Criadores & Criaturas
"Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata."
(Carlos Drummond de Andrade)
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
Avisem aos Pássaros por João Marni de Figueiredo
Se eu fosse uma árvore, gostaria de viver todas as estações por anos numerosos, esgotando toda a minha seiva e deixando cair a última folha numa brisa matutina.
Dos meus galhos, que o homem fizesse pelo menos um cajado para que pudesse servir de apoio a alguém humilde ou idoso. Ou um cabo de guarda-chuva para o mesmo senhor. Nunca uma bengala, pois certamente correria o risco de não ser alívio, mas ostentação para algum arrogante vaidoso e depois, já fora de moda, ficar esquecido num sótão...
Meu tronco deveria voltar a compor o solo, levando consigo as mensagens dos namorados. Assim, teria esperança de que meus átomos se reuniriam novamente na formação de uma nova árvore.
Avisem aos pássaros!
Pensamento para o Dia 16/06/2010

“As pessoas hoje acreditam que são o corpo, os sentidos etc. e anseiam por prazeres materiais. Elas se convencem de que esse prazer é necessário e, com essa noção equivocada, procuram satisfazer seus desejos. Iludem-se achando que podem garantir bem-aventurança cuidando do corpo e dos sentidos. Tais tentativas não podem assegurar bem-aventurança. O prazer obtido a partir de objetos externos traz junto tristeza, e essas tentativas de obter prazer são recompensadas com desilusão, derrota e desastre. Os três textos-fonte (Upanishads, Brahma Sutra e Bhagavad Gita) claramente exortam que VOCÊ é a própria personificação da bem-aventurança (Ananda). Eles auxiliam as pessoas a atingirem a mais elevada sabedoria.”
Sathya Sai Baba
Comunicado Vila das Artes
Parabéns, Maryfran Nunes Oliveira!
Mary é uma presença afetiva, constante na minha vida. Somos filhas de duas irmãs parecidas e, como tais , as diferenças individuais perdem para as grandes afinidades.
Bethânia
Maria Bethânia Viana Teles Veloso
Apelido Abelha-Rainha
Data de nascimento 18 de junho de 1946 (63 anos)
Origem Santo Amaro da Purificação, Bahia
País Brasil
Gêneros MPB
Período em atividade 1965 - presente
Gravadoras Universal Music Brasil, Verve Records, EMI Brasil, Biscoito Fino, Wrasse, Sony BMG
Influências Amália Rodrigues
Billie Holiday
Cartola
Tom Jobim
Nana Caymmi
Nara Leão
Edith Piaf
Página oficial www.mariabethania.com.br
Maria Bethânia Viana Telles Velloso, mais conhecida como Maria Bethânia, (Santo Amaro da Purificação, Bahia, 18 de Junho de 1946) é uma cantora brasileira que tem a marca de ser a segunda artista feminina em vendagem de discos do Brasil, sendo a maior da MPB, com 26 milhões de cópias. Atende pela alcunha de Abelha-rainha por causa do primeiro verso da música que dá nome ao LP Mel de 1979.
Considerada por muitos brasileiros uma das maiores cantoras da história do Brasil. É irmã caçula do compositor Caetano Veloso e da poetisa e escritora Mabel Velloso.
Eu sabia que ia trabalhar no palco e que ia ser do palco, ia ser...uma vida de artista...Sabe de holywwodiana
— Bethânia
Cely Campelo
Paul McCartney
Wikipédia
Charles Gounod
Procópio Ferreira
Sabores na lembrança
A canja de galinha caipira, que a minha mãe comia , nos resguardos dos filhos;
O chouriço do meu avô Alfredo e as suas balas de umburana;
As chupetas de mãe Candinha e Tia Amália;
As tapiocas e sorvete de ameixa de Erice ( mãe de Geraldo Urano);
O doce de manga de Nazaré;
As papas de carimã , o bolo, a canjica, a galinha caipira da minha mãe;
A carne moída de Rosineide;
Os quitutes do aniversário de Stela Siebra;
O doce de abóbora de Maristela ( Bela Vista-MS)
O pão caseiro de Anita ( Friburgo-RJ)
O pão recheado de Maria de Jesus
O bolo Luiz Felipe da esposa de Seu Orestes;
O pudim de caramelo de Dona Rita (Teixeira-PB) ;
A macarronada de Dona Lourdes ( mãe do Nicodemos)
O Bolo de carne e o nhoque de Zilda(Recife-PE) ;
O arroz com quiabo e os biscoitos de goma , na palha de banana, da minha avó Donana;
A peixada de Dorvina ( esposa de Zivaldo Maia);
Os bolinhos de soja de Gabi;
O caldo de carne com ovos e nata de Dona Almina;
A lasanha de Babo;
A sopa de feijão de Chica;
A paçoca e o pastel de carne de tia Ivone;
O doce de leite e bolo de puba de Eunice( irmã de Isabel Virgínia);
O doce de goiaba de tia Auri;
O rocambole de arroz de Fátima Figueiredo;
A torta de bacalhau de Socorrinha ( nora de Magali)
Os pães de queijo do meu sobrinho Bruno;
O arroz carreteiro do meu filho André;
O arroz com carneiro do meu filho Caio;
O tijolo de jaca de Dona Evanir
A sopa de legumes de Zélia Moreira;
As marmitas de Paulo Frota
O mamão batido com sorvete e licor do meu primo Montoril....
O salpicão eu garanto !
Fiquei com vontade de repetir todos esses pratos, e oferecer um banquete ao povo do Cariricaturas.
Preciso só de uma mesa enorme, muitas cadeiras, uma cozinha ampla, e gente pra lavar a louça. Quem assume a produção, quem se habilita ?
COMPOSITORES DO BRASIL

“Não sou eu quem repete essa história
É a história que adora uma repetição” (Rebichada, Chico Buarque).
CHICO BUARQUE
Parte III
Por Zé Nilton
Poderia fazer um prolegômeno sociológico sobre a obra de Chico Buarque de Holanda, neste último programa Compositores do Brasil, até para mostrar erudição e conhecimento sobre a vida e obra do renomado compositor brasileiro. Não o farei.
Prefiro viajar no verso da música que ele fez e cantou com os Trapalhões, trilha sonora do filme “Os Saltimbancos Trapalhões”, de 1981, baseado na peça teatral Os Saltimbancos, de Sergio Bardotti, Luis Enríquez Bacalov e Chico Buarque, por sua vez uma adaptação do conto Os Músicos de Bremen dos Irmãos Grimm, e que foi dirigido por J. B. Tanko, sendo considerado pela crítica como o melhor filme do grupo.
Não, Chico de jeito nenhum insinua contradizer a célebre e irônica sacada do velho Marx, respondendo a Hegel, no livro “O 18 Brumário de Luiz Bonaparte”, publicado em 1852, de que os fatos e personagens históricos não se repetem duas vezes sob a mesma forma, a não ser “a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”.
No entanto, a opressão,a intimidação, a exploração, a intolerância, o desprezo pelo outro, e a atitude humana de não se deixar calar ante um rosário de mesquinharias praticadas em qualquer latitude e sob quaisquer formas de poder, isto se repete, e como se repete!
Deixo a letra de Rebichada como veículo aberto para os que quiserem viajar comigo em busca de uma sociedade de equidade na justiça e na distribuição dos bens materiais e imateriais.
“Não me importa trabalhar pra cachorro
O jumento é meu igual
Morro muito mais que gato no morro
Quando chega o carnaval
Sou eu quem cutuca o galo, viu
Pro galo cocorocar
Mas se pisam no meu calo
Não me calo
Eu tenho que falar
Como falo
Au, au, au, hi-ho, hi-ho
Miau, miau, miau, cocorocó
Essa história é mais velha que a história
Dos tempos de glória do velho barão
Quem não sabe de cor essa história
Refresque a memória e me preste atenção
Não sou eu quem repete essa história
É a história que adora uma repetição
Uma repetição
Sou eu que distraio o galo, de fato
Quando a outra vai chocar
Sou eu quem arruma cama de gato
Ponho o gato pra mijar
Beijo a mão de vira-lata, sim
Chamo burro de doutor
Mas se alguém me desacata
Maltrata meu brio
E meu valor
Largo a pata
Au, au, au, hi-ho, hi-ho
Miau, miau, miau, cocorocó
Essa fábula vem de outro século
Pelo fascículo de um alemão
O irmão do alemão deu prum nego
Que vendeu prum grego
Por meio milhão
Esse grego morreu de embolia
E deixou para a tia
O que tinha na mão
Essa tia casou com um pirata
E afundou com a fragata
Lá no Maranhão
Essa lenda rolou na fazenda
Moeu na moenda
E espalhou no sertão
E eu não nego que roubei dum cego
E inda ponho no prego
Pra comprar meu pão
Não sou eu quem repete essa história
É a história que adora
Uma repetição
Uma repetição”.
Na sequencia do terceiro programa dedicado ao compositor Chico Buarque de Holanda, nascido em 19 de junho de 1944, ouviremos e falaremos de suas músicas produzidas entre 1979 a 1993:
BYE, BYE, BRASIL, de Chico e Roberto Menescal, com Chico Buarque
EU TE AMO, de Chico e Tom Jobim com Chico Buarque
O MEU GURI, de Chico com Chico Buarque
REBICHADA, de Chico e Enriquez – Bardotti com Chico Buarque e os Trapalhões (Dedé, Didi, Mussum e Zacarias)
A HISTÓRIA DE LILY BRAUN, de Chico e Edu Lobo, com Maria Gadu
MIL PERDÕES, de Chico com Chico Buarque
PELAS TABELAS, de Chico com Chico Buarque
TANGO DO COVIL, de Chico com Os Muchachos
ANOS DOURADOS, de Chico e Tom Jobim com Chico Buarque e Tom Jobim
TODO SENTIMENTO, de Chico e Cristóvão Bastos, com Chico Buarque
A MAIS BONITA, de Chico com Bebel Gilberto e Chico Buarque
PARA TODOS, de Chico com Chico Buarque
A VIOLEIRA, de Chico e Tom Jobim com Elba Ramalho
Quem ouvir verá.
Informação:
Programa COMPOSITORES DO BRASIL
Rádio Educadora do Cariri
Todas as quintas-feira de 14 às 15h.
Pesquisa, produção e apresentação de Zé Nilton
Apoio Cultural: CCBN-Cariri
Retransmissão: cratinho.blogspot.com
Quem lembra esta canção?
Carlos Galhardo
Composição: Benedito Lacerda-Jorge Faraj
Eu a vejo todo dia
Quando o sol mal principia
A cidade a iluminar
Eu venho da boemia
Ela vai, quanta ironia
Para a escola trabalhar
Louco de amor em seu rastro
Vaga-lume atrás do astro
Atrás dela eu sou um trem
E no trem das professoras
Outras vão sedutoras
Eu não vejo mais ninguém
Esta operária divina
Que lá no subúrbio ensina
As criancinhas, a ler
Naturalmente condena
A minha vida serena
O meu modo de viver
Condena porque não sabe
Que toda culpa lhe cabe
De eu viver ao deus-dará
Menino querendo ser
Para com ela aprender
Novamente o beabá
Finalizando o semestre e comemorando...
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Lamartine Babo - por Norma Hauer
Será que eu entendi bem?
Coisas da poesia

Coisas da poesia
O bule de café fumega no fogão.
O queijo frige na palha de milho.
A polenta na frigideira.
Na panela de ferro a banana são-tomé.
A velhinha sorri para mim.
O picumã pende do telhado.
O fogo crepita com a lenha verde.
Eu olho as estrelas entre as labaredas.
Um sapo de castigo num canto da parede.
Um caranguejo toma sol no quintal.
Havia um cheiro de mato
E um cheiro de pão no forno.
A minha língua era torta.
Coisas da poesia.
____
Por Luiz Alberto Machado
Naturalizados jogando em seleções estrangeiras - por José do Vale Pinheiro Feitosa
- Desinfeta meu irmão. Num vem com Caô prá cima de mim! Faço por que faço! Tipo assim fazer por que outro num faz.
Carlinhos pegava um ônibus ali no ponto da entrada do Túnel Dois Irmãos, do outro lado da Rocinha, mas Tião queria arrastá-lo para um jogo de bola. Carlinhos estava decidido e não cedeu ao argumento do irmão.
- Qualé Mané? O bugalho é de primeira. É de responsa, os Mané do Cantagalo estão vindo e hoje é o dia da nossa comunidade dar o troco neles. Aqueles dois a zero ainda dói bem aqui no meu coraçãozinho de ouro.
- Num dá. Tenho coisa muito importante para resolver na Cidade. De hoje num passa.
- Tu anda pegando bagulho malhado doido? Isso é lá coisa que gente de juízo vá apertar? Num dá para levar a sério meu irmão.
- E isso é lá contigo. Ó! Comigo a parada é outra. Não desisto. Nem que a parada esbarre numa mineira. Isso é assim mesmo. Tem que estourar a boca. Num pode é ficar nesta de vai um num vai. Eu disse que fazia e vou fazer.
- Porra que onda! Sair daqui até o Centro por uma parada ruim enquanto a gente aqui tem esta onda com os Mané do Cantagalo? Tu até parece olheiro sem foguete. Deixa isso para outro dia!
- Nem que a vaca tussa! É hoje ou dia nenhum. De hoje não passa!
- Então me diga como é que tu vai fazer?
- Vou chegar lá e armar o maior barraco. Vou tá na porta bem na hora que os repórteres estão. Eles vão anotar tudinho e eu metendo bronca na CBF. Pode ler os jornais amanhã que tu vai ver.
- Como vai ser o teu o lero?
- Simples. Muito na elegância, mas dizendo tudo. Olha aqui seus Filhos da Puta, se tem brasileiro jogando em outras seleções se passando por estrangeiro, aqui também tem que ter. Se o Deco joga em Portugal, Cacau na Alemanha, sem tem neto de Japonês na maior como se fosse Japonês e ainda dizendo que tem orgulho de ser o que é, nós temos que cuidar dos nossos daqui.
- Quem? Qualé malandro. Isso é o maior Caô que já vi. Quem é este?
- Ei! Qualé a tua? Tá me desconhecendo. E o Petkovic? Tu já esqueceu? Vamos naturalizar o cara e aí o flamengo vai ter mais um na seleção.
- Petkovic? Tu vai perder a parada de hoje por causa do Petkovic? Tu já perguntou isso para ele?
- Não precisa.
Aprendendo a viver... ??? - por Claude Bloc
Mas, o que importa, neste momento, é que venci mais uma etapa, e, diga-se de passagem, antes da data final de entrega.
Bom, passei por outros estresses(zinhos) só para não perder o costume. Como sou professora-colaboradora no momento, cada final de semestre é uma nova batalha, onde os benditos TÍTULOS falam mais do que a experiência, a dedicação, o compromisso e a pontualidade e disponibilidade da gente. Hoje, no campo do trabalho somos meros números, somos quantidade e não qualidade. Não adianta muito, por aí, a gente ter critério se esfolar vivo para produzir algo de qualidade, pois no final das contas, uma pessoa que fez cursos a esmo, mesmo sem qualidade nem propósito, vai tomar a tua, a minha, a sua vaga...
É diante dessas prerrogativas que me “encuco”. Vale a pena tanto sacrifício? O que sei é que tenho meu jeito de ser. Apaixonada por minha profissão, com todos os seus reveses. Com toda a sanha do mundo moderno. Mas gosto assim porque faz parte da minha natureza. Não sei sair por aí dando rasteira nos outros para subir, para galgar mais um degrau pisando no calo de quem está disputando comigo um lugar ao sol.
Sou o que Deus quer de mim. Vou engolindo alguns sapos e levando o barco à frente. Sempre em frente. Não amolecendo com as dificuldades. Não esmorecendo com os obstáculos. Sem estagnar nem me acomodar, pois isto sim não seria ViVER.
Claude Bloc
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Tímida vitória – Por: José Nilton Mariano Saraiva
E, no entanto, no embate de ontem o que vimos foi uma seleção brasileira tímida, travada, retraída, inofensiva, excessivamente burocrática ou, usando do popular jargão futebolístico, com o freio de mão acionado. Nossos principais jogadores, mesmo habituados a grandes decisões no futebol europeu, visivelmente sentiram o peso da estréia e ficaram longe de render aquilo do que são realmente capazes (o frio siberiano não é desculpa para o mau desempenho, já que acostumados estão, por jogarem e residirem na Europa).
O que vimos, aqui e acolá, foi o “ciclista” (Robinho) tentar pedalar com mais velocidade, levar sua mambembe bicicleta rumo ao gol adversário, mas ao seu lado nossa principal referência em termos de criatividade, Kaká, mostrava-se afobado, sem ritmo e incomodado com a apertada marcação, sem nada produzir e, até, atrapalhando em alguns lances. E o retrato emblemático da inoperância ofensiva daquele que deveria decidir (Luis Fabiano) traduzia-se nas constantes incursões do “capitão” Lúcio ao ataque, às vezes atabalhadoadamente, abrindo perigosas brechas lá atrás, conforme se comprovou no gol coreano, já na fase crepuscular da partida. Ainda bem que já havíamos feito dois gols, um dos quais um tanto quanto “acidental” ou espírita (o primeiro), já que o lateral Maicon chutou a bola sem maiores pretensões, na tentativa de impedir sua saída pela linha de fundo, conforme posteriormente declarou.
Ao final, até o pragmático treinador Dunga admitiu que a equipe não houvera rendido o esperado, ao tempo em que manifestou sua esperança de que, a partir do segundo confronto, enfrentando adversários teoricamente mais categorizados (que jogam e deixam jogar) a seleção se redima e apresente um melhor futebol, capaz não só de conseguir a classificação para a segunda fase, mas, e principalmente, se faça merecedora da confiança da torcida brasileira. E aí, embora o time deva continuar o mesmo, a conversa será outra, já estaremos num melhor ritmo, a tensão da estréia já se terá esvaído, o sangue já terá “esquentado” nas veias e a briga será entre “cachorros grandes”, pra valer.
Portanto, no próximo domingo, tal qual aconteceu ontem, nossas principais ruas e avenidas, das metrópoles às cidades interioranas, permanecerão estranhamente desabitadas, silenciosas e vazias, à espera de acolher, após 90 minutos, uma legião de apaixonados a comemorar mais uma vitória do nosso time.
A seleção ficou devendo, sim, mas temos plenas condições de progredir, render mais, deslanchar de vez (até porque os nossos principais adversários – Costa do Marfim e Portugal – agora não só já conhecem o modo de atuar da Coréia do Norte, como sabem da necessidade de abrir um placar confortável, na perspectiva de uma igualdade final).
Vamos chegar lá !!!
BOM DIA CARIRICATURAS
Já percorri meia estrada
de barro que lama virou
já me banhei em um rio
que toda sujeira lavou.
Já me mirei no espelho
e a fera me acenou
no espelho me mirei
e o Belo me abraçou.
Já fui pedra
Já fui ostra.
Hoje precisa e preciosa
sou
pérola de muito valor.
(StelaSiebraBrito)
Festa do Cariricaturas - 23.07.2010 - Primeiro Aniversário!
As mesas já estão sendo vendidas. Colaboradores e leitores, reservem a sua !
Local: Crato Tênis Clube a partir das 20 h.
Ingresso por pessoa : 10,00
Posição em 16.07.2010: 50 mesas disponíveis.












