Criadores & Criaturas



"Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
"

(Carlos Drummond de Andrade)

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... Por do Sol em Serra Verde ...
Colaboração:Claude Bloc


FOTO DA SEMANA - CARIRICATURAS

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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Nós, os "alzheimenianos" - José Nilton Mariano Saraiva

Como todos sabem, o “mal de Alzheimer” é uma doença degenerativa cujo sintoma mais comum é a perda da memória, com tendência a evoluir mais adiante pra confusão mental e, em seu ápice, ao desligamento da realidade.
A introdução acima torna-se necessária para questionar o abaixo: será mesmo que os nossos ilustres e íntegros políticos nos consideram (a todos), uns “alzheimenianos” de carteirinha (portadores de tão terrível mal) ???
Ou você, aí do outro lado da telinha, já esqueceu do protagonizado recentemente pelo então ilustre Presidente do Tribunal de Contas do Estado do Ceará, “Sua Excelência” o doutor Teodorico Menezes Neto (vinculado ao PSDB) ??? É, aquele mesmo, que montou um verdadeiro exército de eficientes “operadores financeiros” (esposa, cerimonialistas, filhos, chefe de gabinete, motorista terceirizado, assessores e conhecidos outros), para, através da assunção de postos de confiança no próprio Tribunal de Contas do Estado (por ele presidido), bem como em associações comunitárias fajutas em diversos e miseráveis municípios (Pindoretama, Pacajus, Chorozinho, Horizonte e Cascavel, dentre outros), se habilitarem ao recebimento de uma penca de dinheiro público, objetivando construir... banheiros ??? (lembremo-nos que foram mais de R$ 2.000.000,00 desembolsados e... banheiro que é bom, ”neca”). Afinal, onde foi parar toda essa grana ???
Pois bem, o Ministério Público Federal descobriu mais uma peripécia (ou seria traquinagem ???) de “Sua Excelência”: é que, além do “irrisório” salário de cerca de R$ 24.000,00 que mensalmente recebe daquela Corte (religiosamente), o distinto houvera se aposentado (desde 1991), proporcionalmente - AOS 43 ANOS DE IDADE E APÓS 31 ANOS DE VÍNCULO EMPREGATÍCIO - no serviço público federal (Incra-Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), percebendo remuneração parecida.
Além da ilegalidade flagrante da acumulação de vencimentos, vetada pela Constituição Federal (primeiro como “aposentado-Deputado” e, a partir de 1999 como “aposentado-Conselheiro do Tribunal”) o detalhe, para quem não percebeu nas entrelinhas do “grifo”, é que, para se aposentar com a idade e tempo de serviço que declarou (43 anos e 31 anos, respectivamente), o ilustre teria que ter prestado concurso e ingressado no serviço público federal aos – pasmem – 12 (doze) anos de idade (não, você não está “lelé da cuca”, “abirobado” ou “doido-varrido”); a trajetória de “Sua Excelência”, segundo divulgado pela mídia cearense, é essa aí).
Perguntas que não querem calar: Será que quando menino (12 anos de idade) “sua Excelência” não teve tempo pra freqüentar a escola (já que JÁ ERA empregado federal) ??? Mas... lugar de criança não é (e sempre foi) na escola ??? Será que àquela época, não havia um “limite-mínimo” de idade pra se ingressar no serviço público ??? Se não teve tempo de estudar (já que trabalhava), como “Sua Excelência” depois se graduou numa instituição superior, a fim de se habilitar a presidir aquela Corte ???

O parque de exposições de Crato - Emerson Monteiro

Por mais que a gente não queira, se envolve nesses assuntos de governo, quando a população, nas urnas, permitiu aos administradores públicos cuidarem da sorte do povo do jeito que lhes aprouver. Ainda assim, coça por dentro uma vontade de falar qualquer palavra de cidadão no quadro que se estabeleceu.

É que se formou uma espécie de cabo de guerra entre os gestores do Município cratense e o Executivo estadual quanto ao jeito certo de resolver, daqui para adiante, onde funcionará o Parque de Exposições Pedro Felício Cavalcanti.

O tema esquentou mais durante o evento deste ano de 2011, pois cada vez o local fica menor para tanto movimento. A cidade passa por crise de, no mínimo, dez dias diferentes, com carros de todo canto do Brasil a encherem as vias do centro e dos bairros, sem lugar de circular, de estacionar, etc. A selvageria das alturas do som na área dos shows, que ninguém consegue diminuir, nem tem a quem reclamar, judiando, prejudicando a paz, ensurdecendo gerações e gerações, além de incomodar sobremaneira os bichos expostos lá em cima, transtornando as imediações e intranqüilizados as famílias que moram perto.

Bom, segundo aqueles com quem converso, pode haver mais disciplina, inclusive no que diz respeito aos estandes trazidos, aos segmentos e à seleção, talvez controle impossível nesses tempos de mercantilização e dinheiro, a interessar os organizadores da festa tradicional de 60 anos.

Outros pretendem que modernizar o parque no ponto ora existente resolve, que possui área de expansão no sentido Canfundó. Enquanto que o Governo oferece o projeto pronto de deslocar as atividades para o Sítio Palmeiral, nas bandas dos brejos, entorno da Avenida do Contorno.

Em resumo, a querela estabelecida virou domínio público. Impasses, impasses, e nenhum entendimento que pacifique e inicie as construções futuras. Até falam em possível consulta popular através de um plebiscito.

No entanto, prezadas autoridades, há de existir dose suficiente de sensatez nos juízos dos gestores para equilibrar a balança, porquanto é hora de providenciar soluções urgentes, invés de esperar outro ano de contradições para avançar alternativas sem que nada aconteça até a nova edição do apreciado acontecimento, afinal em suas mãos depositamos a nossa confiança.

CONVITE

A família de José Ricardo de Figueiredo convida parentes e amigos para celebração da missa da esperança, ao sétimo dia de seu encontro definitivo com Deus, a se realizar hoje, quinta-feira, 28 de julho de 2011, às 16h na Catedral de Nossa Senhora da Penha em Crato e em Fortaleza, às 19h na Igreja das Irmãs Missionárias, localizada na Av. Rui Barbosa, 1246A (esquina com Rua Eduardo Salgado, primeira quadra após a Av. Santos Dumont, sentido norte/sul). Antecipadamente agradece a solidariedade de todos.

NOTÍCIAS DA URCA

Professor catedrático da UNB realizará palestra na URCA

O Departamento de História da Universidade Regional do Cariri – URCA promoverá palestra com o professor Virgílio Caixeta Arraes, Catedrático de História da Universidade de Brasília – UNB sobre o tema “A política externa contemporânea dos Estados Unidos da América”. O evento se realizará na próxima segunda-feira, dia 1 de agosto, as 19 horas, no Salão de Atos da URCA, situado no campus do Pimenta, em Crato.

O professor Virgílio Caixeta Arraes é graduado em história pela UNB, com mestrado e doutorado na mesma universidade. Tem título de doutor, obtido em 2005, com a tese "Relações internacionais da Santa Sé: da fragilidade à busca de autonomia". É especialista em Relações Internacionais contemporâneas e política externa do Brasil. Foi consultor do Exército Brasileiro no estudo prospectivo "Construção de cenários para o ano 2.030” e assessor de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, em 2006 e 2007. É consultor do Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Possui 103 trabalhos publicados em revistas especializadas, 155 matérias veiculadas em jornais e periódicos e cinco livros publicados. Foi orientador de várias teses de mestrado e cinco de doutorado na UNB.


Ex-reitor da URCA nomeado Coordenador Geral do Museu de Paleontologia, em Santana do Cariri

O ex-Reitor da Universidade Regional do Cariri (URCA), Professor Plácido Cidade Nuvens, foi nomeado pela Reitora da URCA, Otonite Cortez, o novo coordenador Geral do Museu de Paleontologia de Santana do Cariri. Como diretor geral está o Professor Titus Riedl e, diretor adjunto, Idalécio Freitas.

Plácido Cidade Nuvens comandou, durante a sua gestão como Reitor da URCA, o processo de ampliação, reforma e modernização do Museu de Santana, sendo também o criador do equipamento, período em que foi prefeito da cidade de Santana do Cariri, repassando aos cuidados da Universidade, em seguida.

Hoje, o Museu é uma dos referenciais do turismo científico no Estado do Ceará e recebe milhares de turistas de várias partes do País e do exterior, além de possuir um rico acervo paleontológico. São cerca de 10 mil peças expostas. Agora, ofertando também melhores condições para os pesquisadores, com meios de hospedagem e lanchonete para os estudiosos e visitantes.

Fonte: Assessoria de Imprensa da URCA

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Descaso preocupante - José Nilton Mariano Saraiva

Definitivamente, após o hercúleo esforço para se habilitarem à academia, os alunos da Universidade Estadual do Ceará (UECE) estão com o futuro profissional seriamente comprometido, em razão da falta de empenho do Governo do Estado para com um setor fundamental no desenvolvimento de qualquer nação, como o é o educacional (e isso causa constrangimento e aflição não só aos alunos, mas, também, aos pais e familiares).
Pelo menos é o que se pode depreender das atuais responsáveis manifestações de professores e alunos daquela Universidade (veiculadas na televisão), quando denunciam a falta de nada menos que 312 mestres naquela instituição de nível superior (posição do ano passado), abrangendo quase todos os cursos.
E o mais impressionante: se de um lado temos o contundente depoimento de um dos pro-reitores da UECE asseverando que já há bastante tempo “estudo-denúncia” nesse sentido foi entregue no próprio gabinete do Governador, de outro, os líderes estudantis atestam que esse mesmo governo afirma desconhecer o problema e se nega a tomar uma posição sobre tão sério e grave entrave. Assim, graduações vão sendo postergadas, cursos que durariam quatro ou cinco anos são “esticados” ninguém sabe até quando, e, perigosamente, o desestímulo e desesperança tomam de conta dos “quase-futuro-doutores”.
Enquanto isso, numa absurda inversão de valores, o tesouro do Estado do Ceará já reservou e se prepara pra despejar uma montanha de dinheiro na construção de um tal “aquário” (“brinquedinho” pra turista ver, de utilidade pra lá de duvidosa e manutenção exorbitante), enquanto o chefe do Executivo e enorme comitiva vive cruzando o mundo em viagens transcontinentais, certamente que onerosas e sem resultados práticos (pelo menos que se saiba), em termos de alocação de recursos para aplicação em coisas mais sérias.
Pelo andar da carruagem - e a duração da crise da UECE está aí pra comprovar – da parte do “manda-chuva” do Estado a Educação parece ser um item de somenos importância e, como tal, descartável, desprezível ou desnecessário (tanto que não existe nenhuma perspectiva de concurso para recomposição do quadro de docentes da instituição, conforme asseverou um dos principais assessores de Sua Excelência).
A pergunta é: a quem apelar, se aquele que deveria não só cuidar, mas priorizar a “academia”, há se revelado um insensível para com a Educação” ???

A ÁGUA NEGRA










 
 
A ÁGUA NEGRA

A caixa d’água no escuro do sótão não dorme.
Um demônio vigia e ronca no cotovelo da escada.
Os mortos nunca estão suficientemente lavados.
Ouço no fundo do inferno o canto de Orfeu.

As idéias se afogaram no bronze salgado do mar.
Os ratos insones passeiam no cemitério dos navios.
Onde o ouro obscuro que tanto me atrai e mata?
O vento se envergonha do corpo nu de Eurídice.

Pendurei Eurídice pelos cabelos no mais alto mastro.
Os marinheiros com a garganta seca gritam de sede.
Os tambores rubros retumbam, os canhões explodem.

A guerra não tem fim, os campanários desabam no caos.
A água negra inunda a casa do sótão até o porão.
O meu anjo da guarda perde as penas das asas negras.



terça-feira, 26 de julho de 2011

PROGRAMA CARIRI ENCANTADO SONORIDADES – 27/07/2011

Os velhos e bons Novos Baianos


Os Novos Baianos, um dos mais emblemáticos e criativos grupos musicais brasileiros de todos os tempos, surgiram na Bahia em 1969 e vigoraram vigorosamente na cena cultural tupiniquim até 1979. Eles marcaram definitivamente a música popular brasileira dos anos 1970 como um verdadeiro caldeirão sonoro, cujos ingredientes foram os mais diversificados, como a bossa nova, o frevo, o baião, o choro, o afoxé e o rock’n'roll, sempre influenciados pela contracultura e pelo emergente Tropicalismo.

Dentre os seus constantes membros, o grupo contava com Moraes Moreira (compositor, vocal e violão), Baby Consuelo (vocal), Paulinho Boca de Cantor (vocal), Pepeu Gomes (guitarra), Dadi (baixo), Jorginho Gomes (bateria) e Luiz Galvão (letras).

Os Novos Baianos foram apadrinhados pelo papa da bossa nova, João Gilberto, e contratados pela então poderosa gravadora Som Livre, onde lançaram o antológico e festejado disco Acabou chorare, em 1972, mesclando guitarra elétrica, baixo e bateria com cavaquinho, chocalho, pandeiro e agogô. Em outubro de 2007, Acabou chorare foi eleito pela revista Rolling Stone como o melhor disco da história da música brasileira.

Nesta quarta-feira, 27 de julho de 2011, o programa Cariri Encantado Sonoridades enfoca alguns dos melhores momentos desta banda que ainda hoje é lembrada como um verdadeiro laboratório de manipulação bem sucedida de vários ritmos, tendências e gêneros musicais.

Onde ouvir
Rádio Educadora do Cariri AM 1020 e Internet através do site www.radioeducadoradocariri.com.

Crato:Uma Feira Livre Secular e de Tradições Culturais na Formação do Kariri-Wilson Bernardo

O Kariri não seria metade do que é se não fosse a comarca e a vila Imperial do Crato,temos na formação politica e não genética,os conceitos sociais onde uma formação humana é ímpar.Onde o  poder de agregar a diversidade ,mesmo quando o regime era autocrático.A cidade do Crato preserva uma feira de rua secular, e importante em todas as formações e feiras livres do caririri e do nordeste,só lembrando que Luiz Gonzaga e Patativa do Assaré visitava e  faziam questão de frequentar,nas segunda feiras a feira da farinha,onde hoje é as lojas GIGI e Esplanada,feira essa secular e culturalmente reconhecida pelos seus repentes do saudoso cego Aderaldo.
Eu dentro da feira e espelhos reais da vida como ela é...Combinação de fatos...
Reflexo...Natural de quem ver a feira sustentável
A Idade será sempre moedeira das razões
Mestre Raimundo Aniceto,irmãos dos catedráticos banda cabaçal Irmãos Anicetos
A feira e quem não se conhecer
Duas medidas e o único peso
Na cabeça a sabedoria de poder matar a sede

Wilson Bernardo( Texto & Fotografia)

Cineasta cratense Jackson Bantim é homenageado no Festival de Jericoacoara



Fonte: Gazeta de Notícias

26 de Julho dia da Vovó - Por Magnólia

Essa vovó da foto é Didi Morais do Sítio Sanharol com seus netos , Gabriel e Junim, em Taubaté - SP - Junho de 2011
O Dia da Vovó ou dos Avós é uma daquelas datas que geram polêmica por conta das críticas dos que só vêem o lado comercial da comemoração. Mas ela é muito mais que isso. Celebrar o Dia dos Avós significa celebrar a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros, nem nas escolas, mas no convívio com as pessoas e com a própria natureza.

O papel simbólico desempenhado pelos avós é muito importante para a criança. Mesmo depois de mortos, costumam fazer parte das nossas, geralmente boas, lembranças da infância. Nem a morte os separa dos netos, pois eles continuam identificados à sua primeira infância. Ao contrário do que se pode pensar, os avós fazem muito mais do que mimar os netos. Muitas vezes eles são o suporte afetivo e financeiro de pais e filhos. Por isso, se diz que os avós são pais duas vezes.

Origem do dia - Comemora-se o Dia da Vovó em 26 de julho porque esse é o dia de Santa Ana, mãe de Maria e avó de Jesus Cristo. Conta a história que Ana e o marido, Joaquim, não tinham filhos, mas sempre rezavam pedindo que o Senhor lhes enviasse uma criança. Ela teve uma menina quando já tinha idade avançada e a batizou de Maria.

Santa Ana morreu quando a menina tinha apenas três anos. Ela é a padroeira das mulheres grávidas e dizem que concede gravidez às mulheres estéreis.

(Fonte: Portal São Francisco)

Lá, tal qual cá - José Nilton Mariano Saraiva

Lá, tal qual cá - José Nilton Mariano Saraiva “Administrar é delegar poderes”.
Partindo de tal pressuposto (teoricamente incontestável), é difícil acreditar (e, no entanto, é vero) que no globalizado mundo atual ainda exista um determinado contingente de pessoas que por simples pirraça, má vontade ou diletantismo exacerbado, faça questão de não enxergar o óbvio mais que ululante: o quanto é difícil e problemático dirigir uma nação tão heterogênea, repleta de mazelas, contradições e de dimensões continentais, como o é o nosso Brasil.
E a dinâmica da “coisa” começa cedo, lá atrás, a partir da artesanal e penosa “costura” de uma aliança que, mesmo tendendo à multifaçatez e disformidade, revela-se necessária na tarefa maior de levar adiante a viabilização de um determinado projeto macro-socializante (ou de viés coletivista); assim, depois de referendado nas urnas pela maioria da população, o ungido ao trono há que exercitar a tal “delegação de poder”, que se materializará na forma de “repartição” (ou divisão) das responsabilidades (com seus ônus e bônus), através da alocação de “quadros aliados” em postos estratégicos do organograma oficial.
E aí é que mora o perigo (inevitável), porquanto, mesmo se tratando de uma cultura estabelecida, de um procedimento já estratificado ao longo dos anos, nunca deixará de representar um autentico “salto no escuro” ou “jogada de alto risco”, já que, sem conhecer na intimidade os indicados (pelos partidos aliados), só resta a quem nomeia torcer para que os “coroados” tenham a sensatez, o compromisso e a responsabilidade com um projeto maior, um projeto de nação.
A reflexão acima tem a ver com duas situações emblemáticas, dos dias atuais; aqui, na terrinha, a presidenta Dilma Roussef (assim como outros que a antecederam no cargo), para manter a tal “governabilidade” necessita, evidentemente, que os projetos encaminhados pelo Executivo (Governo) ao Legislativo (Câmara e Senado) obtenham maioria de votos; e aí se escancaram portas, frestas e janelas para os maus intencionados tentarem se apossar (ou “privatizar”) o espaço lhes disponibilizado, pondo por terra todo um trabalho que contemplaria o “coletivo”. A solução ??? Cortar na própria carne e extirpar o mal pela raiz, como o fez a presidenta brasileira ao intervir diretamente no Ministério dos Transportes, entregue à responsabilidade de um tal Partido da República (PR), que tem peso, sim, já que com 07 (sete) senadores e 40 (quarenta) deputados federais.
Pois bem, mostrando a seriedade e responsabilidade que a caracteriza e sem se importar com o possível abalo-desfalque em sua “base de sustentação”, a presidenta Dilma Rousseff já premiou nada menos que 17 (dezessete) integrantes do Partido da Republica com o famoso “bilhete azul” (demissão sumária), a começar pelo próprio Ministro de Estado; e a assepsia continua, até não mais restar pedra sobre pedra. Alguém tem dúvida ???
Enquanto isso, nos Estados Unidos o presidente Barack Obama também é “peitado” e se vê candidato a “refém” dos integrantes do Congresso Nacional, que se recusam a autorizar o aumento da capacidade de endividamento do Governo (a fim de que este possa honrar os compromissos assumidos, livrando a ex-toda poderosa nação mais rica do mundo da alcunha de “caloteira”), a não ser que este desista de implementar determinadas medidas de cunho sócio-moralizantes (tributar os mais ricos, por exemplo).
Como se vê - lá, tal qual cá - também existe os ”mafioso-pirracentos”.
Efeito da tal globalização ??? Será ???

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Meu amigo Zé Ricardo - Claude Bloc

Conheci Zé Ricardo ainda era pequenininha. Como irmão de Magali, sempre o via circulando pela casa ou indo brincar pelas redondezas. Apesar da inquietude interior, sempre transpareceu uma placidez grande na hora de conversar e de encarar a vida. 

Mais adiante, enveredou pela medicina, casou-se, teve uma filha linda - Elka - e três netinhas que sempre acompanho pelas fotos. 

A vida nem sempre lhe devolveu a doçura que carregava nas palavras e nos gestos, mas fez dele, esse homem sempre tímido, que soube cativar os amigos e cultivar uma sincera empatia com aqueles a quem queria bem.

De uns tempos para cá, sua vida foi uma constante luta contra a doença que o consumia. Refugiava-se entre os entes queridos para suportar aquele estado doloroso que tinha que debelar, mas sempre seguiu em frente até que Deus compadeceu-se e o chamou para junto de Si.

Ao meu amigo Zé Ricardo, meu último abraço. À familia a quem tanto quero bem, meus sinceros sentimentos de solidária dor.

Abraços sentidos,

Claude Bloc

domingo, 24 de julho de 2011

Para entender a estratégia Lula-Dilma

Apesar de surpreender a gregos e troianos, a estratégia política de Lula-Dilma Rousseff é relativamente fácil de desvendar. A primeira peça do jogo é não imaginar Dilma dissociada de Lula. Não existe hipótese para ciumeiras, rompimentos. A diferença de estilo entre ambos não é semente para futuras disputas, mas peça essencial na sua estratégia. Primeiro, vamos às afinidades políticas e à continuidade de ambos os governos: 1) AMBOS SÃO SOCIAIS-DEMOCRATAS. Não se exija perfil revolucionário, nem mesmo estatizante, embora estejam longe de se constituir em neoliberais; 2) SÃO POLÍTICOS FOCADOS EM RESULTADOS SOCIAIS, COMO PEÇA CENTRAL DE LEGITIMAÇÃO POLÍTICA, Dilma dando mais atenção à gestão, Lula à política (mesmo porque tinha Dilma para cuidar da gerência); 3) na política econômica, a prioridade absoluta é o controle da inflação. Câmbio, desindustrialização, juros, é resto. E o resto é resto. Embora Dilma tenha formação desenvolvimentista, a realpolitik se sobrepôs às demais prioridades. Se a crise internacional piorar, pode criar vulnerabilidades nessa parte da estratégia. 4) no plano político, a lógica não é do confronto, mas da soma. Dilma aprendeu com Lula a dividir os contrários em dois grupos: os adversários e os inimigos. O primeiro grupo é para ser cativado ou cooptado.
Diferenças periféricas: as diferenças de estilo entre Lula e o Dilma são periféricas, embora importantes na montagem da estratégia política. NO PLANO ECONÔMICO E IDEOLÓGICO, SÃO GOVERNOS DE CONTINUIDADE. Muitos analistas – à direita e à esquerda – tomam a nuvem por Juno, as diferenças periféricas pelas essenciais. E acabam se confundindo na análise do governo Dilma e de sua estratégia política. Os fatores utilizados pela velha mídia para desgastar Lula (fazendo muito barulho, embora influenciando apenas 5% do eleitorado) são desimportantes e nada tem a ver com as peças centrais de sua política.
No plano político, nos últimos anos desenterrou fantasmas da guerra fria que se supunham extintos desde os anos 60. Na diplomacia, a questão iraniana. Na política interna, o pesado véu de preconceito contra Lula e o enfrentamento nos últimos anos. AS CRÍTICAS CONTRA AS POLÍTICAS SOCIAIS FORAM DEVIDAMENTE ENTERRADAS PELOS FATOS. Ao assumir, sem comprometer os pontos centrais de sua política, Dilma definiu um estilo diferente de Lula na forma, embora muito similar no conteúdo – inclusive surpreendendo os que supunham que partiria para um confronto direto com adversários. Colocou a questão dos direitos humanos como foco da diplomacia, deu atenção a FHC, compareceu ao aniversário da Folha, nos últimos dias convidou jornalistas brasilienses para conversas no Palácio, respondeu rapidamente às denúncias consistentes. Completa-se assim a estratégia: Dilma se incumbe do establishment, que rejeita Lula. No plano midiático, blogosfera para ela é como a Telebrás – serve apenas para ajudar a regular a mídia. O mesmo ocorre com movimentos sociais e sindicatos. Já Lula garante os movimentos populares, o sindicalismo, a blogosfera e a ala esquerda. E estende sua sombra sobre os adversários. Se endurecerem muito com Dilma, entra na briga. Se Dilma não se sair bem no governo, ele volta. Perto dessa estratégia, a oposição só tem perna de pau: um guru que ensarilhou as armas – FHC -, um político esperto, mas sem idéias – Aécio Neves – e um desatinado – José Serra. Cumprir-se-á o vaticínio do sábio José Sarney, de que a nova oposição sairá das entranhas do governo.
Linhas programáticas: Em relação à continuidade, é importante não confundir algumas linhas de ação que permanecem as mesmas desde o governo Lula – mas que têm dado margem a confusões. A primeira, o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Criou-se a idéia de que, com Lula, a Telebrás assumiria todo o trabalho de levar a banda larga até a última milha (a casa do cidadão). Nunca foi essa a idéia. A Telebrás foi ressuscitada com o objetivo de levar linhas de transmissão ligando cidades, atendendo provedores independentes, fortalecendo as linhas de transmissão, mas sem a pretensão de atuar no varejo. A possibilidade de atuar no varejo foi acenada apenas para demover as resistências das operadoras em aderir ao plano. Não significa que seja um bom plano. 300 mb de tráfego por mês a 35 reais é brincadeira. Tem que se aprimorar a negociação. Mas a estratégia de amarrar as teles a compromissos de universalização é correta. O segundo ponto é a chamada "lei dos meios". Criou-se a idéia de que o projeto de Franklin Martins imporia limites aos abusos da mídia. A radicalização de Franklin foi muito mais no discurso do que propriamente nas propostas. A não ser a questão limitada da propriedade cruzada, o projeto era muito mais uma defesa dos grupos nacionais contra as grandes corporações internacionais e as teles. A CEGUEIRA DA VELHA MÍDIA A IMPEDIU DE ENTENDER A LÓGICA DO PLANO. Autor: Luis Nassif

Nota de Falecimento

Comunicamos o falecimento do médico cratense José Ricardo de Figueiredo ocorrido em Fortaleza, onde ele residia, na noite da última sexta-feira, dia 22 de julho de 2011. José Ricardo era o primeiro dos oito filhos do casal Aníbal Viana de Figueiredo e Maria Eneida de Figueiredo.

Nosso Pé-de-Serra - Por Heládio Teles Duarte

Foto: Heládio Teles Duarte

sábado, 23 de julho de 2011

De "João Cotoco" ao Obelisco do Centenário, a trágica história dos monumentos de Crato -- por Armando Lopes Rafael



Hoje passei em frente aos tapumes que escondem as obras de reforma da Praça Juarez Távora, mais conhecida como Praça São Vicente. É nisso que dá os vereadores ficarem mudando denominações de logradouros já batizados pelo povo. Os nomes oficiais não caem no gosto da população e sempre prevalecem as denominações populares. Outra praça de Crato – a de Cristo Rei, também conhecida como Praça dos Pombos -- é outro exemplo. Ninguém a conhece pela denominação oficial, que é Praça Francisco Sá.

Mas, voltemos à reforma da Praça São Vicente, ou Juarez Távora como foi denominada pelos vereadores cratenses há mais de sessenta anos. Quem passa por lá, apesar dos tapumes, já vê, novamente, o Obelisco do Centenário -- um dos poucos monumentos desta bicentenária cidade – tão pobre em monumentos públicos. O obelisco, lá existente, estava -- há longos anos -- escondido pelos galhos de duas mal localizadas mangueiras. Quando a reforma for concluída o teremos de novo visível, alvacento e altaneiro, como lá foi erguido no já distante 1953...

É comum ouvirmos esta reclamação: Crato, com 247 anos de existência, possui poucos monumentos públicos. Parece até uma maldição! Criada como vila em 1764, somente em 1903, 14o anos depois, foi erguido, na Cidade de Frei Carlos, o primeiro monumento público. Tudo aconteceu assim: em 1903 o governador do Ceará, Pedro Borges, enviou a todos os prefeitos cearenses um pedido para que a tentativa de colonização do Ceará – ocorrida em 1603, epopéia feita por Pero Coelho – fosse solenemente comemorada.

O então prefeito de Crato, Coronel José Belém de Figueiredo, mandou construir um busto do colonizador do Ceará – Pero Coelho – e o colocou na Praça da Sé. Como artista contratou, para tal empreitada, o Mestre Santos, artesão bastante conhecido nesta cidade, àquela época.

Deixemos com a palavra o escritor e poeta José Alves de Figueiredo, que publicou crônica a este respeito, inserida no livro “Ana Mulata”, de sua autoria:

“A obra de Mestre Santos, executada talvez, sob mau signo, veio coberta de azar, traduzindo perfeitamente a fatalidade que pesou sobre a cabeça de Pero Coelho, em vida, e que vem influindo sinistramente, no destino do povo cearense. Exposta aos olhos do público, um moleque batizou-a com o nome pouco reverente de João Cotoco, e a maledicência da rua adotou-a com satisfação.

Com este pouco auspicioso começo, rápido e funesto foi o seu fim. Logo nos primeiros meses de inverno, o choque de duas eletricidades contrárias produziu um raio que, desprezando os dois prédios próximos, muito mais altos, e a elevada torre da Matriz, caiu sobre João Cotoco, deixando-o, com o seu pedestal, em fragmentos”.

Eis aí a história do primeiro monumento público de Crato!

O verbo roubar – por Nei Silveira de Almeida



(Transcrito da seção Cartas do jornal “Estado de S.Paulo”)

No Brasil conjuga-se o verbo roubar em todos os tempos e em todas as pessoas", já disse – em um dos seus sermões, no século 17 – o famoso Padre Antônio Vieira. Ele nasceu em 1608 em Portugal, mas veio para o Brasil aos sete anos de idade. E aqui morreu em 1697. O sermão do Padre Antônio Vieira, no entanto, mantem-se irretocável até os dias de hoje.


Corrupção, no Brasil, não é apenas privilégio de políticos e de algumas autoridades. Há muitas outras corrupções no dia-a-dia da brava gente brasileira. Omitir-se ante a roubalheira que rolou e deitou no governo Lula é uma delas. A maioria dos petistas só sabe criticar o governo do PSDB. Mas, levar para casa material da empresa em que trabalha é roubo também. Assim como comprar carteira de motorista, pagar propinas nas repartições e instituições para ser atendido primeiro do que os outros. Adulterar pesos de produtos a serem comercializados; vender produtos com data de validade vencida; operar em caixa 2; comprar recibos para sonegar o imposto de renda; comprar atestado médico para justificar faltas ao trabalho; etc. e etc.

Esses últimos tipos de corrupção são chamada por alguns como “parte integrante da cultura brasileira”. Por outros como “marca registrada” e, por ainda outros, de “mania nacional”. Tais práticas de corrupção, aos meus olhos, tem outro nome: é roubo mesmo! Inicia-se na escola primária com a criança roubando a borracha do coleguinha. Passa pelo ensino médio com o adolescente “colando” nas provas. Estende-se ao jovem que compra gabarito dos exames vestibulares.

Culmina com o adulto comprando diplomas universitários. Após essas brilhantes incursões, cabe ao indivíduo acessar ao mercado da falcatrua privada, ou candidatar-se a um cargo público para o cumprimento do exercício do superfaturamento e dos variados processos de corrupção. O que me leva a crer que ser ladrão, no Brasil, é profissão de carreira.
Nei Silveira de Almeida
Belo Horizonte

Esqueceram de mim 1



(Publicado originalmente no “Blog do Juaonline”)


Este painel, em homenagem ao Monsenhor Murilo de Sá Barreto, foi afixado no dia da inauguração da ponte sobre o rio Salgadinho pelo governador Lúcio Alcântara. Pouco tempo depois ele foi pichado por vândalos e assim está até agora. É uma pena que no momento em que Juazeiro completa cem anos de emancipação política o Poder Público não tenha se lembrado de restaurar o painel (por onde passa tanta gente) do vigário que dos cem anos de Juazeiro protagonizou cerca de cinquenta, aqui deixando uma extensa folha de bons serviços prestados.
Como dizia Padre Cícero: "A gratidão, com certeza, é uma virtude do Céu".
Agora, quanto à ingratidão... Nem mesmo Jesus Cristo tolerou!
(Texto e foto: Daniel Walker)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Desafio do Blog do Sanharol - (082 - 2011)

Postagem do dia 19 de Julho do Blog do Sanharol copiada para o 
Cariricaturas - Por Magnolia Menezes
Quem é a princesinha?
Com um ano de idade.
Vamos la pessoal é muito fácil!

Blog do Sanharol disse...
Não é facil. Pelo menos pra mim. Não tenho ideia.
Vicente Almeida disse...
É... Meu Deus que coisa linda. Parece gente nascida em berço de ouro. Magnólia: Por que você sempre dificulta as coisas. Ela tinha um aninho a quantos anos atrás? Facilita, vai! Noto que ela não parece ser de Várzea Alegre. Pelo menos baseado nas fotos que já vi! Vou aguardar um pouco. Vicente Almeida
Artemisia disse...
Por que, seu Vicente Almeida, em Várzea Alegre não nasce criança bonita? Ora covenhamos! Para você falar isso, você deve saber de quem se trata. Abra logo o jogo e deixe de enrolar, dizendo que é a Magnólia quem dificulta.
Magnólia Menezes disse...
Sim gente!! Esqueci um detalhe importantíssimo, ela é "MAIOR DOIS METROS DO QUE O MUNDIM DO VALE" Facilitou né?
Vicente Almeida disse...
É... Tá vendo ai Artemisia como são as facilidades de Magnólia? Onde vamos arrajar uma mulher hoje com mais de 2,5 mts? E olhe, não esquenta, criança bonita nasce em todo canto, mas, uma foto programada é bem diferente de uma foto acidental, tipo assim: Cláudio, vai ali e tira uma foto daquele grupo! Cládio vai e pega todo mundo de surpresa! Entendeu o que eu quiz dizer? A criança desta foto, me parece ter sido preparada para o momento. Você não acha? Gosto muito de analisar detalhes que a maioria deixa passar. Vicente Almeida
Didi Morais disse...
Que coisinha mais fofucha, como eu já sei quem é, e foi soprado da prima Mazinha, então vou deixar para os demais.
CLÁUDIO SOUSA disse...
MEU AMIGO VICENTE; CABA REI ARRUME OUTO PRA TIRAR ESSAS FOTOS QUE PENSE NUM FOTOGRAFO RUIM SOU EU. KKKKK ( EU SEI PODE SER OUTRO CLÁUDIO). MAS SE FOR QUEM EU ESTOU PENSANDO SOUSA SOBRINHO E NONATO SOUSA FALARAM PRA MUNDIM QUE NÃO TINHAM MEDO DELA NÃO SE ELE QUISESSE ACANALHAR ELES COLOCARIAM ELE PRAO MUNDIM PRA FORA
Artemisia disse...
Vicente, eu só quis perturbar você. Sei que você é de paz. Mas veja, o Mundim deve se orgulhar muito do que e de quem ele é. Já viu como perturbam o nosso amigo. Aprendi que só se perturba quem a gente gosta. A criança é linda. Hoje existem os recursos multimídia, os "fotoshops"
Blog do Sanharol disse...
Já sei identificar. Depois de reconhecer é que vemos o quanto parece. É colaboradora do Blog. Agora ficou facil demais.
Paula disse...
Deve mesmo ser alguém bem maior do que o mundim. Visto que com um ano de idade já era tão graúda!Vou apostar na poetisa Claude, e aposto ainda que não foi Salim quem tirou a foto.
Magnólia Menezes disse...
Pois eu já fiquei sabendo que o Sousa Sobrinho e Nonato Sousa estavam morrendo de medo da amiga do Mundim, e o Mundim foi muito do esperto, ficou o tempo todo do lado dela. Pense no tamanho da protenção! Ela é grande mesmo e bonita.
isabel.morais1 disse...
eh! Vicente vc tem razao. bonito assim em V.Alegre so Morais. bjs
Valdenia Almeida disse...
Ei Gente Mais essa é Claude Block! Ou não? Se Tenho certeza? Acho que tenho! É Que já faz tanto tempo! Valdênia Almeida
raimundinho disse...
Nessa idade aí,a Flor da Serra Verde já tinha condições de me prestar segurança. Estava uma gracinha, os olhos já diziam para o mundo: - Cheguei e vim pra ficar.
Artemisia disse...
Vicente, você tinha razão, não é de Várzea Alegre. Foto de qualidade já naquele tempo KKKK de criança, só na França!
VARZEALEGRESESFORADATERRINHA disse...
euEu não sei quem é: mas que essa bonequinha é linda isso é.
Magnólia Menezes disse...
É gente a dona da foto nem veio aqui dizer nada, acho que se zangou... Quem respondeu que é a Claude Bloc, acertou.