Criadores & Criaturas
"Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata."
(Carlos Drummond de Andrade)
ENVIE SUA FOTO E COLABORE COM O CARIRICATURAS
FOTO DA SEMANA - CARIRICATURAS
claude_bloc@hotmail.com
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Por Altina Siebra
Para Jayro Starkey
José Roberto A. Igreja*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação - UOL Educação
==================================
Sei lá!
Beats me!
•Barry: - What does the acronym LASER mean?
Jay: - Beats me! Try looking it up in a dictionary.
Barry: - O que a abreviação LASER significa?
Jay: - Sei lá! Tente procurar num dicionário.
Observações:
1. LASER: Light Amplification by Stimulated the Emission of Radiation.
2. Search me! é outra expressão informal com o mesmo significado de Beats me!.
Rachar a conta
To go dutch
•"Let's go dutch!", Susan told Bob when the waiter brought them the check.
"Vamos rachar!", Susan disse a Bob quando o garçom trouxe a conta.
Observações:
1. A expressão to go dutch normalmente se restringe ao sentido de "rachar contas de refeições".
2. Outra expressão alternativa, esta mais genérica, é to split the Bill.
Quase nunca
Once in a blue moon
•As Burt's in-laws live very far away, he only visits them once in a blue moon.
Como a família da esposa de Burt mora muito longe, ele quase nunca os visita.
Observação:
Os advérbios very seldom e hardly ever, menos informais, também são muito usados nesse contexto.
Terceirização
Outsourcing
•Outsourcing of non-core activities is a usual practice among many companies nowadays.
A terceirização das atividades não-principais é prática comum em muitas empresas hoje em dia.
Observação:
Para traduzir o verbo "terceirizar", use to outsource:
•Many companies prefer to concentrate on their core business and outsource other departments.
Muitas empresas preferem concentrar-se em suas atividades principais e terceirizar outros departamentos.
http://educacao.uol.com.br/ingles/expressoes-coloquiais-5.jhtm
Hablas español?
"Tivesse" ou "estivesse"? -

Na fala corriqueira, é muito comum que se anule a diferença entre as formas “tivesse” e “estivesse”, esta última, com a sílaba inicial suprimida, reduzida à primeira. Ocorre que, no discurso escrito, em que se privilegia a norma culta, é preciso assinalar a distinção entre elas – afinal, uma pertence ao verbo “estar”, e outra, ao verbo “ter”.
O leitor poderá, a título de teste, observar à sua volta, durante um dia, quantas vezes as pessoas dizem “tivesse” ou “tivessem” no lugar de “estivesse” ou “estivessem”: “Se eu tivesse lá, eu teria dito...”, “Se vocês tivessem aqui, vocês saberiam...”. Uma dica: se, depois do verbo, vier um termo que indique lugar, use “estivesse” ou “estivessem” – afinal, alguém pode estar em algum lugar, mas não ter em algum lugar...
O problema também se verifica no futuro do subjuntivo, quando “estiver” vira “tiver”. Na letra de um antigo e conhecido samba de Luiz Américo, encontramos os seguintes versos: “Quando eu tiver / Com a minha cuca cheia de cachaça/ Te arranco dessa roda, te ganho na raça/ Te levo pra ser dona do meu barracão”. Os versos, que reproduzem a fala popular, confirmam essa tendência a confundir “ter” com “estar” no modo subjuntivo.
Abaixo, a correção da frase em epígrafe:
"Aquilo me deixou bem apavorada. Era como se ele estivesse voltando dos mortos", diz ela.
http://educacao.uol.com.br/dicas-portugues/tivesse-ou-estivesse.jhtm
- Claude Bloc -
Nunca gostei muito de estar em meio a multidões. Gosto de (re)conhecer rostos, nomes, sorrisos. Gosto de adivinhar olhos, olhares. Por isso fico feliz quando perambulo pelas ruas de Crato. É lá que me sinto em minha terra, junto ao meu povo, gente que me fala e me sorri como se me conhecesse de sempre, como sempre, para sempre.
No Crato tudo faz sentido: inverno ou verão. É o chão que amo, que pode ser tocado com meus dedos, com a sola dos meus pés e que, nesse momento específico, consegue fazer sentir-me em casa, sem mais nem menos. Tudo é, enfim, coisa percebida, sentida, conhecida. Sinto, então, na essência desse mútuo cativar - terra, chão, pessoas queridas - que todas as cores desejam abrir-se aos meus olhos, à sempre nova experiência de retornar e assim de novo poder voar. (Por que não?).
.
Quando estou em Crato, minha vida segue pelas ruas a querer deixar-se caminhar sem tempo, para ver, escutar, cheirar a brisa da serra, o frio da madrugada, as peculiaridades que só conhece quem ama seu torrão.
.
Cada vez que vou ao Crato acrescentam-se muitos nomes à lista habitual dos seres que me são confiados pela amizade e fico, cada vez que retorno, a esperar o milagre. Um qualquer. Um voltar definitivo, uma oportunidade decisiva, uma acolhida incisiva e determinante... Mas essa crença só tem sentido quando se revela a essência deste terreno fértil. É uma crença que não abandono e que me impele para frente com o pulsar da esperança.
Muitas vezes chego ao meu limite nessa paciente espera. Mas sei que não posso manter minha máquina sempre acelerada, sem fim, sem números, sem rosto. Sei que o tempo tem de ter o seu tempo, cada fruto o seu tamanho e seu nome. Mas sei também que quero estar onde a mão toca e sente, onde os olhos se cruzam, onde o risco se arrisca... Onde a paciência é virtude para se conhecer, plantar, saber esperar, colher, amar, cuidar... E assim posso ficar no centro, na margem, no fim de cada gesto preciso, mesmo que lento, acompanhando o ritmo das estações.
É por essas e outras que gosto de estar no Crato. Sempre gostei. Porque Crato lembra o amor em gestação. Um amor que se renova a cada ano, que constrói, que acolhe, que floresce. Assim e sempre assim amo o Crato, cheia de pressa, mas profundamente, pois não quero mais ter saudades de uma primavera para depois não a ver chegar.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Não tem nada pior do que ser hipocondríaco num país que não tem remédio.
Eu tomo remédio para controlar a pressão.
Cada dia que vou comprar o dito cujo, o preço aumenta.
Controlar a pressão é mole.
Quero ver é controlar o preção.
Tô sofrendo de preção alto.
O médico mandou cortar o sal.
Comecei cortando o médico, já que a consulta era salgada demais.
Para piorar, acho que tô ficando meio esquizofrênico.
Sério!
Não sei mais o que é real, principalmente, quando abro a carteira ou pego extrato no banco.
Não tem mais nem um Real.
Sem falar na minha esclerose precoce.
Comecei a esquecer as coisas:
Sabe aquele carro novo?
Esquece!
Aquela viagem de férias?
Esquece!
Tudo o que o barbudo prometeu?
Esquece!
Podem dizer que sou hipocondríaco, mas acho que tô igual ao meu time: nas últimas.
Bem, e o que dizer do carioca?
Já nem liga mais pra bala perdida...
Entra por um ouvido e sai pelo outro.
Faz diferença...
"A diferença entre o Brasil e a República Checa...
É que a República Checa tem o governo em Praga, já o Brasil tem a praga no governo.
Boa noite com Cacaso !
(Lourenço Baêta e Cacaso)
Ah! como eu tenho me enganado
como tenho me matado
por ter demais confiado
nas evidências do amor
como tenho andado certo
como tenho andado errado
por seu carinho inseguro
por meu caminho deserto
como tenho me encontrado
como tenho descoberto
a sombra leve da morte
passando sempre por perto
o sentimento mais breve
rola no ar e descreve a eterna cicatriz
mais uma vez,
mais de uma vez,
quase que fui feliz!
Engels
UM CASTELO DE VERDADE - Por Edilma Saraiva Rocha

Numa tarde comum um alerta comum.
_ Correio !
Me dirigi ao portão abri o envelope contendo um convite para um casamento, local Castelo de Petrópoles no Rio de Janeiro. Bem distante mas especial pelo casal de noivos. Fui aos poucos me programando para aquela viagem que de certo o Castelo era o título de algum Buffet Serrano.
Ao desembarcar no Rio de Janeiro seguimos juntos com outros convidados em uma Topic que já nos aguardava no aeroporto Santos Dumont para levar-nos ao destino final. A hospedagem seria no próprio Buffet e a festa era com um número limitado de convidados. Mas ao me deparar no local tive a agradável surpresa de que era um castelo de verdade. Meus olhos não perdiam cada detalhe surpreendente pelo caminho até chegar aos meus aposentos. Um quarto enorme com seis camas belíssimas e bem confortáveis e decoração digna do lugar. Um armário enorme que acomodou toda a nossa bagagem e o vestido da noite sem maiores dificuldades. A sala de banho era espaçosa e com uma certa modernidade nas instalações.
Como já era tarde todos fizeram um pequeno lanche e se acomodaram nos seus respectivos aposentos. Já conhecia outros castelos espalhados pelo meio do mundo mas como turista, não como uma hóspede. Tomei banho quente, me perfumei, vesti uma camisola vermelha e longa, nos pés um par de chinelos macios e quando todos dormiram fugi com uma pequena lanterna da mesinha de cabeceira na tentativa de explorar um pouco o lugar. O silencio era total e todos, acho que dormiam profundamente. Eu era somente um vulto solitário que vagava pelo castelo na noite pisando levemente sobre os mosaicos antigos em busca de preciosidades. Minha camisola esvoaçante refletia sombras nas paredes e com passos apressados pelo prazer das descobertas. Como não tenho mesmo temor a nada certamente não ouviria o rangi das correntes e também os vultos dos fantasmas que certamente estavam surpresos com a nova visitante noturna. Atravessei um enorme corredor repleto de janelas com vitrais assinados pelos irmãos Formentti e me deparei com uma enorme escultura la no alto próximo ao teto representando um casal enamorado esculpida em mármore branco de Carrara assinada por H. Cozzo, artista consagrado na época de 1920 no Rio de Janeiro. Em seguida encontrei uma torre contendo uma enorme escadaria de madeira de lei toda trabalhada em florais e arabescos e desci cuidadosamente ao saguão de entrada. Procurei um interruptor e acendi as luzes de um belíssimo lustre de cristal contendo 24 mangas em Bacarah bisotado, um deslumbre em pedras e luzes. Em frente uma enorme porta como numa protecção e deparei-me com uma armadura medieval protegendo a sala de espelhos que ficava atrás, uma réplica do salão de Versalhes, na França. No alto da escada 3 retratos em tamanho natural decoravam as paredes numa pintura a óleo assinados por Luiz Almeida Junior, ano 1946 e 1947. Eram imagens da proprietária da casa e de suas duas filhas adolescentes. Trabalhos maravilhosos em pintura clássica.
Escutei um barulho no andar de cima e fugi rapidamente mas não me contive em parar um pouco ao passar por uma biblioteca repleta de livros em armários fechados e com portas de vidro, mas certamente eu voltaria no dia seguinte. Entrei no meu aposento e não consegui dormir imaginando todo o esplendor que ali aconteceu em festas e saraus regados a vinhos e chás quentes servidos as damas e cavalheiros...
O dia amanheceu e pulei da cama para conhecer a verdadeira história daquele lugar mágico. Encontrei no restaurante 2 netos do antigo proprietário que trabalhavam no serviço do hotel e comecei uma investigação sobre aquele lugar. O projeto foi do arquitecto Lívio Costa com inicio em 1920 e finalizado em 1927. O proprietário se chamava Sr. Lourival Lopes Ferreira e lá era a sua residência de verão. No projeto 3 torres adornavam a construção com cobertas cónicas elegantemente recobertas em escamas de ardósia. As paredes foram revestidas com pedras de granito bruto por mestres portugueses. Sr. Lourival Lopes Ferreira foi o famoso ricaço carioca dono do Casino da Urca nos anos 20 e dentro do próprio castelo existe ainda outro ambiente para jogos de roleta, poquer e bacará lacrado definitivamente que serviu para grandes perdas da fortuna da família. Em 1960 foi vendido a um grupo de investidores e no ano seguinte passou a sede do Cauntry Club ocupando os aposentos na transformação de um hotel e aluguel para eventos sociais, agredindo o projeto inicial com construção de piscinas, quadras de esportes e desmatamento para cavalgadas.
Na estrada de Petrópoles Km 83, encontrei um castelo, percorri seus bosques, admirei as enormes hortencias azuis, orquiedeas, lírios e borboletas, escutei o canto dos passáros ao longe como uma lembrança infantil na vida adulta. Assisti a uma belíssima cerimonia de casamento mas com certeza aos meus olhos e a minha sensibilidade o meu sentimento teve um diferencial dos demais convidados.
Edilma Saraiva Rocha
Carmen Miranda
wikipédia
CLIQUE - Por Edilma Saraiva Rocha
Pros meus amigos ausentes e presentes - por Socorro Moreira
O vídeo da festa do Cariricaturas
e-mail: fr-garcia@bol.com.br
Valor do vídeo: 35,00
COMPOSITORES DO BRASIL

a gente tem que ser,
em primeiro lugar, anarfabeto".
ADORINAN BARBOSA
Por Zé Nilton
Diz-se que Adorinan Barbosa é o heterônimo do cantor, compositor, humorista e ator João Rubinato. O homem é descendente de italianos, daí essa capacidade para viver o cômico e o trágico tanto na música como na vida artística.
Criou todos esses personagens no bairro do Bixiga e não no de Jaçanã como diz na música Trem das Onze. Por ali e suas imediações ele descreveu histórias dos pobres, dos desvalidos, dos boêmios, dos arruaceiros, dos trabalhadores sem valor, tirando sarro de tudo e de todos. Deu-lhes voz e vez porque os registrou no que há de melhor na Música Popular Brasileira – o samba (paulista).
O ouvido de Adorinan Barbosa foi privilegiado. Captou os sons audíveis e inaudíveis das falas e das músicas do povo. Matéria prima de sua criação artística e musical. Na música, ou melhor, no samba, música do povo, brincou com o ritmo e com as palavras. Caiu no gosto da plebe. E quando os ilustrados viram que era bom, adoraram e adotaram Adorinan, e São Paulo nunca mais parou de ser a referência de um samba genuíno, de raiz e bonito.
Aliás, quando ouço ou leio “S.Paulo, túmulo do samba”, rogo à Santa Cecília –Mãe, perdoai porque eles não sabem o que dizem...E lanço meus ouvidos para a música de Adorinan, num ato de desagravo.
Conheci Adorinan primeiro em filmes, nos de Mazzaropi. Sessão dominical das 13 horas, Cine Cassino. Tudo muito normal – o calor e o filme em preto e branco. Lembro-me de “Candinho”, “A Carrocinha” e um de cangaceiros.
Sou vidrado na voz de Adorinan Barbosa. Voz de taboca, diria meu pai. Esta voz gaga e rouca entra no ritmo e no compasso de suas músicas e lhes conferem identidade. Nunca o ouvi interpretando músicas de outros compositores. Daria certo?
Cem anos de Adorinan, nesse dia 02 de agosto. Na verdade, idade em dois nos antecipada para garantir os benefícios da C.L.T. Aqui me lembrei de outra voz rouca: Nelson Cavaquinho, antecipação de idade para servir ao Exército.
Assim como você, falaria muito de Adorinan porque ouvi e ouço muito suas músicas. Vamos ficar por aqui deixando um convite para saborear algumas de suas obras-primas amanhã no Compositores do Brasil.
Na sequencia:
UM SAMBA NO BEXIGA, com Demônios da Garoa
ABRIGO DE VAGABUNDO, com Adorinan Barbosa
BOM DIA, TRISTEZA, de Adorinan Barbosa e Tom Jobim, com Maysa
CONSELHO DE MULHER, (porgressio), de Adorina Barbosa e Oswaldo Moles, com Demônios da Garoa
TORRESMO A MILANEZA, de Adorinan Barbosa e Carlinhos Vergueiros, com Adorinan Barbosa, Clementina de Jesus e Carlinhos Vergueiros
TIRO AO ALVARO, de Adorinan Barbosa e Oswaldo Moles, com Adorinan Barbosa e Elis Regina
PROVA DE CARINHO, de Adorinan Barbosa e Hervê Cordovil com Demônios da Garoa
DESPEJO NA FAVELA, com Adorinan Barbosa e Gonzaguinha
AS MARIPOSAS, com Demônios da Garoa
TREM DAS ONZE, com Demônios da Garoa
SAMBA DO ARNESTO, de Adorina Barbosa e Alocin com Demônios da Garoa
SAUDOSA MALOCA, com Demônios da Garoa
TRISTE MARGARIDA, com Adoniran Barbosa.
Quem ouvir verá!
Programa Compositores do Brasil
Rádio Educadora do Cariri – 1020
Todas as quintas-feiras, de 14 as 15 horas
Pesquisa, produção e apresentação de Zé Nilton
Retransmissão: www.cratinho.blogspot.com
FELICIDADES
.....|..FELICIDADES....|||"|""\_
.....|_________________ |||_|_|)
.....!(@)'(@)""**!(@)(@)***!(@)''
a todos os que compõem o CARIRICATURAS.
Verdades...
Crônica de Rachel de Queiroz
Por Everardo Norões
Prestação de contas dos livros "Cariricaturas em verso e prosa"
-105 foram usados , como parte do ingresso ( 1 livro por mesa).
*Como cortesia, em reciprocidades de apoios:
10 p/Elmano Rodrigues (brindes em livros)
35 para Emerson Monteiro (publicidade)
20 p/Edilma Saraiva ( mtl de apoio à festa)
20 p/Pachelly (foto da capa)
10 p/Heládio ( compra antecipada , patrocinando um dos escritores)
15 p/Claude Bloc ( brinde das " caretinhas e vídeos)
10 p/Sônia Jamacaru e Marcos Jamacaru ( decoração da festa com bolas)
10 p/ a biblioteca do Sesc de Juazeiro do Norte
115 serão vendidos para cobrir as despesas com o evento, (descontadas as comissões dos vendedores), sendo 95 do Cariricaturas e 20 "Poeiras na réstia" , doados pelo escritor Everardo Norões .
* Everardo nos presenteou com 50 dos seus livros:
10 foram vendidos no dia do lançamento p/cobertura imediata de despesas;
20 foram usados como publicidade, e distribuídos entre os formadores de opinião.
(Os livros acima referidos, encontram-se à venda , nos principais pontos de vendas da cidade)
Informamos , para nossa tranquilidade, que todas as despesas contraídas com terceiros foram prontamente quitadas : gráfica, papelaria, Músicos, aluguel do Clube , coquetel, embalagens,aluguel de mesas e cadeiras, prestação de serviços, etc.
Missão cumprida !
O Cariricaturas agradece o apoio , compreensão e participação de todos !
No próximo ano tem mais !
VOCÊ AINDA ACREDITA EM VEREADOR? – Por Pedro Esmeraldo
Ultimamente, alguns deles dançam na maré mansa, aceitando a influência de abutres, e dormem facilmente entregando os pontos com habilidade.
Isto nem é bom falar porque poderemos cair na desanimação e permanecer numa ansiedade. Vimos o Crato esquecido sem comando e, pasmem!, senhores: a cidade está cada vez mais desorganizada pelos provocadores inimigos.
Por isso queremos lembrar aos nobres vereadores que não querem ter amor ao Crato e consideramos, como a maior autoridade legislativa, que não deixem o Crato cair no esquecimento. Dêem valor à prata de casa , visto que a cidade está amargurada devido a falta de amor dos políticos que entregam o Crato aos seus inimigos.
Não é de bom alvitre que todas as curvas do indiferentismo sejam provenientes desses representantes do povo. Pedindo que através do trabalho saiam da dificuldade e desempenhem bons papéis, aliando-se a pessoas honestas que tenham amor ao Crato.
Vejam bem, agora talvez não seja preciso explicar, pois temos plena convicção que o Crato sofre devido às mazelas provocadas por esses políticos inoportunos e que se vendem por qualquer preço desprezando o progresso da cidade.
Senhores, lembrem dos anos passados, quando que o Crato perdeu, na calada da noite, o Campus da UFC devido à fragilidade desses políticos. Se não têm coragem de trabalhar, afastem-se da política e entreguem o Crato a quem queira trabalhar.
Agora mesmo, deparamos com a queda SESI, em tempo passado, a mola mestra do lazer para os trabalhadores cratenses. Devido à fraqueza e á incompetência dos péssimos administradores, a cidade não evoluiu e agora estamos apreensivos, olhando para o céu e pedindo a Deus que nos afastem de nós os homens preguiçosos
Obs: Dizem que a dor ensina a gemer. Parece que esses políticos já estão sentindo a dor do desespero e da discórdia popular, já que estão querendo se movimentar em defesa da cidade.
Crato- CE, 03 de agosto de 2010
Esses nossos magistrados...
- Nobre colega, inobstante este fortuito imprevisível, sugiro que desconsideremos o ocorrido, crendo eu que o CORRETO seria que a minha mulher venha comigo, no meu carro, e a sua mulher volte com Vossa Excelência no seu.
Ao que o outro respondeu:
-Concordo plenamente, nobre colega, que isso seria o CORRETO, sim... no entanto, não seria JUSTO, levando-se em consideração que vocês estão saindo e nós estamos entrando.Portanto... boa viagem com essa “piranha”.
Autor: desconhecido
Postagem: José Nilton Mariano Saraiva
CONVITE
REUNIÃO DA 2ª GUERRILHA DO ATO DRAMÁTICO CARIRIENSE 2010
SÁBADO, DIA 7 DE AGOSTO DE 2010, 15 HORAS
LOCAL: TEATRO RACHEL DE QUEIROZ - CRATO-CE
Informações: Cacá Araújo - (88) 8801.0897 / (88) 9960.4466 / (88) 3523.7430
cacaraujo66@yahoo.com.br / cariridasartes@yahoo.com.br
CONFIRME SUA PARTICIPAÇÃO!
Almina Arraes, Alencar, Pinheiro - por José do Vale Pinheiro Feitosa
em 03.08.2009

- Claude Bloc -
Apareço aqui hoje com um pouco de atraso porque cheguei a Fortaleza no final da tarde depois de uma deliciosa (embora cansativa) estadia em Crato. Me perdoe, Dona Almina, pela homenagem tardia, mas meu coração preferiria que eu tivesse ido dar-lhe meu abraço pessoalmente.
Eu sei quem és,
És mulher forte,
De Sul a Norte é teu o abraço
Que eu envio
Antes em ti essa grandeza
Essa ousadia da alma
Pois que
És água certa
És mãe
És bênção
És sal da terra.
***
Hoje é o dia de Dona Almina e venho falar dessa pessoa a quem muito admiro e que tem pelo seu exemplo de vida , sido uma pessoa muito especial para muita gente. Uma mulher meiga e suave que imprime carinho e confiança para quem dela se aproxima, para quem com ela convive ou simplesmente se acerca de sua casa para momentos de tranqüila alegria.
Tenho que hoje mostrar-lhe o quanto suas palavras me fazem e fizeram refletir sobre minha própria vida porque foi com ela que aprendi a não abandonar os sonhos.
Confesso que a admiro, pois mesmo em seus momentos de cansaço ela os ultrapassa e se ultrapassa , fazendo na verdade a grande diferença.
Dona Almina é para mim uma heroína dos tempos modernos , que luta pelos seus e sobretudo pelos direitos dos outros.
Portanto só posso dizer que, na verdade, fico orgulhosa por poder usufruir do seu olhar materno, de sua força e da determinação que lhe é peculiar e que nos mostra em cada empreitada. Pelo seu dia Dona Almina meu abraço estreito e emocionado.
Que Deus a proteja e nos abençoe.









