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"Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
"

(Carlos Drummond de Andrade)

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... Por do Sol em Serra Verde ...
Colaboração:Claude Bloc


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quinta-feira, 25 de março de 2010

Simone Signoret




Simone Signoret, pseudônimo de Simone-Henriette-Charlotte Kaminker (Wiesbaden, 25 de Março de 1921 — Paris, 30 de Setembro de 1985) foi uma famosa atriz francesa nascida na Alemanha.

Considerada uma das atrizes mais convincentes do cinema francês, ela começou em 1942 com o filme Bolero, durante a ocupação nazista. Em 40 anos de carreira interpretou uma grande diversidade de personagens.

Em 1944 se casou com o diretor Yves Allegret com quem teve a filha Catherine e de quem se divorciou em 1949. Em 1951 se casou com o cantor e ator Yves Montand. Juntamente com ele militou até o início dos anos 80 no Partido Comunista Francês.

Seu primeiro papel de protagonista foi em Démons de l'aube, em 1946, e pouco depois impôs sua beleza em La ronde de 1950, uma comédia provocadora baseada na obra de Arthur Schnitzler. Atuou sob a direção de Luís Buñuel em La mort en ce jardin, de 1956, e obteve o primeiro Oscar outorgado a uma atriz não-estadunidense por seu papel em Room at the Top, que no Brasil teve o título de Almas em leilão, em 1959.

Simone Signoret formava com Yves Montand um lendário casal. Estavam unidos por uma profunda ternura e por muitas causas e lutas políticas vividas juntos e o longo de um casamento de 35 anos. Eles trabalharam juntos pela primeira vez, já casados, na peça de Arthur Miller, As feiticeiras de Salém, uma alegoria do macartismo. Depois eles fariam juntos cinco filmes, entre eles Paris está em chamas (1966), de René Clement e A confissão (1970) de Costa-Gavras.

Outros desempenhos brilhantes desta atriz foram em O gato, de 1970, em um duelo interpretativo com o grande ator francês Jean Gabin; em A viúva, de 1971, ao lado de Alain Delon; e em Madame Rosa, de 1977.

Sua autobiografia, A nostalgia já não é o que costumava ser, foi publicada em 1977. Ela morreu de câncer em sua residência na localidade de Eure, na zona oeste de Paris.

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