Criadores & Criaturas
"Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata."
(Carlos Drummond de Andrade)
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Um trabalho aprazível, leve, rápido e ET CETERA
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Jornal do Crato- Ceará - Narciso de Almeida Passos Filho
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
ACRÍLICO : MATERIAL E TÉCNICAS - MEDIUNS - Por Edilma Rocha
MOMENTO DA POESIA - Por Claude Bloc
que se escondem em mim,
Neles amo,
neles prometo tudo
a vida e seus reveses
longe de olhares noturnos
e em minh’alma
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Onda de frio na Europa - Emerson Monteiro
O clima da Terra mudou a olhos vistos. Fenômenos já surpreendem populações inteiras nos mais diversos lugares, no entanto, com explicações plausíveis para tamanhas transformações nos acontecimentos, verdadeiras ameaças à sobrevivência e bem estar das espécies. Em 2010, por exemplo, houve mais terremotos na face do Planeta do que em todos os anos anteriores, causando apreensão e prejuízos, abrindo espaço às preocupações humanas com relação ao que sujeita ocorrer nas próximas décadas.
Em dias recentes deste princípio de ano (2012), a Europa atravessa grave crise climática diante das excessivas temperaturas verificadas, ocasionando, pelo menos, duas centenas de mortes em países de baixas temperaturas. Além das vidas em perigo, devido o abastecimento de gás natural e outras energias sofrerem drástica redução entre os mercados, gerando ainda mais deficiência nos instrumentos de reversão do quadro verificado.
Fortes indícios dos males de uma selvageria predatória longe de controle apontam, pois, à irregularidade racional de uso dos meios existentes para viver. Regiões reconhecidas pelo regime de chuvas regulares e fartas agora defrontam estiagens e secas de causa dó, fora mesmo das previsões, motivo de perdas sucessivas nas safras.
As razões das consequências, no entanto, crescem nas principais causas, dentre essas o desperdício dos recursos naturais a pontos jamais imaginados, pela ganância agressiva e perversa, em detrimento da Humanidade como um todo. Fome agressiva do domínio gratuito de bens preciosos a tudo justifica, febre doentia de esbanjamento e supérfluos que parece ilimitada, sobretudo das nações ricas, fora dos escrúpulos necessários à sustentação, imposição da própria miséria ética desse tempo do salve-se quem puder.
E nisso claudica o sistema da produção mundial, aberto à livre competição dos acúmulos desmedidos. O interesse dos grupos de poder predomina sob a justiça coletiva, peso comprometedor que e a quase ninguém sensibiliza para respostas proporcionais ao problema.
Milênios de desmatamento, guerras, testes nucleares, exploração incontrolada e poluição em massa só de longe cobram o preço impagável de tudo o que o amadorismo apocalíptico ora transforma em alertas extremos da Natureza mãe, em gritos de atenção surdos e valiosos.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
“Costa Concórdia”, “Titanic” do século XXI: presságio de um fim de época?
Com passageiros na proa, pouco antes do final: um símbolo de nossa época?
O afundamento do “Costa Concordia” rememorou na Europa os tristes presságios levantados pela perda do “Titanic”, escreveu Ben Macintyre, do diário “The Times” de Londres, reproduzido pelo "The Australian".
Sir Osbert Sitwell viu na tragédia do transatlântico inglês, ocorrida em 14 de abril de 1912, um “símbolo de uma sina que se avolumava sobre a civilização ocidental”. E, de fato, não muito depois, a I Guerra Mundial arrasaria o continente europeu, pondo fim à sua rica, requintada e irrefletida Belle Époque.
Hoje, no momento em que a União Europeia se afunda em dívidas, na incerteza política e na fragilidade econômica, o desastre do luxuoso cruzeiro italiano inspira presságios não menos convidativos à reflexão.
(Postado por Armando Lopes Rafael)
Ai quem me dera – Tom Jobim / Marino Pinto
Pra cantar em seu louvor
Belas canções, lindos poemas,
Doces frases de amor
Infelizmente, como eu
Não aprendi o A-B-C
Eu faço sambas de ouvido pra você
Depois de muitas frases lapidares, eu percebi
Que as rimas que eu preciso,
Essas rimas esqueci
E que o verbo amar não se conjuga sem você
Eu faço sambas de ouvido pra você
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Bee Gees (9/16) - How can you mend a broken heart
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
UMA MÁGOA INESQUECÍVEL - POR PEDRO ESMERALDO
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
UM BREJO DESLEMBRADO - Por Pedro Esmeraldo
MOMENTO DA POESIA - Por Claude Bloc
há um mundo de escolhas
que nos interrogam continuamente
e escrevem nossa história...
A poesia também é isto: um escrever
nessas folhas que já estão escritas
nesse mundo encantado das palavras
onde nos cabe viver...
domingo, 29 de janeiro de 2012

Essa história começou com Elizabeth Fernandes, Paloma Fraga, Isabel Viana, Ranier Oliveira,Flauberto Gomes, e tantos outros parceiros! Essa galera tem todos os méritos do que somos hoje! Desde Grupo Tá Na Rua, com o Cigano, (rsrsrs) o CTO, Casa Gira Mundo... E vamos seguimos caminho! Cada vez mais desenvolvendo um trabalho mais amplo, muito além do forró! Passeando pela música brasileira e universal! Inovando sem perder a essencial da nossa música, no terreiro, dos folguedos, da celebração da vida!
Amigos, somos agradecidos por vcs escreverem essa história conosco!Continuem compartilhando literalmente, digitalmente, fisicamente, espiritualmente, essa alegria conosco!
Beijos e abraços,
Terreirada Cearense!
sábado, 28 de janeiro de 2012
Perfumes da saudade pelo ar - Emerson Monteiro
Nas manhãs cinzentas dos invernos, essa brisa suave colhe a gente bem na surpresa dos abraços de antigamente, do tempo em que as flores murcharam leves nos jardinas abandonados. As luzes chegavam aos olhos molhados em gotas de lágrimas dos que se amam e vão sumindo na longa estrada dos dias enegrecidos pelo tempo veloz. Gosto amargo de ausência travava na saliva o íntimo da boca, peito dorido e vazio nos espaços em redor. Desejo imenso de controlar o movimento dos barcos um pouco mais, porém restava pouco de perfume do passado que virava forte saudade descomunal goela adentro. E fiapos de músicas engoliam últimos acordes das notas vazias, românticas, esgotadas nos frouxos véus, traços lentos, indiferentes do Destino com letra maiúscula.Falas de pessoas agora rumorejam as salas de portas abertas, porém prenhes das ausências de quem se foi nas asas do nunca mais. Há promessas nisso de sucumbirem às doces lembranças quais sementes plantadas nas colinas adormecidas de festas alegres, caprichosas, fugidias. Um pedido de clemência clama aos sonhos interrompidos belas frases, lindos sorrisos, cores intensas, e só desencantos afinal. Aos deuses, as sentenças ao ostracismo de viagens mitológicas jamais receberão revisão.
Pisar, assim, solto no vácuo dos desaparecimentos injustificados no senso comum parece recordações intermitentes, reclamações desse processo exótico, contudo acontecendo a todo instante. Os pobres réus apenas enxugam o rosto sem possibilidades, porquanto a quem não sabem apelar. Rezam, é do direito dos desvalidos. Controlam a duras penas o instinto de sofrer da raça. Retêm ao máximo o impulso das vertigens apelo dos abismos profundos. Param e refletem no caminho à procura dos olhares iluminados que lhes apagaram momentamente os seus, na pedra de memórias arcaicas.
Casos de amor por vezes devoraram as entranhas das gentes e caíram nessa estranha vila das sensações de eternidade a remoer o coração, esfregar na cara as práticas felizes dos adjetivos desnecessários, constâncias permanentes, ainda que contassem tudo aos ouvidos lá internos, na alma teimosa das pessoas, no sonho de ser feliz, a somar cordões de longas esperas aos idos da experiência inesquecível.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Mundo de sonhos - Emerson Monteiro
Nos mistérios da Natureza, os sonhos ocupam lugar privilegiado. Tal qual pensamentos independem da pura vontade dos que pensam, sonhos se apresentam na medida do sono e ninguém escapa dos encaminhamentos instigantes que formam noites a fora. Há estudos mil quanto aos sonhos. Na Ciência, busca persistente aprofunda respostas a isto, desde o passado remoto, e ainda permanece presa ao campo nebuloso das cogitações, circulando o tema de olhos atentos, porém precisando de maiores esclarecimentos que a todos convençam. Admirável esse universo sempre novo dos sonhos.A propósito, lembro de história que, um dia, ouvi de certo antropólogo americano, não lhe recordo o nome, que viajava pelas tribos da Amazônia e entrevistara velho pajé a respeito dos sonhos. Na entrevista, perguntou ao indígena do poder que as pessoas possuem de entrarem nos sonhos das outras.
Sem titubear, o feiticeiro respondeu que sim, as pessoas podem entrar nos sonhos das outras pessoas, acrescentando em seguida que iria demonstrar, na prática, ao pesquisador, o que estava afirmando naquele momento. Que entraria em um dos seus sonhos para provar o que dissera.
Depois de o professor seguir a outros locais de estudos, retornou à região alguns meses transcorridos desde então. Ali, de novo, se avistou com o pajé da entrevista. Nessa hora, o próprio selvagem foi quem tomou a iniciativa de lembrar o mesmo assunto dos sonhos, e perguntou:
- O senhor recorda de um sonho que outro dia teve, e que nele apareceu uma onça pintada em movimento dentro da floresta?
Após concentrar o pensamento, confirmou o antropólogo aquele sonho que, com clareza, vivenciara no intervalo de tempo após haver encontrado o pajé pela primeira vez.
- Pois aquela onça era eu – assim e naturalmente retribuiu o índio antigo.
Observo, contudo, a margem infinita dos conhecimentos em adquirir, nas jornadas da experiência, o domínio de si sob os mistérios que, a todo o momento, surgem nas portas da transformação, espaço do crescimento individual comum e fértil.
E concluo indagando aquilo mesmo que quis saber do índio o estudioso americano:
- É possível a uma pessoa entrar nos sonhos das outras pessoas?
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Nada fica solto, nessa hora tardia em que o sol se revela e parte - como tudo que parte.
Os pássaros voam pro sul, a noite se perde no azul... perfumando-se na cor de todas as flores, desfazendo-se num céu de sangue.
E o silêncio permanece. O mistério pousa nesse olhar cerrado que carrego quando a noite se fecha. Corro para dentro da noite! E cada vez que meus olhos se abrem e entrevejo o sonho que se acorda. Lá aonde os pensamentos vão se encontrar.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
O ANALFABETO POLITICO
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
História de um menino de rua – por Pedro Esmeraldo
Momento da Poesia - Por Claude Bloc
( Claude Bloc)
Não esconde nada:
Nem as palavras
Nem o silêncio
Nem a saudade
Nem o encanto.
Minha poesia
Só espelha minha voz no tempo
E o desejo de ser feliz
E celebrar a Vida em pleno.
O MAZOMBO
Significado de Mazombo:
O MAZOMBO
(Do livro Bandeirantes e Pioneiros de Vianna Moog)
E fosse alguém timidamente arriscar que na América do Norte também se inventava, que entre cada dez inventores pelo menos cinco eram americanos, que a América produzia já uma literatura bastante razoável, por vezes até apaixonante, talvez a mais apaixonante do nosso tempo; que tinha um teatro soberbo, superior até ao francês; que reunia do que havia de melhor no mundo em todos os ramos do conhecimento e do conforto! O mazombo, medularmente europeu, tomaria a afirmação como desconsideração à sua pessoa.
Outra paixão do mazombo: a caça indiscriminada à fêmea. Assim como no mundo da inteligência ninguém tinha espírito senão ele e os seus amigos - Null n'aura d'esprit hors nous et nos amis - no mundo da moral, mulher alguma teria honra, virtude e decência a não ser as de sua família e, por vezes, em casos de especial deferência, as da família de seus poucos amigos.
No mais, nem bom, nem mau. Apenas sorumbático, macambúzio, taciturno. Nada mais do que um ressentido com insofrido e histórico desejo de afirmação, a espera de uma cultura em que pudesse normalmente realizar-se.
Nos ombros do destino - Emerson Monteiro
aonde pretende; assinala dramas interiores e dificuldades ambientais, aventureiro do inesperado e da frieza das instituições sociais, em estruturas metálicas de sítios geométricos enigmáticos.
Nas trilhas da cidade grande envoltas nas sombras, no enxameio de máquinas apressadas, coisas misteriosas acontecem, grifadas nas impressões psicológicas que remexem as almas, a suprir solidões de becos escuros, na metrópole. Sentimentos se atritam dentro das madrugadas insones, fortes amores despertam em plenos expedientes e nas mesas dos restaurantes de luxo, seres esquisitos, fantasmas petulantes.
Nisso, a atualização das expectativas pouco satisfeitas de amores, amizades, companheirismo, aos moldes do que o romance permite na sua imprevisibilidade constante. Ananias sabe disso. Contundente, machuca feridas abertas pelos gestos incompreendidos. Uma surpresa sobrevoa todo tempo as peças do jogo, num ritmo frenético. A familiaridade com que conduz seu bloco de protagonistas revela habilidade que comunica e diverte.
Na força do romance, enxerga a ótica dos autores de produzir existências através da velha ficção. Desponta horizontes onde antes nada havia; com isso, desvela mundos e abre portas. Escrever páginas das histórias guardadas nas regiões mentais obscuras funciona qual psicanálise de cada época. A fúria dos que se descobrem fazedores de romances gera meios ao dizer dessas fases das sociedades, e as páginas vão abrindo espaço às emoções, aos papéis que avolumam relacionamentos nas palavras e nos contextos.
Neste seu quarto livro, Geraldo Ananias cresceu no amadurecimento e nas interpretações do espontâneo que prende a atenção e quer usufruir dos valores vindos nas calhas da criação literária.
Quando chega ao misterioso, o que houve também no livro anterior, Levado ao vento, abre as perspectivas reencarnacionistas, solução dos inúmeros espantos humanos das afinidades, idiossincrasias, tendências, no resgate das possibilidades tantas vezes consignadas, e pouco atendidas, dos impasses e contradições da vida. Indica, sem, no entanto, coagir. Insinua, sem confrontar crenças ou conceitos estabelecidos. Pisa as páginas do futuro qual explorador cuidadoso, circunstante, abrindo frestas às visões particulares das marcas deixadas em todo coração.
domingo, 22 de janeiro de 2012
LANÇAMENTO DO CLIP DA BANDA NIGHTLIFE
Há 9 anos na estrada, a banda sul cearense NIGHTLIFE vem fazendo a diferença por onde tem andado. Tocando e encantando uma galera sem limites de idade, passeia pelo rock e pelo pop com um estilo único, transformando qualquer evento em uma verdadeira festa, onde a alegria e a descontração são a tônica.
Em sua mais recente fase, dessa vez em parceria com a Sertão Pop Produções, está preparando o seu primeiro disco de músicas autorais, e já vem com um grande sucesso que está fazendo a cabeça da moçada. "THE PASSION", é a música de trabalho do CD que promete estourar na região do Cariri e certamente por esse Brasil afora. Está sendo lançado também um clip com a música e outras mudanças para melhor estarão acontecendo ao longo dessa nova fase da banda.
link do nosso clip no youtube:
http://www.youtube.com/watch?
Em breve disponibilizaremos todo esse material aqui para vocês.
Nossos contatos:
SERTÃO POP PRODUÇÕES:
Rua Araripe 163 - Centro - Crato-Ceará. - CEP: 63.100-380
Telefones: (88) 3521.5398
9666.9666 - TIM
8824.2131 - OI
8102.4051 - VIVO
9231.0991 - CLARO
De: Sertão Pop Cariri
Cantoria na Malhada - Por Claude Bloc
| Silvio Granjeiro e Francinaldo |
| Prestigiando a plateia... |
| Um pequeno improviso em versos... |
| Matheus Soares - prata da casa (sobrinho de Guri) - músicas sertanejas. |
| Uma platéia atenta... |
| Uma acolhida simpática e serena de Aparecida... (dona da casa). |
sábado, 21 de janeiro de 2012
Uma noite flutuante -- por Pedro Esmeraldo
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
O casamento de Diana e Leonardo Por João Marni
Queridos Leo e Diana, a vida em comum oferece momentos marcantes como na música _ ... “É pau é pedra”.../...“Quero a alegria de um barco voltando”..., ou na poesia _ ...” E agora, José” ?...
A verdade é que vocês têm que ter a confiança do Andarilho sobre as águas e a entrega d ’ Ele ao Senhor, sempre. A vida não é um abismo. É apenas uma estrada, longa e tortuosa. Assim, em momentos de dissabores, façam como dedo de topada: sarado, pedra esquecida, estrada passada.
O casamento é a consagração de um chamado, eco dos sons de dois corações. Entre desejos, a paixão cede o lugar para o amor - eis o pomar que exige dedicação e renúncia. Todo homem (e toda mulher) que compreender isso o mais rapidamente, colherá frutos inigualáveis. Terão quebrado o relógio da solteirice e trocado-o por uma aliança, símbolo do compromisso firmado entre a terra e o céu. E não se deve desdenhar do que Deus abençoa, pois se um causar o adeus, certamente Ele não soltará a mão de nenhum.
Leonardo, você está vivendo a época de ouro da sua vida. Agora, é hora do homem revelar-se maduro e dizer para o que veio. Procure jamais errar a porta da sua casa, lugar sagrado da família, palco das maiores alegrias e também das grandes preocupações. Pelo jeito e pressa terão, você e Diana, muitas: filhos!
Que a vida seja de renovações constantes entre juras e perdões, e entre abraços e beijos. Sejam desapegados pelo que for material, mas não a ponto de lhes faltarem. Usem sim, de forma generosa e até esbangem no dia a dia, das palavras segundo o conceito do médico e escritor Moacyr Scliar: “As palavras servem para estabelecer laços entre as pessoas e para criar beleza – Pelo que a elas devemos ser eternamente gratos”. Respeitem-se. Façam um milhão de amigos.
Querido Leonardo, valorize a atividade profissional da sua esposa Diana (por sinal a mesma da sua brilhante mãe, Fátima), e a incentive sempre, estimulando-a a prosperar. No mínimo, ela saberá cuidar das feridas, sobretudo as do coração...
Querida Diana, eis aqui mais um peito amigo. Não precisa esconder suas tristezas, porque saberei encontrá-la e acalentá-la. Use a cozinha para fazer as mamadeiras dos filhos (passada a fase da amamentação, claro) ou um lanche rápido. Não se detenha por muito tempo diante do fogão, como o fez minha pobre e sofrida mãe. Por outro lado, faça como ela, não procurando colecionar o que não irá usar, pois muitas mulheres descalças e andrajosas estarão à espera de um gesto seu. A caridade é a chave para o Grande Portão. Procure manter essa simpatia cativante e não se distancie de si jamais. Sejam intolerantes com a injustiça, não a permitindo nunca. Deus irá admirá-los muito, por isso.
É bom sempre lembrar que o maior legado que Ele nos concedeu foi a própria vida, seja a telúrica, bela e efêmera, mas principalmente a prometida ao Seu lado. Todos os sonhos acabam-se, à exceção desse, não é mesmo? Isso é unanimidade até entre os incréus à hora da morte!
Pois é, vencermos aqui todas as suas etapas é o grande desafio, mas a conclusão sempre será a mesma: papai e mamãe tinham razão! Tudo renova-se na união com amor.
Sejamos gratos a Nosso Senhor, o grande “corta-jaca” de vocês dois e que apadrinha a esta completude, há tanto esperada e desejada. Que bom, nossa família ficou bem maior e melhor.
Com nossas bênçãos, beijos e abraços,
João Marni, Fátima, Monalissa, David, Tassiana, Breno e Maria Alice.
Crato, 21.01.2012












