Criadores & Criaturas



"Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
"

(Carlos Drummond de Andrade)

ENVIE SUA FOTO E COLABORE COM O CARIRICATURAS



... Por do Sol em Serra Verde ...
Colaboração:Claude Bloc


FOTO DA SEMANA - CARIRICATURAS

Para participar, envie suas fotos para o e-mail:. e.
.....................
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terça-feira, 8 de novembro de 2011

CICLO DA VIDA - Por Edilma Rocha


Vejo o ciclo
da vida se fechar,
como uma missão cumprida...

O semblante é de dor
o sorriso sem vida
os olhos sem cor
da vida sofrida...

Quando tudo cala,
a morte chega devagar
sem barulho sem vulto
deita e fica
a espreitar...

Toma seus corpos
adormecidos
e espera sem pressa
suas vidas levar...

Mas,
despertam outra vez e
a morte foge depressa...
Arrastam seus corpos lentos
pelo caminho da casa
sem pressa...

São dois
homem e mulher
com almas tristes e sofridas
a espera de mais um dia
para completar
o ciclo da vida...

E assim seguem
sem forças
a espera de um amanhã
que será curto ou longo
no cochilar do divã...

VELHAS TINTAS

- Claude Bloc -


Meus momentos
São tantos
São muitos
São infinitos "vai-e-vem"
que me conduzem
à velha casa

em que cresci...
 

Guardo em mim
fotos que tenho na memória
ranhuras de um tempo
em seu delicioso deslizar...
E ainda consigo sentir

o cheiro das velhas tintas
no ensejo dos novos tempos.

 

E vez por outra,
de vez em quando,
ouço velhas histórias
que o tempo traz de volta
na velha casa em que cresci.



 Claude Bloc

ARTISTA NA INFANCIA - Por Edilma Rocha


Artista de 4 anos vende quadros a US$ 10 mil em Nova York


Uma menina de quatro anos de idade se tornou a artista profissional mais jovem a assinar uma exposição na "Galeria Agora", em Nova York.


Aelita Andre é autora de nove quadros que, segundo os organizadores, já estão sendo vendidos a preços que alcançam US$ 10 mil.


Filha de pais artistas, a menina desenvolveu desde cedo a veia artística. A diretora da galeria, Angela Di Bello, diz que a artista é " Consistente e desenvolveu um estilo próprio". As pinturas dela têm "equilíbrio", diz, " Acho que é expressionismo abstrato, mas também surrealismo pela forma como ela insere objetos nos seus trabalhos".


O pai da menina, Michael Andre, diz que a filha vê a arte de forma "Inocente", sem a influência e a intimidação dos movimentos artísticos.


Para a menina, a motivação artística é que pintar a faz se sentir "Especial".


Fonte - Notícias artísticas da atualidade


Carta de João Paulo II aos Jovens

Na sua visão de um espírito iluminado, o agora Beato João Paulo II falava dos santos de hoje, o santo de calças jeans e tênis

(Postado por Armando Lopes Rafael)

"Precisamos de Santos sem véu ou batina. Precisamos de Santos de calças jeans e tênis. Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que  "ralem" na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, Santos do século XXI com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo. Precisamos de Santos que bebam Coca-Cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem disc man.
Precisamos de Santos que amem a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refri ou comer pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo mas que não sejam mundanos".

Papa João Paulo II.

ELEGÂNCIA



As atividades cotidianas nos nossos dias estão levando o ser humano a um inexplicável isolamento. Quase a totalidade dos nossos atos estão ligados ao mundo virtual. Nos tornamos pessoas solitárias e talvez, por isso, nos tornamos pessoas frias. O respeito ao ser humano foi relegado à seara das coisas secundarias nas nossas vidas. O homem precisa voltar a ser mais humano, menos solitário, mais social e mais sociável. O texto abaixo trata de uma característica que raramente encontramos nos dias de hoje. A elegância.

"Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detecta-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam, nas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detecta-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detecta-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber disso...
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição.
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo.
É elegante a gentileza...
Atitudes gentis, falam mais que mil imagens.
Abrir a porta para alguém... é muito elegante.
Dar o lugar para alguém sentar... é muito elegante.
Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza pela observação,
Mas tentar imita-la é improdutiva.
A saída é desenvolver a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que “com amigo não tem que ter estas frescuras”.
Educação enferruja por falta de uso.
E, detalhe: não é frescura."

Toulouse Lautrec

do site www.pensador.uol.com.br//pensador.INFO

A Marquesa de Santos -- por Armando Lopes Rafael


Numa viagem que fiz a São Paulo tive oportunidade de conhecer o Pátio do Colégio. Trata-se do lugar histórico mais importante da capital paulista. Naquele local foi reconstruído – em 1954 –  o colégio dos jesuítas, tal como existia no início da cidade de São Paulo. Naquele colégio viveu e lecionou o Beato José de Anchieta.

Lembro-me como se fosse hoje. Passando, por acaso, numa rua atrás do Colégio, vi, surpreso, um bonito casarão(foto acima) e lá uma placa indicando que o mesmo pertencera a Domitila de Castro Canto e Melo, a famosa Marquesa de Santos. Bom esclarecer que a marquesa é vista, ainda hoje, por seus conterrâneos,  como uma pessoa caritativa para com a pobreza da São Paulo antiga.

O preâmbulo acima foi necessário para transcrever a notícia abaixo, publicada na edição desta terça-feira,  8 de novembro, no jornal “Folha de S.Paulo”. A conferir.

“Solar da Marquesa de Santos, no centro de São Paulo, reabre para visitação
Depois de três anos de obras, o Solar da Marquesa de Santos, ao lado do Pateo do Collegio, no centro da capital paulista, reabre para visitação no dia 19. Na inauguração, a mostra será sobre a própria marquesa Domitila de Castro Canto e Melo, célebre amante de Dom Pedro 1º, com exposição de seus objetos pessoais. A marquesa de Santos foi dona do imóvel de 1834 a 1867 e as festas que promovia se tornaram famosas. Depois de sua morte, em 1867, o solar sofreu reformas que mudaram a estrutura original.
Segundo a prefeitura, não foi possível fazer um restauro que reproduzisse características originais de qualquer uma das épocas de ocupação do solar. Por isso, optou-se por preservar elementos importantes de cada uma das modificações mais antigas. O restauro do casarão do século 18 custou R$ 2 milhões e 700 mil reais.”

Parabéns ao governo e ao povo da capital paulista por conservarem o seu patrimônio histórico- arquitetônico. Isso deveria servir de exemplo para as demais cidades brasileiras.

Armando Lopes Rafael

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

IN - ( Sight ... )



Não é interessante que todo mundo que tem bom senso pensa como a gente ?


A FALTA DE EDUCAÇÃO E A BURRICE

EDUCAÇÃO - Ação de desenvolver as faculdades psíquicas, intelectuais e morais...
FALTA - . Deficiência, privação, Ausência, imperfeição...


Posso concluir então que: A Falta de Educação é, portanto, a deficiência, Ausência ou Imperfeição na ação de desenvolver as faculdades psíquicas, intelectuais e morais.
É fato que podemos e devemos evitar cotidianamente. O homem, enquanto um ser racional, tem o poder e a faculdade de decidir qual a forma de tratar os mais próximos. Numa pesquisa sobre este assunto deparei com uma matéria muito rica. Abaixo transcrevo um texto o qual me pareceu super interessante, abordando este tema:

"Têm duas coisas na vida que me deixam cabreira: gente mal educada e gente burra. Tem gente que é grosseira por natureza. Esse é o mal educado nato. Já nasceu assim e a vida não conseguiu burilá-lo. Seu primeiro vagido, com certeza, já foi um xingamento ao médico que o retirou do seu cantinho quente no útero materno. O mal educado joga merda para todos os lados. Sem mira. Acerta no primeiro que atravessar seu caminho. Quando precisa de um serviço, não pede. Manda. Quando ouve uma resposta que não condiz com sua vontade, xinga como se o outro fosse responsável. O mal educado te joga pedras até virtualmente. Vejo gente reclamando de certos comentários ofensivos aqui no Recanto...
Quando falo em gente burra, não estou me referindo a gente estudada ou não. Uma pessoa pode ter apenas o antigo curso primário, como era o caso do meu pai, e ser culta. Meu pai lia muito, conhecia muito, era um homem inteligente. Já outros, apesar de cursos superiores, não têm visão e esses, para mim, são os burros. Têm alcance limitado e não passam de certos limites pré-estabelecidos.
Burrice e falta de educação são inatos ao espírito ou incutidos desde a tenra infância. Talvez venham de berço. E não escolhem classe social. Vemos pessoas economicamente humildes, primorosamente esculpidas no conhecimento e no trato com o semelhante. Enquanto que pessoas nascidas em berço de ouro são pedantes, grosseiras, burras. E não tem estudo que modifique o íntimo. O conhecimento se adquire com a convivência, com a vida, mas inicia no lar. É algo intrínsico no ser, faz parte de uma personalidade que se assemelha ao granito, dura, e não existe instrumento suficientemente capaz de moldá-lo. As obras de arte do
Aleijadinho tiveram as mãos sensíveis do escultor, que conseguiu transformar a pedra em algo divino. A personalidade do homem grosseiro e bronco é mais difícil de esculpir. Não sei se existe formão capaz de furar o bloqueio maciço de uma "pedra interior".
Não quero causar polêmica. Estou sendo sincera e termino como comecei: não consigo conviver com falta de educação e burrice".

Giustina


http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/2348637

Pensamento do Dia - Brasil, mostra a tua Cara ?



"A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais Aos fatos!!!!! Pior: que os fatos não são nada - só valem as versões, as manipulações. No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política. Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da república. São verdades cristalinas, com sol a Pino. E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de 'gafe'."

Roberto Martinez
( por ocasião do escândalo do mensalão )

Selvageria contra Lula foi "ensinada" pela imprensa


Por luisnassif, dom, 30/10/2011 - 19:29

Autor: Weden

Não há porque o jornalista Gilberto Dimenstein se espantar com a falta de educação de leitores da Folha em relação à doença de Lula. Nem pode se supreender quando olhar as caixas de comentários dos portais do Estadão, do Globo e da Veja, por exemplo.

A selvageria, que se esconde muitas vezes sob o manto do anonimato, nada mais é do que a continuidade do primitivismo jornalístico praticado por muitos dos seus próprios colegas de trabalho, seja na Folha, seja nos outros veículos acima citados.

O modo como os blogueiros selvagens da Veja - com especial atenção aos dois leões de chácara Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes - se referem ao ex-presidente, e o ódio que eles encarnam, não é muito diferente do modo como alguns representantes de uma classe média deseducada - felizmente, minoritária - se refere àquele que saiu do poder com 80% de aprovação.

Exercícios de falta de educação e decoro jornalístico podem ser encontrados em editoriais - um espaço que, por definição, deveria representar a voz respeitosa dos veículos - do Globo, da Folha e do Estadão, com xingamentos e referências sem escrúpulos a Luis Ignácio da Silva.

Assim como a repulsa mostrada por comentaristas e parajornalistas contra os eleitores de Lula resultou num clima de xenofobia e preconceito jamais observado publicamente neste país, a voz carregada de nojo e ódio de uma Lucia Hipólito - que não conseguiu esconder o júbilo pela doença de Lula - ou de um Arnaldo Jabor, ou ainda de um Merval Pereira, produzem seus ecos no comportamento de leitores que não conheceram a civilidade e as regras de comportamento do espaço público.

Autores desqualificados produzem ou pelo menos atraem leitores desqualificados. Antes de se envergonhar dos leitores, Gilberto Dimenstein deveria se envergonhar de alguns nomes que compartilham com ele o mesmo ambiente midiático.

Foto da Internet.
Texto recebido por email

Janinha Brito, quinta feira, dia 10 de Novembro no Cantinho do pimenta!


Oi pessoal, quinta, véspera da Mostra SESC Cariri de Cultura, estaremos Cidinho e eu no Cantinho do pimenta, fazendo um showzinho com repertorio de samba, mpb, etc. Essa época o Cariri transpira música, teatro, arte e cultura, muita gente interessante circula na região, essa é a minha dica para o começo da Mostra!

Valeu!

Janinha Brito!

Quem me conhece, me defende! - AGRADECIMENTO AO AMIGO DIHELSON MENDONÇA - Por: George Macário de Brito


"No momento em que passamos por turbulências na vida, são raras as pessoas que estão do nosso lado.

Gostaria de agradecer, de público, ao grande jornalista e extraordinário músico Dihelson Mendonça, por ser meu "advogado" nos últimos acontecimentos. Meu caro amigo Dihelson, nunca pensei que eu fosse provocar tanta inquietação. Acho que se eu tivesse sido flagrado estorquindo dinheiro de pessoa idosa, viúva, aposentada, teria causado menos IBOPE.

Já formulei meu pedido de desculpas, no Plenário da Câmara e no Blog do Crato, pela parte que me toca. Não errei sozinho! No entanto, meu caro, "O dedo só é apontado para a minha pessoa"! Por que? A resposta é simples! Por pura POLITICAGEM!

Tem gente querendo ir além! Mas, me manterei sereno! Tranquilo! Tenho certeza de que não cometi nenhum crime! Não me comparo, em nada, aos criminosos da Nação: Aos Dirceus, Paloccis I e II, Delúbios, Valdomiros, Erenices e Jaquelines, com seus dólares em Meias, Sacolas e Cuecões. O que dizer dos Mensalões e Mensalinhos? Entre outros desvios de dinheiro público escandalosos? Não sou eu que recebo verba de Governo Federal, através de ONGs e de Sindicatos! Contudo, esta turma de corruptos jamais foi para a cadeia. São inocentes? Que nada! Inocentes somos nós!

Portanto, meu prezado amigo, não tenho palavras para te agradecer!
O tempo é o Senhor da razão! Vamos seguir em frente!

GRANDE ABRAÇO!
Conte comigo para tudo!
GEORGE MACÁRIO - Editor

Resposta ao George Macário
( Dihelson Mendonça )

Meu prezado George Macário, uma coisa que eu aprendi nesta pequena jornada, é que os amigos ( de verdade ), os companheiros de luta não precisam ficar agradecendo pelo bem que lhes fazem. Mas quando o fazem, externam uma gentileza e uma grandeza que lhes é peculiar.

Por ser inimigo mortal de qualquer injustiça e ainda mais para defender qualquer amigo que tem razão, eu nunca medi esforços. Podem me chamar de burro, de estúpido, de iletrado, ou de qualquer outra coisa. Eu até aceito. Mas nunca me chamarão de FALSO, de covarde, de Mau Caráter, isso é impossível. Não dirão que vi uma injustiça ser cometida na minha frente e eu covardemene não fiz nada para impedir. Isso não é do meu gênero nem do meu signo de Leão.

Sou da opinião de que é melhor a um homem morrer por uma bala lutando por aquilo que acredita do que numa cama, de diarréia, com covardia de enfrentar os maus. Eu sou fiel à verdade. Pela verdade eu sou capaz de defender até um inimigo, se ele for injustiçado.

Eu defenderia e defendo perfeitamente o Zé do Vale, em qualquer ocasião se ele estivesse com razão, e eu visse alguém querer tirar isso dele à força. Eu confesso que entrei naquela discussão porque eu acredito em você, eu vou sempre à câmara de vereadores, eu gravo as sessões, e sei do antro de politicagem que ali reside, além das coisas que saem de lá. Estamos de olho agora no décimo segundo vereador, o fantasma, aquele que deve ter fabricado toda essa celeuma e você sabe mais do que eu quem foi. ...

Também entrei quando vi a mensagem infeliz, ( só posso dizer que foi infeliz ), apressada em julgar e condenar, de conteúdo difamatório, escrito no calor da discussão e que veio atacar terceiros, amigos meus de famílias tradicionais honradas da nossa cidade. Há um ditado que diz: "devemos ser ágeis no elogio e lentos em atacar pessoas".

Mas a vida continua... Espero poder publicar o seu vídeo mais tarde, e lamento profundamente que se tenha chegado a tamanha discussão banal por um assunto tão fútil, tão pequeno, que permita-me aqui dizer a verdade: deveria ter sido resolvido dentro do próprio seio familiar. Há muitos envolvidos, sei que o amigo foi provocado pela vereadora Mara e o Fernando Brasil, vejo isso constantemente, que disseram outras coisas também, mas como você pode ver, os teus inimigos não estão interessados na verdade. Veja que nenhum até agora comentou sobre o que os outros vereadores disseram. A eles não interessa que a verdade prevaleça. Tanto, que divulgaram somente aí de qualquer jeito, um trecho do DVD que a eles interessava. Você acha que se estivessem atrás da verdade não teriam publicado o fato todo ? Parcialidades, meu caro!

Então, George, foi por isso que eu disse que quando as pessoas estão imbuídas de mau-caratismo, esgota-se qualquer possibilidade de argumentação. Porque devemos ver os fatos por todos os ângulos, não apenas um trecho de uma imensa sequência de fatos. Pode estar certo de que se não fosse o componente politiqueiro, essa história ou "estória" nem teria saído da câmara de vereadores.

Veja quem são os orquestradores do embroglio. Quem encampou os ataques e direcionou ao prefeito da cidade, se não são os mesmos de sempre. É óbvio que é apenas politicagem! Está na cara para todo mundo ver.

Creio que a minha parte em defender o amigo eu já cumpri, ou pelo menos entrei em sua defêsa por conhecer fatos "IRREVELÁVEIS" sobre este caso que nem posso publicar, e acho que a essa altura, muita gente na cidade deve saber do segredo, mas quero que saiba que se você estivesse errado, mesmo sendo meu amigo, mesmo com toda a lealdade que eu tenho aos amigos, eu não teria escrito uma só vírgula para te defender. O que eu ganharia em me expor ao escárnio por um desonesto ? Eu teria te repreendido, alertado, mas não sairia em campo para defender um culpado. Acho que eu não sirvo como advogado, porque não sei defender quem eu não acredito, George!

Da minha parte, acho que isso já foi longe demais por tanta bobagem. Esse tipo de coisa é como "merda", quando mais mexe, mais fede. Fica um de cá, outro de lá batendo boca, e cada um achando que o outro tem a mente fechada e está equivocado na argumentação.

Mas eu agradeço por suas ternas palavras. Foi surpresa. Botou até uma foto aí que eu nunca mais tinha visto...Fiz apenas o que qualquer pessoa que não gosta de injustiças também teria feito, mesmo expondo o lombo às chitotadas dos insensatos. Eu não meço esforços para defender as pessoas injustiçadas e aqueles em que acredito.

Um grande abraço,

Dihelson Mendonça

domingo, 6 de novembro de 2011

COMODISMO E DESESPERO - Um olhar sobre o desenvolvimento e a formação do ser humano - Por: Antonio Sávio


O processo de desenvolvimento e formação do ser humano se dá em algum contexto social, não sendo este fatalmente determinante, mas, capaz de influenciar fortemente, restando aí também a possibilidade de agir diferentemente do lugar que está inserido.

O conceito de lugar, tão caro aos geógrafos de hoje, é o que identifica o sujeito a determinados espaços e territórios. É lá onde ele desenvolve suas ações sociais, troca experiências e (re)produz um modo de vida. Como já foi dito, é necessário preservar uma idéia de liberdade, pois é nesse espaço que as mudanças culturais ocorrem. De outro modo, toda e qualquer sociedade estaria estagnada.

Quando desenvolvemos os pressupostos básicos acima, fica mais fácil comentar as categorias subseqüentes, caso tenha a necessidade de deixar claro o que queremos dizer. O que me refiro a partir de agora são às constatações e reclamações tão comuns pelos articulistas deste e de tantos outros blogs da região, além da minha própria. Nesse meio, não podemos nos furtar à percepção advinda do meio acadêmico, que é, talvez, a que tem formado a maior parte das “opiniões”. Tais posicionamentos se referem as mais diversas abordagens sobre a sociedade, desde a perspectiva artística a econômica. Porém, de um modo geral, pode-se dizer que passamos por péssimos momentos em todos eles. Facilmente observamos a cara de espanto como articulistas mais velhos têm em relação à gravidade da degradação intelectual e moral no Brasil nestes últimos cinqüenta anos. A perda de uma perspectiva histórica alienou o brasileiro assim como alienaria qualquer outra sociedade, pois, uma vez que retiramos a possibilidade de análise comparativa de alguém, retiramos “toda” sua possibilidade de evolução.

Uma vez que o processo educativo que vem a produzir o que chamamos de “Alta Cultura” é todo desenvolvido através de uma rigorosa absorção dos clássicos, que vão da filosofia, as artes visuais, da música a sociologia, da literatura a teoria política, que se harmonizam e se reproduzem no ser humano como ação individual (em não em bloco, como os ideólogos disfarçados de educadores fazem hoje), estão totalmente fora das políticas de educação do país, pode-se concluir que a única possibilidade de mudarmos o atual quadro partirá, caso de fato aconteça, por meio de ações individuais. Portanto, é você, o leitor que indigna-se, ao ver que o Brasil tem um dos piores índices de educação do mundo que poderá mudar esse quadro. Normalmente a angústia diante de uma visão aterradora como está nos dá a tentativa de ação em conjunto.

Pensar que o número faz a força é um raciocínio instintivo e demasiadamente primitivo em alguns casos. É o que na Grécia antiga chamaríamos de topoi, lugar comum. Fica claro que nem sempre essa conduta é a melhor a ser adotada em todos os casos. Tem-se que levar a conta que o que se quer desenvolver seja “Alta Cultura” fatalmente não será para todas as pessoas, e, talvez nem para você mesmo. Só que neste caso, você pode arriscar e tentar ver até que ponto estruturante poderá desenvolver em sua alma tal empreendimento, correndo assim os riscos e falhas sujeitas no processo. O que torna-se demasiadamente complicado é quando, ao tentar atuar em conjunto (em favor das causas sociais por exemplo) você arrisca a vida de outras pessoas que teoricamente confiam em sua competência.

A ideia mais clara sobre isso que podemos exemplificar é o meio que a coação do Estado nos faz ter que entregar nossos filhos para alheios, onde supostamente serão educados – nos dando a 53ª posição no ranking, atrás da Colômbia, Trinidad e Tobago e Tailândia, mesmo falsificando todos os dados possíveis a respeito dos índices de aprovação -. A possibilidade de uma educação através da iniciativa privada poderia ser uma solução, porém, esta também, sem nenhuma estrutura moral digna que tenha forças para encarar tamanho desafio prosta-se diante da coação do Estado mais uma vez. Dizem: - As melhores faculdades são públicas (sic)! Eles quem detêm o processo seletivo.

Deste modo, tudo o que seria “educação” fica sujeito a tal processo. Observe bem que, se analisarmos a história do conceito de educação, em nenhuma hipótese, tivemos um estágio tão humilhantes como agora, onde um sujeito ou entrega de imediato sua educação nas mãos abstratas do Estado e sofre suas conseqüências concretas, ou entrega-se para iniciativa privada que, no máximo, lhe deixa apto a submeter-se a um vestibular, controlado para variar, pelo Estado. Essa violência silenciosa tira toda a perspectiva de modificação de um país que só poderá ser modificado pela educação. Os investimentos econômicos assim como a melhoria de seus índices, são sempre vôos de galinha, sem a capacidade de manutenção por um período mais rigoroso, uma vez que a economia cresce, vemos paralelo a isso um péssimo índice de educação, saúde e violência.

Não quero aqui reduzir e simplificar a importância do desenvolvimento econômico e comercial do país, porém, não é através disso que haverá de fato alguma mudança. Dar melhores condições econômicas a um povo sem nenhuma educação não é garantia nenhuma, além da sua subsistência. É aí apenas uma garantia biológica, no sentido mais estrito do termo. A cultura é a base de qualquer sociedade e somente através de mudanças e investimentos nesse aspecto, onde o mesmo detêm elementos como a economia, a religião, a linguagem, entre tantos outros, é que veríamos, daqui a três ou quatro gerações, alguma mudança. Como o leitor pode observar, os investimentos que temos pelo menos nos últimos cinqüenta anos só ocorreu em alguns pontos isolados, não dando a possibilidade de articulação e nem de conjunto. Quando uso a palavra “conjunto”, não me refiro a tentativa comum de pasteurizar as consciências, como é o que já vem ocorrendo, mas sim a tentativa de garantir e restaurar a noção de individualidades, onde a existência das mesmas pode atuar de modo harmônico dando-nos resultados melhores.

Para isso torna-se urgente resgatar e priorizar o que já foi perdido e contabilizar quais os pontos fundamentais que estamos corrompidos. Talvez seja a hora de cortar na carne e acabar com o amadorismo de muitos em salas de aula, acabar com a politização da educação pois nem só de política e de supostas “consciências críticas” viverá o homem. A religião e a linguagem devem ser restauradas urgentemente assim como o vigor dos clássicos da literatura. Sem o estudo rigoroso das artes não se desenvolve o imaginário de uma sociedade. O homem só é homem, não pela sua simples capacidade de raciocínios lógicos, coisa que até um orangotango faz, mas, sobretudo pela sua capacidade de imaginar. Uma sociedade com seu imaginário corrompido pela classe de pseudo-artistas está fortemente comprometida. Não estamos no luxo dos anos 60 quando filósofo Mário Ferreira dos Santos nos anunciou: - “Os bárbaros chegaram aos portões”. Não só chegaram como agora os servimos submissos. Eles tomaram de conta dos governos, escolas, universidades enfim... A pergunta que não quer calar é: Até quando os bárbaros poderão virar diretores de escolas, políticos, professores, “artistas”?

A primeira coisa que me vem à mente a essa altura é a obra do filósofo Louis Lavelle, em seu livro “A Presença Total”, onde o mesmo nos dá a responsabilidade de ter um modo de vida de fato presente nas circunstâncias que de fato vivemos. Encarar a realidade é a única forma de viver dignamente.

Ortega y Gasset nos fala que as únicas ideias de fato verdadeiras são aquelas do náufrago que, uma vez sabendo que nada de resta estando ele agarrado apenas a uma tábua... É nesta precisa hora que nos interessa saber quais pensamentos estão presentes, pois assim, em um ponto crítico da vida, só restarão os pensamentos mais verdadeiros, essenciais, fundamentais para sua existência. Estando nesse ponto crítico onde divido que exista situação cultural pior, qual seria nossa atitude diante da “Presença Total”, qual seriam as “Idéias do Náufrago”?

Pensamentos - 06 de Novembro de 2011


"O homem não é produto das circunstâncias. As circunstâncias é que são produto do homem"

Benjamim Disraelli

"Qualquer mulher, até mesmo uma freira, preferiria perder antes a sua virtude, do que a sua reputação"

Lionel Strachery

"Homem que desmunheca e mulher que pisa duro não enganam nem no escuro."

Stanislaw Ponte Preta

"A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar."

Sun Tzu

"Um neurótico é um homem que constrói um castelo no ar. Um psicótico é um homem que mora nele. Um psiquiatra é aquele que cobra o aluguel"

Jerome Lawrence

"A coragem é filha da prudência, não da temeridade."

Pedro Barca

Benito di Paula - O homem que trouxe "de volta" o Piano ao Samba


"Mas chegou o carnaval

e ela não desfilou
eu chorei, na avenida eu chorei
não pensei que mentia
a cabrocha que eu tanto amei"

NE - Ele certamente não foi, como alguns pensam, o homem que levou o piano para o samba, pois décadas antes, outros não menos ilustres como Johnny Alf, Dick Farney, ou mesmo Tom Jobim já o haviam feito. Mas em se falando do samba popular, à maneira de um Martinho da Vila, Clara Nunes e Beth Carvalho, podemos dizer que o Benito di Paula trouxe inovações na maneira de tocar, além de um estilo muito peculiar nas suas composições. Adicione-se a isso uma voz afinadíssima, repertório próprio, voz inconfundível e um estilo irreverente, vestindo-se como um "Chacrinha", com roupas espalhafatosas, quase em tom de deboche ao estilo erudito, que influcenciou décadas depois pessoas como Eduardo Dussek.

O "osso duro de roer", garoto levado e talentoso está de volta com um belo DVD, que traz muitas das suas grandes composições. Trago algumas faixas mais conhecidas do grande público. Mas antes uma pergunta: Quem é afinal, Benito di Paula ?





Benito di Paula, nascido Uday Veloso (Nova Friburgo, 28 de novembro de 1941) é um pianista, cantor e compositor brasileiro.

Uday Veloso ganhou fama nacional com o pseudônimo de Benito Di Paula. Nascido em 1941, em Nova Friburgo, RJ, é um dos grandes nomes da canção nacional dos anos 70. Foi crooner de boates do Rio de Janeiro, e depois continuou tocando na noite paulistana. Iniciou carreira pela gravadora Copacabana no início dos anos 70. Seu estilo musical é conhecido como "samba jóia", ao combinar o samba tradicional com piano e arranjos românticos e jazzisticos. Seu primeiro disco "Benito Di Paula" de 1971, foi censurado por trazer a música "Apesar de Você" de Chico Buarque.

Seu segundo LP, "Ela" também não trouxe grande êxito. Mas estourou nas paradas de sucesso com o terceiro, "Um Novo Samba", onde já aparecia na capa com sua longa barba e cabelos, inúmeras correntes, brincos, pulseiras, etc. O grande sucesso desse disco foi a música "Retalhos de Cetim".



Teve inúmeros sucessos ao longo de sua carreira como "Charlie Brown", "Vai Ficar Na Saudade", "Se Não For Amor", "Amigo do Sol, Amigo da Lua", "Mulher Brasileira". Chegou nos anos 70, a disputar a venda de LPs juntamente com Roberto Carlos, tendo composto muitas músicas para este.

Comandou o programa "Benito di Paula e seus convidados - Brasil Som 75" na TV Tupi. Tem mais de 35 discos gravados, tendo parte importante de sua obra relançada em CD, devido ao sucesso de suas músicas. Chegou a fazer sucesso em nível internacional como no México, Japão, Estados Unidos e principalmente na América Latina.




Teve parte de sua história contada no livro "Eu Não Sou Cachorro Não" do historiador, jornalista e escritor baiano Paulo César de Araújo.

Após 10 anos sem gravar, Benito di Paula lançou, em 2009, pela EMI Music seu segundo CD e primeiro DVD ao vivo, gravado no Vivo Rio, e que traz seus maiores sucessos, como Retalhos de Cetim, Sanfona Branca e Charlie Brown.

Discografia

* 1968 - Andança e Canção Para o Nosso Amor
* 1972 - Beleza Que é Você Mulher - (Copacabana)
* 1972 - Ela - (Copacabana)
* 1973 - Benito Di Paula - (Copacabana)
* 1973 - Um Novo Samba - (Copacabana)
* 1974 - Gravado Ao Vivo - (Copacabana)
* 1975 - Benito Di Paula e Seus Convidados - Brasil Som 75 - (Copacabana)
* 1975 - Benito Di Paula - (Copacabana)
* 1976 - Benito Di Paula - (Copacabana)
* 1977 - Benito Di Paula / Assobiar ou Chupar Cana - (Copacabana)
* 1977 - Jesus Papai Noel - Instrumental - (Copacabana)
* 1978 - Benito Di Paula - (Copacabana)
* 1978 - Caprichos de La Vida - Copacabana)
* 1979 - Benito Di Paula - (Copacabana)
* 1980 - Benito Di Paula - (Copacabana)
* 1981 - Benito Di Paula - (WEA)
* 1982 - Benito Di Paula - (WEA)
* 1983 - Bom Mesmo é o Brasil - (WEA)
* 1984 - Que Brote Enfim o Rouxinol Que Existe Em Mim - (RGE)
* 1985 - Nação - (RGE)
* 1986 - Benito Di Paula / Instrumental
* 1987 - Quando A Festa Acabar - (Copacabana)
* 1990 - Fazendo Paixão - (BMG Ariola)
* 1992 - A Vida Me Faz Viver - (Copacabana)
* 1994 - Pode Acreditar - (RGE)
* 1996 - Baileiro - (Paradoxx Music)
* 1999 - Raízes do Samba
* 2009 - Ao Vivo - (CD e DVD) (EMI Music)

Coletâneas

* 2002 - Perfil - Benito di Paula (Somlivre)

sábado, 5 de novembro de 2011

Aí, gente, Milagres não Existem ? - Deputado reduz o próprio salário em Brasília - Antonio Morais



O deputado federal José Antonio Reguffe (PDT-DF), FOTO, que foi proporcionalmente o mais bem votado do país com 266.465 votos, com 18,95% dos votos válidos do DF, estreou na Câmara dos Deputados fazendo barulho. De uma tacada só, protocolou vários ofícios na Diretoria-Geral da Casa.

Abriu mão dos salários extras que os parlamentares recebem (14° e 15° salários), reduziu sua verba de gabinete e o número de assessores a que teria direito, de 25 para apenas 9. E tudo em caráter irrevogável, nem se ele quiser poderá voltar atrás. Além disso, reduziu em mais de 80% a cota interna do gabinete, o chamado “cotão”. Dos R$ 23.030 a que teria direito por mês, reduziu para apenas R$ 4.600.

Segundo os ofícios, abriu mão também de toda verba indenizatória, de toda cota de passagens aéreas e do auxílio-moradia, tudo também em caráter irrevogável. Sozinho, vai economizar aos cofres públicos mais de R$ 2,3 milhões (isso mesmo R$ 2.300.000,000) nos quatro anos de mandato. Se os outros 512 deputados seguissem o seu exemplo, a economia aos cofres públicos seria superior a R$ 1,2 bilhão.

“A tese que defendo e que pratico é a de que um mandato parlamentar pode ser de qualidade custando bem menos para o contribuinte do que custa hoje. Esses gastos excessivos são um desrespeito ao contribuinte. Estou fazendo a minha parte e honrando o compromisso que assumi com meus eleitores”, afirmou Reguffe em discurso no plenário.

Quantos Tiriricas, Popós, Romarios, e os outros muitos "parasitas" poderiam seguir este exemplo?

Por: Antonio Morais
Via Blog do Sanharol

Parabéns, George Macário de Brito e todas as famílias tradicionais do Crato !


Quero parabenizar e levar a nossa solidariedade ao amigo George Macário e toda a família Macário de Brito, e estenda-se também à família Alencar Araripe, que nos últimos dias foram aviltadas através de algumas postagens e comentários perniciosos postados aqui no Blog Cariricaturas e outros sites de internet, que tão somente visam tentar denegrir a imagem de duas das maiores famílias de tradição política do Crato, acusando-as de oligárquicas, "filhos de papai político", e outros tipos de deboches que beiram a corriqueira molecagem eleitoreira que se pode encontrar nas paredes de banheiros sujos em época de campanha, e que não condizem com a educação política adequada nem à realidade histórica de quem grandemente escreveu e faz parte da história altiva da cidade do Crato, que desde a sua colonização é notadamente caracterizada pela criação das famílias tradicionais, onde baseando-se nos grandes valores humanos, na Moral, na Educação e na Tradição, estendeu-se para além das Artes e da Cultura, formando um povo pacífico e ordeiro, que diferentemente de outras cidades, soube conviver por séculos em PAZ entre essas famílias, sejam Alencar, Macário, Arraes, Esmeraldo, etc.

Fica aqui o nosso registro de solidariedade ao grito de dor proferido pelo George Macário ao ser atingido covardemente, e em defêsa da honra dessas famílias. A orquestração de cunho pessoal invasivo, com frases de conteúdo contundente e marcadamente politiqueiras tem na essência, o interesse em espalhar a discórdia, e atingir além dos Macário de Brito, em última instância, o prefeito da cidade do Crato, que é da família Alencar Araripe.

É natural na política que haja uma oposição. Em princípio, é preciso que haja uma oposição sadia e responsável para que exista a democracia. Mas oposição e politicagem são coisas distintas. Não convem que alguns se coloquem como donos da verdade, e acima da razão ao proferirem baixarias do tipo: "o estilo debochado e virulento do vereador"... "ou lhe vem à cabeça após alguns graus de álcool na cuca"..."célebre manifesto de oligarquias que se sucedem no poder..." "filho de papai político" e outras em claro tom de deboche.

Com certeza, essa atitude lamentável e impensada não é aprovada pela parcela da polulação educada politicamente, onde se busca o diálogo e o entendimento.

E para encerrar, resta-nos lembrar que o Crato tem sobrevivido incólume às muitas investidas contra a nossa cidade. Muitos tentaram ao longo da história colocá-la de joelhos, atirando nos nossos bens mais preciosos, mas ainda estamos de pé. Certamente que aqueles que hoje tentam fomentar a discórdia, jogando irmão contra irmão, Arraes contra Macário e contra os Alencar Araripe não lograrão êxito, porque a dignidade e a história de conquista dessas famílias vai muito além do vômito arrogante daqueles que de longe os taxam de Oligarcas e tentam manchar a sua dignidade com pilhérias. Muito além dos outros maquinadores que desejam semear a discórdia entre os nossos filhos pelo clássico desejo de se opor a tudo que é escrito sobre o Crato e as suas notícias, em contundentes postagens. De tantos outros que tendo perdidos laços com a nossa cidade há décadas, se arvoram em comentários ardilosos, enveredando por caminhos sombrios e tentando espalhar a mentira e a politicagem.

Certamente o Crato é soberano. A sensatez há de sobreviver a mais esse ataque nocivo, e ao final, as famílias cratenses haverão de compreender que a PAZ é o único caminho possível para a construção de uma sociedade fraterna em que os grandes valores, aqueles apregoados por D. Bárbara de Alencar ( que diga-se de passagem é Alencar Araripe ) e seus filhos alencarinos prevalecerão. Acredito no povo do Crato. Não sou pessimista. Acredito na honra e na altivez das pessoas de bem. E creio sobretudo, que todo o mal que tentam aspergir no seio das fortes famílias cratenses terá tão somente um endereço: As cabeças dos que hoje se investem contra elas.

Parabéns, George Macário por uma vida decente, de muito trabalho e dedicação.
Minha saudação a todas as famílias tradicionais do Crato.

P.S - Meu Prezado George, perdoe-me por não ter publicado ainda na internet o vídeo da câmara de vereadores NA ÍNTEGRA que você me repassou na semana passada, para que a verdade prevaleça. Meu tempo tem sido escasso e meus trabalhos são morosos. Mas asseguro-lhe que diferentemente de alguns que movidos por má intenção cortaram, editaram o vídeo e jogaram ao mundo somente o trecho que lhes interessava desprezando todo o restante e o contexto, para promover a briga entre as famílias, a nossa responsabilidade é com a verdade em publicar os fatos como estes aconteceram e não com fabricações. Nisto, vale sempre a frase do meu amigo Vicelmo: "Sem sofisma e sem fantasia. A informação como ela é. O retrato fiel da realidade".

Dihelson Mendonça

Com licença... - José Nilton Mariano Saraiva

Aportamos no blog “Cariricaturas” através de indicação dos conterrâneos Zé Flávio Vieira e Socorro Moreira (que, frise-se, não nos conheciam pessoalmente). Procuramos, dentro das nossas limitações, honrar e se fazer merecedor de tal “apadrinhamento”, através da postagem de matérias qualificadas.
De uns tempos pra cá, no entanto, observamos que aquele espaço começou a mudar de rumo, que o enfoque foi sendo paulatinamente modificado, que, enfim, não mais atendia ao que buscávamos (certamente que em razão da mudança em sua "direção").
Como não somos de ficar em cima do muro, guardar conveniências ou sair por aí ensaboado (escorregadio), externamos, aqui e agora, nosso profundo desconforto com uma recente postagem – desrespeitosa, abjeta e desprezível – e da qual peremptoriamente discordamos em gênero, número e grau, procurando atingir essa autentica “instituição” cratense, o honrado, competente e íntegro José do Vale Pinheiro Feitosa.
Com licença... “tamos” indo (continuaremos no Cariricult e No Azul Sonhado).

José Nilton Mariano Saraiva

Sábado e domingo: Últimos dias da 8ª BIENAL INTERNACIONAL DE DANÇA DO CEARÁ


Chega ao final neste domingo, 06, a 8ª edição da Bienal Internacional de Dança do Ceará, que teve início no dia 03 de outubro e contou com atividades formativas e apresentações em 11 cidades do estado. No final de semana de encerramento, a Bienal estará em Fortaleza, Juazeiro do Norte e Nova Olinda, com espetáculos de acesso gratuito.

No sábado, 05, em Fortaleza, a programação da Bienal de Dança estará na Praça Verde e no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Por meio do programa Bienal Estação Criança em parceria com o Festival Ponto.CE, às 17 horas na Praça Verde apresentam-se a Cia Balé Baião, de Itapipoca, com o espetáculo Finitude: Meninice para sempre, a Companhia Vidança, de Fortaleza, com a obra Quintal de Mangue, e a Escola de Dança de Paracuru em Folgança. Às 20h, a Bienal segue para o Anfiteatro, com Kalinka Prates, de São Paulo, com OCO, e a Cia Dita, de Fortaleza, em De-vir. Em Juazeiro do Norte no Sesc, a Cia. da Arte Andanças, de Fortaleza, apresenta às 20h o espetáculo O Tempo da Paixão ou O Desejo é um Lago Azul.

No domingo, 06, último dia da 8ª Bienal de Dança, tem programação a partir das 17h no Teatro Casa Grande, em Nova Olinda, como parte do programa CirculaDança. Para abrir, Carlos Simioni, do Lume Teatro, de São Paulo, faz a Demonstração técnica Prisão para a Liberdade. Na sequência, fechando a programação no Cariri, a Cia. da Arte Andanças apresenta dois trabalhos, O Tempo da Paixão ou O Desejo é um Lago Azul e Graça/ Evidência-Um de Percurso.

Em Fortaleza, no domingo tem espetáculos a partir das 14 horas no Anfiteatro do Dragão do Mar. Sobem ao palco Luiz Otávio Queiroz, em O pensamento se faz na boca, Cia. Arte em Rua, com a obra Sonata para Movimento, e o Grupo N Infinito apresenta Mistura - A Dança das Coisas. Às 18h, na Praça Verde, acontece o encerramento oficial da Bienal de Dança. A Edisca leva o espetáculo Sagrada e Escola de Dança de Paracuru participa com Mova-se e Bolero de Ravel. Fechando as cortinas da 8ª edição da Bienal, às 19h30 no Anfiteatro do Dragão do Mar, a mineira Marcelle Louzada apresenta Vaca e Eduardo Fukushima, de São Paulo, entra em cena com o trabalho Como superar o grande cansaço?.

Com toda a programação gratuita, a 8ª Bienal de Dança é apresentada pelo Ministério da Cultura, Petrobras (na qualidade de projeto convidado do Petrobras Cultural) e BNDES. Tem como patrocinadores Banco do Nordeste, Funarte, Oi e Caixa Econômica Federal, além do apoio cultural do Ministério da Cultura (Lei Federal de Incentivo à Cultura), Centro Cultural Banco do Nordeste, Oi Futuro, Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Lei Estadual de Incentivo à Cultura), prefeituras dos municípios sedes, entre outros parceiros. A realização é da Indústria da Dança.

SERVIÇO

8ª Bienal Internacional de Dança do Ceará – Até o dia 6 de novembro em Fortaleza e outras cidades cearenses. A programação completa pode ser consultada no www.bienaldedanca.com. Todas as apresentações têm acesso gratuito. Info: (85)3045.1703 e bienal@bienaldedanca.com.

PROGRAMAÇÃO

Dia 05/11 – SÁBADO

JUAZEIRO DO NORTE

20h – CirculaDança: O Tempo da Paixão ou O Desejo é um Lago Azul – Cia. da Arte Andanças (Fortaleza/CE)
Local: Sesc Juazeiro (Rua da Matriz, 227, Centro. Tel: 88-3512. 2532)

Dia 06/11 – DOMINGO

NOVA OLINDA

17h – CirculaDança: Demonstração técnica Prisão para a Liberdade – Lume Teatro (SP)
18h – CirculaDança: O Tempo da Paixão ou O Desejo é um Lago Azul – Cia. da Arte Andanças (Fortaleza/CE)
19h – CirculaDança: Graça/ Evidência-Um de Percurso – Cia. da Arte Andanças (Fortaleza/CE)

Local: Teatro Casa Grande (Av. Jeremias Pereira, 444. Tel: 88-3523.4104)

ASSESSORIA DE IMPRENSA
DÉGAGÉ

Jornalistas Resp: Sônia Lage e Eugênia Nogueira
85 3252.5401 | 9989.5876 | 8699.1783

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Recomendações de Leituras - Lúcio Alcântara


Acabei de ler há poucos dias livros que recomendo sobretudo aos que se interessam por histórias de escritores e livros.

São eles :

1-Diário de um Pároco de Aldeia, George Bernanos, editora É

O autor é um católico conservador francês que lutou na primeira guerra mundial e anos depois exilou-se no Brasil onde morou em Barbacena tendo mais tarde retornado à França.

O livro trata das crises místicas de um cura de uma pequena cidade do interior da França, seu envolvimento com os paroquianos, a formação e atuação dos padres e os dilemas da igreja.

Não é um livro fácil de se ler. Tem uma densidade que pede atenção e leva o leitor a refletir sobre o homem no mundo e suas tribulações.

2-Se Um de Nós Dois Morrer, Paulo Roberto Pires, Alfaguara.

Sobre o legado póstumo de um advogado culto, autor de um único livro, vítima da falta de inspiração, da falta de persistência, ou de ambas, que não consegue escrever outra obra.

As pastas recheadas de documentos, textos dispersos, instruções a serem cumpridas, algumas bizarras, que confia a ex namorada constam de impressões sobre autores, personagens das relações de ambos, um editor oportunista e planos de obras não realizadas.

Reflexões de alguém que padece do mal de Montano e recomenda à herdeira de seus papeis procurar o escritor Enrique Vila Matas e entregar-lhe um desabafo sobre o processo criativo em literatura.

3-Livro Livre, vários autores, editora Imã.

Reflexões sobre o livro, a edição e a leitura a propósito dos novos suportes e os leitores digitais, os e-books, eas repercussões sobre o hábito de ler e a cadeia do livro.

* Lúcio Alcântara é colaborador registrado no Blog do Crato, mas trago com prazer rsta postagem, pois se adequa mais ao estilo cultural e artístico do Blog Cariricaturas do que a um site de notícias.

A CORRUPÇÃO, O DESVIO DO DINHEIRO PÚBLICO, OS POLÍTICOS DESONESTOS, UM GOVERNO TOLERANTE... - DR. CLÁUDIO GUIMARÃES

NE - Dr. Cláudio Guimarães nos oferece um excelente texto para reflexão.

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer as injustiças, de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos corruptos, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto. Rui Barbosa, ao exprimir naquela época sua indignação contra os maus políticos e a politicalha, atuou como um verdadeiro profeta do panorama atual. A honestidade não existe mais.

O amor a coisa pública desapareceu. O político pensa exclusivamente em seus interesses e nos dos seus patrocinadores. Os meios de comunicação não são confiáveis,porque dependem dos milhões que são movimentados com a corrupção e desvio do dinheiro público. O Judiciário não cumpre mais seu papel. O Executivo é meramente um grande cabide de emprego dos incompententes e ladrões.

O Legislativo é um mercado de compra e venda, semelhante aos leilões da pior espécie. E o Povo, acuado, com medo, não tem a coragem suficiente para promover as mudanças necessárias. Parafraseando o mestre, as nulidades realmente tem obtido grande triunfo; a injustiça e a impunidade são as molas da corrupção; e ser desonesto passou a ser a regra, enquanto o honesto é chamado de tolo, sendo uma exceção. Enquanto cidadãos brasileiros,temos que acreditar que compensa lutar pela dignidade, que toda esta bandalheira que se transformou nosso país, vai ter um fim, simplesmente porque, esta camada de nojentos, é uma insignificamente minoria na grandeza desta nação, além disso a esmagadora maioria dos brasileiros, são trabalhadores, honestos e estão fartos destes "porcos" travestidos de políticos, que apenas fazem das nossas instituições públicas, um "imenso chiqueiro", tudo isso vai acabar.

Em reflexão, tento imaginar, como estes corruptos que são denunciados todos os dias, e os demais que se escondem na sombra, quando forem descobertos, porque fatalmente o serão, quer seja na vida ou após a morte, poderão encarar seus filhos, netos, vizinhos, porque todos saberão que ele é um corrupto, ladrão do dinheiro público, ceifador de vidas e de esperanças, ou seja, um verdadeiro demônio encarnado. Será que tanto dinheiro ganho de forma desonesta, ao final da vida, quando a saúde se for, e a doença tomar conta, o poder e a fama não mais lhe acompanhar, poderão lhe trazer alento? Terá este "verme", coragem do simples ato de sair na rua em locais onde foi conhecido? Poderá olhar seus descendentes e lhes dar algum tipo de conselho? Foi exemplo de algum virtude?

Existe uma Lei no Universo que é fatal e nunca falha, "voce sempre vai colher o que plantar"!!! Assim, que se alegrem os brasileiros que sofrem em razão dos atos praticados por estes "pseudo-políticos", "crápulas", "ladrões dos cofres públicos", porque podem ter certeza que tudo o que fazemos em nossas vidas, ecoa na eternidade, portanto, a passagem dos mesmos será marcada pelo manto da injustiça, indignidade e da vergonha, e tal carma, não apenas lhes atingirá, mas também a todas as suas futuras gerações. Será o legado maldito que deixarão para seus filhos, que longe de ser coroado com a "honra", sempre trará a mácula da mais profunda desgraça para suas gerações futuras!!!

DR. CLÁUDIO GUIMARÃES

Advogado
Doutor em Direito Público
Professor Universitário
Ministra Cursos na Escola Superior da Advocacia da OAB/PR.

"MONSTROS SAGRADOS" - José Nilton Mariano Saraiva

Como não poderia deixar de ser, por esse mundo afora são muitas e diferentes
as "falas" e o "modo de expressar-se" dos povos (na realidade, a cultura de cada um). Você já imaginou, por exemplo, como seria estranho e esquisito se de repente os brasileiros tivéssemos que escrever "de trás pra frente" (ou da direita pra esquerda), como é feito lá pras bandas do explosivo Oriente Médio ??? Ou se usássemos aqueles “garranchos” (na verdade, símbolos e não letras) usados lá no Japão e na China ???
Por essa e outras é que a nossa língua portuguesa é realmente algo fantástica, inigualável, rica, fabulosa. Um exemplo ??? Tomado de forma isolada (ou ao “pé-da-letra”), o substantivo “monstro” remete-nos, de pronto, a uma figura desprezível, horripilante, ruim, cruel, desprezível e, enfim, a alguma coisa contrária à própria natureza, algo como que uma autentica criação do “capeta” e seus discípulos.
De outra parte, se atentarmos para a palavra “sagrado”, até sem muito esforço intelectual seremos imediatamente induzidos a crer em algo que inspira respeito, divindade, estima, sublimação, digna de veneração, como se fora originária dos deuses.
O que poderia resultar, então, do inusual “ajuntamento”, um até pouco tempo atrás improvável “acasalamento”, uma espécie de associação, junção, sociedade (ou seja lá como se possa denominar), entre o substantivo tido como demoníaco e o adjetivo considerado quase que celestial, entre o profano e o sagrado, entre as supostas “representações” do capeta e do Divino ???
O que significaria, em sua acepção plena, a expressão “monstro sagrado” ???
“Na lata” e sem medo de incorrermos em alguma heresia ou qualquer disparate: ao adjetivarmos a palavra “monstro” com a qualificação “sagrado” (não tão comum nos dias atuais), estamos, na realidade, subvertendo o real e tétrico significado da palavra “monstro”, passando então tal expressão a assumir mesmo que transitoriamente a acepção de venerável, inalcançável, intocável ou inatingível.
Isto posto, vamos ao que interessa: dentre a infinidade de blogs que compõem a comunidade virtual dos dias presentes, a cidade do Crato tem o privilégio de sediar os blogs “No Azul Sonhado”, “Cariricult” e “Cariricaturas”, sem favor nenhum repositórios de cabeças pensantes às mais ilustres, felizes detentores de uma miscelânea de cucas privilegiadíssimas, enfim, ambiente, abrigo e certeza de um manancial intelectual de qualidade comprovada, trincheira de dá inveja a gregos e troianos (torna-se necessário, no entanto, que os seus responsáveis tomem os devidos cuidados a fim de evitar qualquer espécie de "contaminaçao" indesejada, que acabe por desfalcar o time).
E, dentre tantas e tão destacadas figuras, no meio de tantas “cobras-criadas”, de tantas sumidades, permitimo-nos, sem receio de ferir suscetibilidades, nomear duas figuras que, em seus respectivos estilos, se destacam pela maneira séria, competente, leve, envolvente e gostosa de expor publicamente; de um lado, temos suas narrações de “causos”, “reminiscências”, “mungangas” e “presepadas”; e, quando necessário, a manifestação didática e de maneira incisiva e contundente das suas posições políticas, suas visões do mundo, suas ricas experiências de vida.
Referimo-nos aos honrados, íntegros e respeitáveis senhores José Flávio Vieira e José do Vale Pinheiro Feitosa, cratenses que ultrapassaram fronteiras e dignificam e orgulham todos nós, filhos da terra de Bárbara de Alencar.
São os nossos “MONSTROS SAGRADOS”.

O JORNALISMO-URUBÚ E A DOENÇA DE LULA


Guia de boas maneiras na política. E no jornalismo

Maria Inês Nassif

A cultura de tentar ganhar no grito tem prevalecido sobre a boa educação e o senso de humanidade na política brasileira. E o alvo preferencial do “vale-tudo” é, em disparada, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por algo mais do que uma mera coincidência, nunca antes na história desse país um senador havia ameaçado bater no presidente da República, na tribuna do Legislativo. Nunca se tratou tão desrespeitosamente um chefe de governo. Nunca questionou-se tanto o merecimento de um presidente – e Lula, além de eleito duas vezes pelo voto direto e secreto, foi o único a terminar o mandato com popularidade maior do que quando o iniciou.
A obsessão da elite brasileira em tentar desqualificar Lula é quase patológica. E a compulsão por tentar aproveitar todos os momentos, inclusive dos mais dramáticos do ponto de vista pessoal, para fragilizá-lo, constrange quem tem um mínimo de bom senso. A campanha que se espalhou nas redes sociais pelos adversários políticos de Lula, para que ele se trate no Sistema Único de Saúde (SUS), é de um mau gosto atroz. A jornalista que o culpou, no ar, pelo câncer que o vitimou, atribuindo a doença a uma “vida desregrada”, perdeu uma grande chance de ficar calada.
Até na política as regras de boas maneiras devem prevalecer. Numa democracia, o opositor é chamado de adversário, não de inimigo (para quem não tem idade para se lembrar, na nossa ditadura militar os opositores eram “inimigos da pátria”). Essa forma de qualificar quem não pensa como você traz, implicitamente, a ideia de que a divergência e o embate político devem se limitar ao campo das ideias. Esta é a regra número um de etiqueta na política.
A segunda regra é o respeito. Uma autoridade, principalmente se se tornou autoridade pelo voto, não é simplesmente uma pessoa física. Ela é representante da maioria dos eleitores de um país, e se deve respeito à maioria. Simples assim. Lula, mesmo sem mandato, também o merece. Desrespeitar um líder tão popular é zombar do discernimento dos cidadãos que o apoiam e o seguem. Discordar pode, sempre.
A terceira regra de boas maneiras é tratar um homem público como homem público. Ele não é seu amigo nem o cara com quem se bate boca na mesa de um bar. Essa regra vale em dobro para os jornalistas: as fontes não são amigas, nem inimigas. São pessoas que estão cumprindo a sua parte num processo histórico e devem ser julgadas como tal. Não se pode fazer a cobertura política, ou uma análise política, como se fosse por uma questão pessoal. Jornalismo não deve ser uma questão pessoal. Jornalistas têm inclusive o compromisso com o relato da história para as gerações futuras. Quando se faz jornalismo com o fígado, o relato da história fica prejudicado.
A quarta regra é a civilidade. As pessoas educadas não costumam atacar sequer um inimigo numa situação tão delicada de saúde. Isso depõe contra quem ataca. E é uma péssima lição para a sociedade. Sentimentos de humanidade e solidariedade devem ser a argamassa da construção de uma sólida democracia. Os formadores de opinião tem a obrigação de disseminar esses valores.
A quinta regra é não se deixar contaminar por sentimentos menores que estão entranhados na sociedade, como o preconceito. O julgamento sobre Lula, tanto de seus opositores políticos como da imprensa tradicional, sempre foi eivado de preconceito. É inconcebível para esses setores que um operário, sem curso universitário e criado na miséria, tenha ascendido a uma posição até então apenas ocupada pelas elites. A reação de alguns jornalistas brasileiros que cobriram, no dia 27 de setembro, a solenidade em que Lula recebeu o título “honoris causa” pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris, é uma prova tão evidente disso que se torna desnecessário outro exemplo.
No caso do jornalismo, existe uma sexta regra, que é a elegância. Faltou elegância para alguns dos meus colegas.
(*) Colunista política, editora da Carta Maior em São Paulo

Bye !

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

UM FRANCO ATIRADOR DA INTERNET... - Por: George Macário


CARTA ABERTA EM RESPOSTA
AO SENHOR DOUTOR JOSÉ DO VALE FEITOSA

UM FRANCO ATIRADOR
DA INTERNET

Os franco-atiradores são treinados para o tiro preciso a longa distância. Na modernidade da internet não é diferente. Existem aqueles que usam a "luneta" do computador, com a mesma perícia, acertando seus alvos sem a menor possibilidade de defesa.

Comigo não foi diferente! Recebi um "TIRO", ou melhor, um texto, no último dia 29 de outubro, data do meu aniversário, do Senhor José do Vale Feitosa. É bom que todos saibam que jamais troquei uma só palavra com este cidadão. Ele mesmo afirma que teve contato comigo de longe. Informaram-me que é filho do professor José do Vale, que tenho na lembrança, pela sua notável inteligência e, principalmente, pela cordialidade e sublime educação. Acho até que o filho do Velho Zé do Vale, herdou do pai a inteligência, pois já tive a oportunidade de apreciar alguns dos seus escritos.

Olha, Doutor José do Vale Pinheiro Feitosa, é muito fácil "atirar" nos outros, usando uma "arma letal" e que, com absoluta certeza, reconheço que Vossa Senhoria a manuseia com particular destreza. Aliás, tenho como certo que o Senhor não possui tamanha habilidade com o bisturi, quanto tem com as letras. Isto é impossível! Suas palavras ferem e causam danos! Provocam, ainda, forte DOR em quem é atingido. E, logo a Dor, que Vossa Senhoria sabe muito bem, que é tudo aquilo que o médico tem, como missão, evitar e aliviar nas pessoas. No mínimo, há uma contradição entre o médico e o escritor.

Ocorre, no entanto, que ao contrário do que afirma, não me lembro, em nenhum momento da minha vida, ter tido um contato pessoal, sequer, com Vossa Senhoria. Muito menos em reunião da Fundação Araripe e, o que é pior, ter sido apresentado por Pierre e Violeta Arraes. Jamais participei de reunião desta Instituição e, pode ter certeza, nunca ninguém me apresentou ao Senhor. Definitivamente, não nos conhecemos!

Na verdade, tive o primeiro contato com suas letras, há uns três anos, no texto falando sobre aviação, o qual o Senhor se referiu. Isto é REAL! E, por falar em Real, sobre a história da aviação em Crato, apenas fiz um breve comentário por conta da omissão do nome do meu Avô materno, casado com Aline Arraes, prima de Almina Arraes, Ernani Silva, que foi o pioneiro Agente da Real. Imagine se alguém, resguardadas as proporções, cometesse um lapso, ao discorrer sobre a Revolução Cubana, e não citasse, em momento algum, o nome de Che Guevara. Não fui arrogante de forma alguma! Apenas fiz uma observação! Hoje, na "posição de tiro e como tiro de oposição", se aproveitando da situação promovida pela POLITICAGEM, Vossa Senhoria prova que, além de “franco-atirador da Internet” é, ainda, rancoroso e vingativo! Isto, também, não é condizente com o perfil de um médico.

Ademais, Doutor José do Vale, o Senhor não teria, jamais, esta resposta, se Vossa Senhoria não tivesse tido a indelicadeza de envolver o que tenho de mais SAGRADO na vida, que é o meu Pai. Fique certo de que, não fosse esta grande besteira sua, nós somente conversaríamos, um dia desses, pessoalmente. O que ainda deverá acontecer! Contudo, já que VOCÊ, pegou pesado, e ainda, acho que não se deu conta de quanto é revoltante ter a figura do meu PAI exposta aos seus DISPAROS. Tenho certeza que não! Então, eu lhe devolvo este “TIRO” e pergunto-lhe: Você gostaria que eu dissesse aqui que você tem uma DOR DE COTOVELO CRÔNICA? Será que esta dor é por causa da política cratense? Será que foi porque seu pai sempre foi adversário político do meu? Ou foi porque o saudoso Professor José do Vale, numa dessas campanhas (1982), candidatou-se a candidato a vice-prefeito e foi derrotado pelo candidato apontado pelo político Humberto Macário de Brito? É por isso que você vem com este seu tiroteio? É CLARO QUE SIM!!! Tome meu conselho! Deixe este negócio de vingança e de rancor de lado! Estes não combinam com a personalidade de um grande médico.

Por falar em grande médico, ao contrário do que você é Zé, sobretudo, pela pessoa que você se deixa refletir, pelas suas palavras agressivas, inquilinas de uma personalidade que revela a ausência de humanidade e pela perceptível insatisfação com a própria vida e com a vida alheia. Para quem vive a milhares de quilômetros de distância do Crato, com total impossibilidade e ausência de vontade de servir ao nosso povo...VALE ainda te dizer que, o médico e “famoso cirurgião”, Dr. Humberto Macário de Brito, dedicou toda a sua vida profissional ao Crato e aos cratenses. Sabe, Zé, o que mais me orgulha do meu Velho é saber que ele fez muito pelos mais humildes e mais necessitados da nossa Terra. A competência dele era e ainda é tão incontestável que, até o Rei do Baião, Luiz Gonzaga, criou, cantou e imortalizou a música “Vovô do Baião”, em alusão e agradecimento pela operação, bem sucedida, feita no Velho Januário (da próstata), com quase 90 anos de idade.

Ao contrário do que você pensa, jamais perderemos a amizade, o respeito e a admiração pela Família Arraes. O que aconteceu na Câmara Municipal do Crato, chegou ao conhecimento de Dona Almina Arraes de forma inquisitorial. Somente a versão que interessa à POLITICAGEM chegou aos seus olhos e ouvidos. É por isto que você entrou nessa! Para praticar o que já demonstrou ter muita competência, que é “atirar”, de longe, na honra das pessoas por pura politicagem barata. Com a certeza de que 6 + 7 é igual a 13, este tipo de conduta, que deve ser o seu passa-tempo predileto, é peculiar de quem não possui nenhuma coragem pessoal.

Por fim, o que eu posso perceber de TU, é que TU ( em referência ao politiqueiro Edson Vilar o TUTU ), Zé do Vale, é que, além de rancoroso, vingativo e covarde como todo franco-atirador e, sendo virtual, é mil vezes mais covarde, é que se trata de um tremendo INVEJOSO! Pois não tens história para contar na Política! Eu e Samuel Araripe temos de sobra! Melhor ainda, nós estamos escrevendo a própria História do Crato, trabalhando no Crato e com os cratenses. Apesar de todas as dificuldades e de todos os problemas, estamos aqui! Dando a nossa contribuição, errando e acertando. Trabalhando firmes pela nossa Terra e sempre combatendo gente do seu naipe – OS PESSIMISTAS.

Crato, 02 de novembro de 2011.

GEORGE MACÁRIO DE BRITO
Advogado, Artista Plástico e Vereador do Crato
( Publicado a pedido de George Macário, que não tem acesso a este Blog para se defender das difamações e calúnias proferidas por Zé do Vale em relação à sua pessoa e aos Macário de Brito ).

Finados no Cariri:Crato e Juazeiro do Padim Cíço do Crato-Wilson Bernardo.

Manhã nublada e as duas maiores cidades do Cariri,estiveram seus cultos intensificados.Em Crato e em Juazeiro do Padre Cícero do Crato,foi marcado pelas romarias de ações de graças.
A idade nunca foi obstaculos para se reverênciar seus mortos...Crato.
Um velho curandeiro com as graças do meu Padim...Juazeiro
A fé é uma supremacia humanizada pelo dinheiro...Milagres!
Wilson Bernardo(Texto & Fotografia)