as ambições e serviremos ao nossos irmãos sem nenhum interesse e com muita humildade. "Quem se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado". (Mt 23, 12 ). Entendemos que na nova  comunidade de Jesus, todos devem servir como irmãos, amando-se mutuamente e reunidos em torno de Deus que é Pai, e de Jesus que veio para servir. Ele critica a classe dominante que  transformando o saber em poder, oprime o povo.

Um fato que muito me sensibilizou e que causou a admiração de muita gente, foi o gesto de humildade do Papa Francisco. No dia da sua aclamação, quando apareceu na janela do Vaticano, antes de abençoar as pessoas, ele abaixou a cabeça e, pediu que todos rezassem por ele. Gesto bonito de quem  reconhece suas limitações e sabe que precisa daquelas preces para que Deus derrame todos os dons de que ele precisará para orientar o seu rebanho. Podemos reconhecer que, ele procurou seguir o exemplo de Jesus. 

O que Jesus quer é que pratiquemos a humildade, pois só assim poderemos servir aos nossos irmãos. Em Colossenses, o Apóstolo Paulo nos faz  refletir e nos impulsiona para os bons sentimentos, como é a vontade de Deus. Ele diz: "Como escolhidos de Deus, santos e amados vistam-se de sentimentos de compaixão, bondade, humildade, mansidão, paciência. Suportem-se uns aos outros e se perdoem mutuamente, sempre que tiverem queixa contra alguém".( Cl 3, 12 ). Já nas cartas de Tiago poderemos refletir o seguinte versículo: "Quem é sábio e inteligente entre vocês? Pois então, mostre com boa conduta que suas ações são de uma sabedoria humilde".( Tg 3, 13 ). Essa pequena citação nos mostra que as pessoas não devem se apresentar como se soubessem de tudo. O verdadeiro sábio é aquele que nunca para de aprender. A vida nos ensina que quem pratica a humildade é um verdadeiro aprendiz. Não é o que se aprende em livro que torna a pessoa sábia, mas a disposição de buscar a verdade nos outros.

Por Magali de Figueiredo Esmeraldo

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Cariri Cangaço chega em Alagoas e Sergipe



Luiz Carlos Salatiel, secretário de cultura de Piranhas
 
Depois de Lavras da Mangabeira em Maio, Sousa e Nazarezinho em Junho, agora temos a confirmação da terceira e última grande avant premier do Cariri Cangaço neste 2013. Novamente rompendo as barreiras do Ceará, antes de mesmo de setembro chegar, teremos a Semana do Cangaço; 75 anos da morte de Lampião - Mistérios e Mentiras de Angico, no Cariri Cangaço: Piranhas e Canindé do São Francisco.

A programação completa está sendo construida por uma equipe dos dois municípios, tendo a frente o Conselheiro Cariri Cangaço, Jairo Oliveira e o secretario de Cultura de Piranhas, Luiz Carlos Salatiel, que constará de Conferências, Palestras, Debates, Colóquios, Lançamento de Livros, Vídeos Documentários e muita festa com Xaxado e Forró Pé de Serra.

Para Jairo Oliveira, é uma "grande satisfação promover esta grande integração de nosso nordeste, o Cariri Cangaço, um evento de sucesso que nasceu no Ceará, chega a Alagoas e Sergipe com esta força de uma grande construção coletiva e com certeza será um grande evento". Para o Curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo "voltar ao baixo São Francisco, estar em Piranhas, Poço Redondo e Canindé do São Francisco, onde temos tantos amigos e em dos principais cenários da história de nosso cangaço, ainda por cima promovendo um Cariri Cangaço dentro desta Semana Tradicional, é uma grande alegria, sem tamanho. Só temos que agradecer a todos os parceiros, aos Secretários Salatiel, Francisco Edson, Hélcio, aos senhores Prefeitos dos municípios de Piranhas e Canindé e principalmente a esse grande amigo, profissional dos mais talentosos e para nosso urgulho, Conselheiro do Cariri Cangaço, Jairo Luiz Oliveira, parabens e em Julho, todos aqui nesta grande festa."


O Cariri Cangaço chega as estados de Alagoas e Sergipe através dos municípios de Piranhas e Canindé do São Francisco, entre os dois municípios o majestoso Rio São Francisco; de um lado Sergipe do outro, Alagoas. Encravados no chamado baixo São Francisco, Piranhas ao lado de Canindé do São Francisco e outros municípios próximos, como Poço Redondo e Olha D'agua do Casado, são cenários importantes e vitais dentro da história do cangaço nordestino. Ali, no visinho Poço Redondo se localiza o cenário do último ato de Virgulino Lampião: A Grota do Angico.

Um dos pontos alto da Programação do evento em Piranhas e Canindé será a homenagem prestadas pelos municípios e pelo Cariri Cangaço a um de seus mais ilustres filhos: Alcino Alves da Costa, o Caipira de Poço Redondo, terra que amou e pela qual se dedicou por toda uma vida.


Agenda Cariri Cangaço

Maio, Lavras da Mangabeira
Junho, Sousa e Nazarezinho
Julho, Piranhas e Canindé do São Francisco
e em Setembro...

Cariri Cangaço 2013!
Crato, Juazeiro, Barbalha, Missão Velha, Aurora, Barro e Porteiras
Ceará - Brasil 

Por:Manoel Severo

segunda-feira, 15 de abril de 2013

“No futuro, não serão considerados analfabetos apenas aqueles que não souberem ler, mas também quem não entender o funcionamento de uma máquina fotográfica” Escrita em 1936 pelo fotógrafo Húngaro László Moholy-Nagy OFICINA DE INICIAÇÃO À FOTOGRAFIA... Por: Pachelly Jamacaru Trata-se do ABC da Fotografia, para pessoas que são aficionados por esta Arte, mas que estão realmente iniciando! Período: Mês: Maio, DIAS: 6,7, e 8 Horário: 19h às 21.30h LOCAL: Centro do Crato – Rua José Carvalho 251 Inscrição: até o dia 25 Os pretendentes manifestem interesse deixando MSG aqui ou me procurando. Inscrições até o dia: 25 de Abil. Foto: Foto da Silhueta Dihelson Mendonça

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Justiça, ainda que tardia. - Por Carlos Eduardo Esmeraldo


A chamada PEC das domésticas, emenda constitucional que veio igualar essa categoria de empregados aos demais trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis Trabalhistas, tem causado indignação à grande parcela das elites, justamente aqueles que não se livraram da pose de "senhores de engenho."

Alardeiam o aumento do desemprego da categoria, numa espécie de terror injustificável por parte de pessoas que possuem residência de praia ou casa de veraneio nas serras com adega repleta de whiski e outras bebidas importadas, anualmente trocam de carro, viajam à Europa, Estados Unidos, Argentina ou Chile.

Embora muitos empregadores domésticos há anos assinam as carteiras de trabalho, pagam os direitos trabalhistas: INSS, FGTS, Plano de Saúde (que infelizmente "esqueceram" de incluir na lei.), férias de 30 dias por ano, além de outras vantagens, a reação das elites é forte.

Mal a legislação foi aprovada, um deputado paulista do PSDB, entrou recentemente com uma proposta de regulamentação da lei, em que propõe zerar a multa do FGTS nas demissões sem justa causa e baixar de vinte para oito por cento a contribuição ao INSS. E esse deputado que se diz porta voz das domésticas teve a coragem de dizer que deseja evitar o desemprego em massa. Na realidade, está atuando em favor dos patrões, isto é; das elites, como sempre foi a prática do seu partido. 

Fui criado numa família do meio rural, com muitos irmãos, onde não faltavam servidores domésticos, numa época sem nenhuma lei que protegesse esse pessoal. Mas logo percebi que deveria seguir a mesma legislação com a qual era tratado no meu emprego.

Finalmente fez-se justiça com a maior classe trabalhista brasileira, derrubando definitivamente a escravidão no nosso país.

Por Carlos Eduardo Esmeraldo

terça-feira, 19 de março de 2013

SÁBADO SANTO COM RAUL SEIXAS E CHICO SCIENCE


A Sertão Pop Produções, juntamente com a MC2 Produções, vem trazer para o público caririense dois dos melhores shows já curtidos na região. Veja quem vai fazer a festa e tocar os nossos corações:

Tiro Certeiro: uma reunião abençoada de grandes talentos!

O Tiro Certeiro é formado por ex-integrantes do grupo Dr. Raiz, que resolveram se reunir para fazer um tributo a banda Chico Science & Nação Zumbi. Com o intuito de relembrar umas das fases mais criativas do cenário musical brasileiro dos anos 90, quando bandas e artistas da cidade de Recife no Pernambuco, resolveram misturar elementos da cultura folclórica regional como o maracatu, côco e embolada, mesclando-os com alguns ritmos da cultura pop mundial como o rock, reggae, funk e hip-hop. Surgi então à idéia de formar um grupo que pudesse reproduzir a estética e a sonoridade de uma das mais expressivas bandas desse movimento, bem como ao seu maior expoente, Chico Science.
O tributo à banda Chico Science & Nação Zumbi, aparece como um lampejo de memória, ainda não adormecido, de um dos mais significativos movimentos de contracultura da contemporaneidade. O Movimento Maguebit, que por sua vez, recuperou uma tendência estético-musical surpreendente, que se aproximava do tropicalismo, expressão musical da década de 60, que também marcou a história da musica brasileira. É a partir dessa inegável contribuição que o grupo Tiro Certeiro, se apropria do legado deixado pelos mangueboys pernambucanos e presta essa homenagem à banda Chico Science & Nação Zumbi.


Toca Raul com Aquilles Sales: Um trabalho de releitura da obra de Raul Seixas.

O guitarrista, cantor e compositor Aquilles Sales é um inquieto artista da cena cultural caririense que não se cansa de criar e inventar maravilhas musicais sempre com o sua marca registrada. Com uma visão bastante inovadora e criativa, vem desenvolvendo vários trabalhos tanto autorais como de releituras, como esse maravilhoso Toca Raul, que já está consagrado e é alvo de críticas super positivas, principalmente vinda do público que sempre lota os seus shows. Dessa vez não será diferente, pois o Aquilles Sales nos promete uma apresentação muito rock and roll sempre provocando a participação da platéia e detonando a sua guitarra, vozeirão e fantástica performance em cima do palco. 
 


Das duas bandas podemos esperar uma "porrada" de som. Teremos dois grupos que certamente vão fazer a festa e tornar o Sábado Santo num grande encontro musical e de comemoração, pelo legado deixado por dois dos maiores representantes musicais brasileiros: Chico Science e Raul Seixas. Prepare o seu coração, seu espírito e sua alma para uma noite memorável!!! Chame os amigos, amor, amante e sejamos felizes para sempre.

Participe do evento através do facebook. Confirme a sua presença e repasse o convite para todos os seus contatos, assim a festa ficará bem mais feliz. Acesse: https://www.facebook.com/events/248995281903676/

CRÉDITOS: 
- Texto e foto sobre a banda Tiro Certeiro extraído do blog Cultura no Cariri de Janinha Brito (www.culturanocariri.blogspot.com)

- Foto do Aquilles Sales extraída do facebook do artista (https://www.facebook.com/pages/Aquiles-Salles/177496182340187)

terça-feira, 12 de março de 2013

CONVITE-AFAC-Ass. dos Filhos e Amigos do Crato


A AFAC-Associação dos Filhos e Amigos do Crato e a LIVRARIA LUA NOVA, convidas voce, familia e amigos para o lançamento do livro GUIA DO ARTESANATO CARIRIENSE da design e professora CLEO DO VALE (Foto).





A AFAC-Associação dos Filhos e Amigos do Crato e a LIVRARIA LUA NOVA, convidas voce, familia e amigos para o lançamento do livro GUIA DO ARTESANATO CARIRIENSE da design e professora CLEO DO VALE (Foto).