Criadores & Criaturas



"Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
"

(Carlos Drummond de Andrade)

ENVIE SUA FOTO E COLABORE COM O CARIRICATURAS



... Por do Sol em Serra Verde ...
Colaboração:Claude Bloc


FOTO DA SEMANA - CARIRICATURAS

Para participar, envie suas fotos para o e-mail:. e.
.....................
claude_bloc@hotmail.com

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Mais Tarde, Mais Forte - Geraldo Junior e Dudé Casado

Dudé Casado e Geraldo Junior tocarão juntos novamente no mesmo palco. Os ex-integrantes do grupo Dr.Raiz mostrarão suas novas canções no Show Mais Tarde, Mais Forte, um só espetáculo com diferentes ritmos que também contará com a presença de novos grandes músicos da região. 

Geraldo Júnior


O trabalho do cantor e compositor desenvolve-se nesse contexto como um aglutinador das artes populares, utilizando elementos tradicionais como ferramenta para fundir e resignificar todas essas linguagens através de uma leitura contemporânea.


Dudé Casado

Com um gosto eclético, sempre absorveu naturalmente várias influências de universos musicais distintos, desde a música de raiz, provinda dos grupos de cultura popular da região, até bandas como The Beatles, The Doors, Pink Floyd, Black Sabbath, Sepultura...




Sexta-feira, dia 19 de Agosto
Sesc Juazeiro do Norte às 20h
Terreiro da Mestra Margarida

Nas voltas que o mundo dá - Aloísio

Nas voltas que o mundo dá


Meu pai foi agricultor
Com ele aprendi a lavrar
Mas mudanças sucederam
Nas voltas que o mundo dá

Eu nasci pra ser vaqueiro
Ou para a terra cultivar
Mas mudei para cidade
Nas voltas que o mundo dá

Sempre me distanciando
Daquele torrão “natá”
Fui mandado pra escola
Nas voltas que o mundo dá

Sempre estudando mais
Me mudei pra “capitá”
Mais longe do meu torrão
Nas voltas que o mundo dá

Já corri outros lugares
Num eterno caminhar
E faço a viagem de volta
Nas voltas que o mundo dá

Sempre bate a saudade
Quando eu escuto falar
Das coisas boas do mato
Nas voltas que o mundo dá

Pedra que não cria limo
Sem lugar pra sustentar
Assim levo minha vida
Nas voltas que o mundo dá

Espero o mundo dá voltas
Pr’eu voltar pro meu lugar
Esperando vou alcançar
Nas voltas que o mundo dá

“Vou voltar
Sei que ainda vou voltar
Para o meu lugar...”
(Sabiá – Chico Buarque / Tom Jobim)

Aloísio

A ARTE MODERNA E CONTEMPORÃNEA - Por Edilma Rocha

Se observarmos a história da pintura moderna  vamos comprovar que todos os grandes movimentos artísticos foram realizados pela juventude. Sendo assim, Picasso não teria criado o "Cubismo" aos seus 80 anos. A intenção de devolver à pintura o seu valor reativo, também se deu aos jovens. O que se sabe é que embora muitos tenham sido chamados a esta intenção, somente os mais fortes e perseverantes deixaram o seu nome escrito na história da arte mundial, como; Marcel Duchamp, Kandinsky, Picasso, Paul Klee, Miró, Max Ernest, Dalí ou Pollock. Traduziram o seu caráter e distinção através de imagens. Pintaram a própria intimidade, desenharam nos papeis e gravaram nas telas as suas próprias imagens. Não importava qual tema fosse escolhido,  pois recriaram as suas obras de maneira que deixaram a mostra, as inquietudes que as fizeram nascer.
Para saber julgar uma obra de arte é necessário muitas vezes até desconfiar do que já foi dito ou feito antes. Como poderemos saber em que circunstâncias se achavam os artistas no momento da criação? Daí a observação minuciosa para dentro de nós mesmos, fugindo das pretensões do artista. A arte pode ser tudo aquilo que os distingue dos demais, mas a facilidade de representar o que já existe de forma diferenciada reforça o poder da criação. A arte pode  ser o que distancia ou aproxima  com força e perseverança na idealização de um tema  como um objeto desejado.
A arte pode ser de uma época em foi criada ou a que virá posteriormente, testemunho de um tempo, representando o comportamento coletivo dos artistas. As vezes nem saõ compreendidas pelo poder  emotivo de cada expectador. Mas, os movimentos, os matizes, causam uma hipnose agradável aos olhos
de quem vê, gerando uma intenção de posse do objeto apresentado.
A arte  será sempre uma realidade e novidade.  A arte impõe-se em nossas vidas.

Edilma Rocha

Pintura de autoria de George Macário
Título - Presal

PENSAMENTOS - Por Edilma Rocha


" As outras pessoas têm sentimentos como você, e ideias que podem ser tão valiosas quanto as suas. 
Ame suas diferenças e respeite às dos outros "

Crato desrespeitado

Pedro Esmeraldo

Desde a semana passada Crato sofreu desrespeito praticado por certo comerciante que após estabelecer-se aqui achou com direito de colocar o endereço como sendo de outra cidade. O dito comerciante desculpou-se dizendo que houve erro da gráfica na hora exata de imprimir os convites.
Aceitamos as desculpas desses ardis comerciantes, mas o que queremos protestar é contra a fraqueza de nossas autoridades que fazem vista grossa e não procuram reagir com os pequenos erros que há constantemente, sempre solapando o património do Crato e quando acabam dizem que querem bem ao município do Crato e ainda confirmam amor a cidade na hora de vir buscar os votos. Queremos avisar às autoridades que só há paz quando há união, bem estar e compreensão mútua.
Não podemos deixar tudo correr frouxo, pois dentro do pequeno reino só queremos que haja igualdade e solidariedade entre todos. Ao contrário, devemos partir para a luta.
Avisamos a essas autoridades que nós escolhemos para defender o Crato e não para deixar tudo na corrente submissa que por vários anos esses homens vem solapando o património do município cratense, praticando a discórdia e o desequilíbrio social, semeando o ódio e deixando o povo praticamente inconformado com as suas astúcias desenfreadas e ardilosas.É preciso que aja compreensão dessas autoridades inimigas do Crato, caso contrário o povo cratense devera praticar medidas abusivas contra esses malefícios que há no seio desse povo intrigueiro e cujo o objetivo é transformar o Crato numa cidade dormitório.
Há uma grande parte da população cratense que almeja igualdade de tratamento mútuo e bom amparo social, com o mérito e comportamento de homem sério.
Não queremos que nos surrupiem nada. Deixem o Crato em paz. Que venham com força para vencer com retidão, sem procurar destruir este município que há tanto tem trabalha com honestidade a fim de alcançar o seu apogeu constituiído por homens civilizados.
Vejamos bem: Crato sofre pela falta de apoio sistemático do povo. Há quem diga que o Crato paga pelos erros de alguns administradores do passado que causaram erros absurdos e com muita fluência desrespeitam seus munícipes. Enfim, sempre temos dito e tornaremos a repetir: uma horda de bocós invadiu o meio político do Crato. Vejam que o Crato está sangrando, esvaindo-se em sangue e não há nenhum médico administrador que salve o nosso direito de reagir e luta em defesa da terra.
Por isso pedimos a Deus que nos dê força para escolhermos um grande administrador esforçado, vibrador, que venha contribuir com bom desempenho e tenha coragem de partir para a luta.
Olhem para o Crato de amanhã, não deixem a cidade cair no esquecimento, Marchem para a luta, olhem que posição deveremos tomar. Se por acaso nada nos for favorável, não fujam da luta, vamos partir para enfrentar uma campanha plebiscitária a fim de enquadrar a Crato ao vizinho Estado de Pernabuco, pois se não somos bem favorecidos aqui, nós, os cratenses, temos que tomar medidas arbitrárias para que sejamos ardentemente reconhecidos.

Maiô de Tule - por José Henrique Cruz

Jose Henrique Cruz
Jose Henrique Cruz
  • Melhores são as aventuras nos balcões das As Pernambucanas. Saía cada uma! Pra Você ver onde fui criado. Lá tinha apenas 22 funcionários. Todos brincalhões. Eu já tinha queda pra humorista e nesta escola me esbaldei. Vou lhe contar uma delas:
    .
    Chegaram duas mocinhas, eram mais ou menos 16:30h e nesse horário até as cinco, quase não entrava cliente. Nós ficávamos na quina do balcão, quase todos, contando piadas. Quando entrava algum freguês, eles olhavam logo pra mim, como se quisessem dizer " vai lá"!. 
    .
    Nesse dia o papo estava fora de série e fui atender as meninas. Uma delas perguntou-me: "Vocês têm tecido pra maiô?"Peguei uma peça de tule, que serve para véu e mostrei.
    .
    Ela disse: " Por que você não faz um pra sua mãe usar?"
    .
    E respondi na bucha: "Papai não deixa ela usar não, minha filha. 
    .
    Depois levamos na brincadeira. E o melhor: se tornaram minhas clientes...
    ...

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O valioso tempo dos maduros – por Rubem Alves




Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridade.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçam seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
As pessoas não debatem conteúdos, apenas rótulos.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana;
que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.
O essencial faz a vida valer à pena e, para mim, basta o essencial!

- Fragmentos -
Claude Bloc

Foto nas proximidades de Ponta Serra - CE

O silêncio se impõe certas horas. Silêncio-essência, onde todos os sons se apagam. Sinto-o quando me calo. Quando os sentimentos em mim são apenas essa melodia que se coreografa na pauta silenciosa dos meus dias. É lá onde encontro o refúgio necessário, onde sou esse ser em exílio, bebendo dessa ausência, na entressafra da alegria.

Sinto-o quando me calo. Quando preciso curar a saudade... Quando mergulho nesse pedaço de mim, silente e morno, num exercício mental que me isola dos sons, numa concha hermética de insulamento terapêutico.

Então, no silêncio fujo do dia estressante, do martelar da artilharia das obras e das ruas, das buzinas, daquilo que me machuca. Nesse instante, sinto-o como se, subitamente, o mundo emudecesse em areais que se perdem da vista, nos campos verdejantes do meu sertão, com a unção do sol e do céu.

 E lá me deixo ficar - onde não haja vestígios de vida humana. Onde nem sequer se faça notar o vento ou o distante borbulhar das águas. Onde os meus passos silenciosos apurem  meu tato com o segredo de todos os encantos.

É só então regresso à casa de onde parti, para começar outra vez a escrever a nova melodia. Ainda que mais adiante se faça sentir novamente o apelo do silêncio, branqueando os sonhos perfumados de alegria.

Silêncio que faz a peregrinação pelo meu degredo. Refúgio onde se detém a chave da felicidade e onde seus fragmentos hão de depurar todo o meu pensamento. Silêncio musical que acompanha a vida como uma profilaxia. A ávida sede, a eterna busca, a infinita sinfonia – silêncio!

Claude Bloc

O tônico da alegria - Emerson Monteiro


As dificuldades importam pouco quando existe ânimo bom de olhar o mundo através das lentes do humor positivo. Revogar as tristezas e formar nuvens de tranquilidade significa doses de saúde em forma de causar sentido novo aos velhos desesperos das ausências de controle. Esse o jeito de dominar os sentimentos por meio dos pensamentos, que representa tudo nos momentos difíceis das estradas.

Ao pensar se abre a porta de receber os impulsos que vêm de fora. O sentimento mora na casa vizinha dos pensamentos. Antes de chegar ao sentimento, os impulsos primeiro batem na porta dos pensamentos.

Quando pisam os nossos pés, olhamos quem pisou, e o motivo. Em sendo nosso filho menor, por mero acidente, logo relevamos e até sorrimos em troca. Porém havendo as segundas intenções de um desafeto para nos provocar, sobe o fogo das respostas, o que haverá de se dominar a qualquer custo, para evitar desgostos e traumas.

Sim, isto para falar na alegria. Antes das risadas, queremos motivos. Raros, raríssimos, são os bons humoristas neste mundo. Programas ditos de humor, na televisão brasileira desta fase, por exemplo, causam mais contrariedades do que alegria. Filmes e atores que fazem rir custam a surgir. Marcaram época, Carlitos, Cantinflas, Oscarito, Chico Anísio, ligeiro desaparecem e deles poucos nascem.

Saber rir... que rara qualidade nos seres humanos. Dados à fria competição, perderam a virtude das boas risadas, do sorriso nos lábios, da gentileza e da esportividade. Meio que imitando as máquinas que fabricam com tanto gosto nas indústrias, os habitantes das cidades cavam um pezinho para xingar, agredir e soltar o instinto agressivo de suas máquinas individuais. Enquanto isso, estudos revelam o papel principal da alegria na manutenção da saúde. Querem paz no coração, no fígado, nos intestinos; horas agradáveis de sono; boa digestão; bons relacionamentos com os nervos; recebam de bom grado as circunstâncias felizes dos dias.

Este tônico vale ouro, o senso de humor que amacia as crises, desavenças e notícias desagradáveis, assim como o Sol clareia as sombras da noite e abastece de esperança a riqueza de todo dia.

Convite Missa de Sétimo Dia

A família Figueiredo convida parentes e amigos para celebração da Missa da Esperança em sufrágio da alma de Emília Figueiredo Pimentel, ao sétimo dia do seu falecimento a se realizar na Catedral de Nossa Senhora da Penha, ás 17 horas desta quarta-feira, dia 10 de agosto de 2011. Antecipadamente agradece a solidariedade de todos.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Rádio Princesa FM promove Campanha Difamatória contra Vereadores da base de apoio ao prefeito Samuel Araripe - Por: George Macário de Brito


"Comigo é diferente !"


George Macário de Brito

Nota do Editor: Mal chegou à câmara de vereadores, e o novo vereador George Macário de Brito esbarrou num problema grave que vem se arrastando há anos na cidade de Crato. Por conta de "interesses particulares contrariados ainda na última campanha eleitoral e querendo que o atual prefeito pague dívidas contraídas durante a sua própria administração" ( Segundo declarou em várias entrevistas e coletivas de imprensa o atual Prefeito Samuel Araripe ), o diretor da Rádio princesa FM, Zé Adega, vem se utilizando da estação para atacar todos os dias o trabalho e a honra das pessoas que fazem parte da administração municipal atual. Além de promoverem uma verdadeira baixaria no ar, ao vivo e à cores para disseminar o embuste e a mentira, em que a cada dia é escolhido um novo alvo, seja secretários de governo, vereadores da base governista e inclusive pessoas comuns que possam defender a administração, - SEM DIREITO DE RESPOSTA - a estação de Rádio vive a insuflar a população da periferia da cidade contra o atual prefeito e seus secretários. É comum aos seus repórteres fazerem visitas aos bairros pobres e a periferia, procurando alguma coisa, alguma rua suja, um cano estourado, etc, algo que possa ser usado como arma para atacar de forma covarde a administração municipal no seu programa "jornal da princesa".

Descontente com essa situação, o vereador George Macário de Brito declarou à nossa reportagem que "Com ele é diferente". George já está entrando na justiça com mais um processo ( dos muitos ) contra a Rádio Princesa FM junto ao Ministério Público, por deturpações e manipulações dos discursos e entrevistas proferidos pelos vereadores à aquela estação. Na última Segunda-Feira, George Macário falou extensamente na câmara sobre o problema, e frisa que vai levar ao ministério público as gravações que são realizadas dentro da própria câmara e o que é veiculado de forma distorcida e interesseira pela emissora de rádio. George também está publicando em vários veículos da internet, um artigo que revela bem o que está acontecendo, e diz que muitos vereadores se sentem intimidados para falar, porque aquilo que disserem, pode ser distorcido e usado no outro dia de forma desastrosa contra a honra dessas pessoas.

O.B.S - É bom que se ressalte que esta estação de rádio não poupa ninguém . Este repórter e o Blog do Crato já foram também alvos das maquinações da referida estação.

"A FM MARRON" - EMISSORA DE RÁDIO INTERFERE NO PODER LEGISLATIVO CRATENSE ( por George Macário de Brito )

Por conta de divergências políticas entre o Prefeito Samuel Araripe e o Ex-prefeito Zé Adega, alguns Vereadores, da base de apoio ao atual gestor, sofrem campanha difamatória empreendida pela Rádio Princesa FM.

Indignados com a distorção de suas falas, por ocasião dos seus pronunciamentos em Plenário, os Vereadores George Macário, Guer e Luiz Cory, estão sendo vítimas de campanha difamatória deflagrada pela FM PRINCESA, de propriedade do ex-prefeito José Aldegundes Muniz Gomes de Matos, que trava uma verdadeira "guerra" com o atual prefeito, por conhecidos interesses particulares contrariados.

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NE - Sorria! Você está sendo gravado! ( há 3 anos )

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Como é bom ao cidadão ficar por dentro do que acontece...

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O vereador George Macário municiado de provas vai para a Justiça

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Zé Adega quer vingança a qualquer preço e seja como for! Sua sede é tão grande que já chega a interferir no trabalho dos vereadores acima citados que, nos últimos dias, vêm sendo alvo de notícias difamatórias veiculadas pelo programa jornalístico JORNAL DA PRINCESA, que vai ao ar todas as manhãs.

Há pouco mais de uma semana no Parlamento, o Vereador George Macário, por ser o Líder do Governo Municipal na Câmara, já está sendo vítima desta campanha que, segundo ele, é um flagrante de interferência nos trabalhos do Poder Legislativo Municipal. O que é dito em Plenário, no outro dia chega aos ouvintes, em forma de notícia ou em parte dos nossos pronunciamentos, que são editados de forma completamente distorcida, com único objetivo de jogar a população contra os vereadores.

Este é o que se pode chamar de desrespeito com aqueles que se dispõem a melhorar o nível de atuação parlamentar. E, o que pior, além de distorcer o que realmente é discutido e afirmado em Plenário, acaba por inibir a ação dos legisladores que, com toda razão, se acautelam diante de reações da opinião pública que, lamentavelmente, passa a ser manipulada e informada de forma absolutamente tendenciosa.

A prova que confirma a campanha difamatória é bastante clara e robusta! Basta o confronto das gravações em Plenário, com as que estão a ser publicadas pela emissora. Já requeri, juntamente com o colega Guer, as gravações de todas as minhas falas e vamos nos valer dos meios legais para estancar este Abuso de Poder Midiático! A justiça é a única opção, aliada ao Ministério Público, para punir quem usa e abusa da cor "marron" nos meios de comunicação, como quem atira "lama no ventilador", turvando a honra dos cidadãos".

A VERDADE, além de ser o caminho trilhado por todos os veículos de imprensa que se julgam sérios, é um compromisso social. Isto é o que está faltando à Rádio em destaque!

George Macário de Brito
Editor, Vereador, Vítima e ADVOGADO.

Pensando como Shakespeare...

 
"  Eu aprendi que a vida é dura, mas eu sou mais ainda...
Eu aprendi que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito."
 
[William Shakespeare]

A Feira do Crato ll: O Kariri e Nossas Tradições na Alma do Povo-Wilson Bernardo.

Nenhuma feira é igual em sua totalidade humana,ao qual ela se modifica e se destaca justamente pelas condições Geo-humanas de um povo concebido e enraizado em suas tradições.O Crato a mais ou menos dezenas de décadas vem construindo e desconstruindo suas tradições seculares,ao ponto de que a feira do Crato na tradicional rua do comercio,se transferiu para a beira do canal.Mudou sim,mas no mesmo instante se reconstituiu em novas concepções humanas,já que quem faz a feira é na verdade o seu povo,e suas tradições,em que lugares como a feira impera o verdadeiro sentido da democracia e a qualidade de vida.O Crato resiste e o Kariri sob resiste a velocidade da tecnologia e nossa feira explode em cores e no sorriso fossilizado pelo tempo de um povo remanescente de seus ancestrais das tribos kariris.
Na banca de doces,a guloseima sem a preocupação do gluten
e de gole em gole a sede se anima par o escaldante calor da feira
sombra e água fresca,o que nem sempre gato de hotel gosta de sofás
cores de um povo sempre a espera de dias melhores em busca de grãos
cachimbos a perder de vista e pitar o fumo de sabor de miguiriba
peças intimas se testa na hora em vivas cores a preço de bananas e enlatados
Viva a feira ! carnavais fora de época,de uma capitania pernanbucana de frevos e serpentinas Kariri's
Wilson Bernardo(Texto & Fotografia)

PENSAMENTOS - Por Edilma Rocha



"Quando surgem a impaciência e a ansiedade, é o momento de acalmar os sentimentos e deixar a sabedoria superior apresentar o caminho, a solução. Confie em Deus."

Crato: também a Diocese ??? - José Nilton Mariano Saraiva

Você, aí do outro lado da telinha, ainda tá lembrado de que alertávamos a quem de direito, aqui mesmo neste espaço, da possibilidade de que, mais cedo ou mais tarde, também a sede do Bispado (Diocese) possa vir a ser transferida, “vapt-vupt”, de Crato pra Juazeiro ??? E que por trás disso tudo se acha o alienígena italiano que se fez “bispo”, presumivelmente trabalhando nessa direção visando benefícios próprios ???
Pois é, agora, através da última edição da Revista Província (nº 29, de julho/11), seu Diretor, o conceituado professor universitário e jornalista Jurandy Temóteo, com a autoridade moral e bagagem intelectual de todos conhecida, nos mostra que tão sórdida trama, envolvendo a possível transferência não só da Diocese, mas também do seminário, teve origem lá atrás (há exatos 97 anos), arquitetada pelo próprio Cícero Romão Batista (a quem rotula de “...dissimulado, arrogante, ambicioso e vaidoso”) contando com o auxílio dos senhores “...Leandro Bezerra, Floro, Sá e mais amigos”, conforme telegrama enviado ao senhor Nogueira Acióli (vide transcrição abaixo, ipsis litteris), convidando-o a engajar-se em tal projeto.
Convém atentar para a sutileza escondida nas entrelinhas do citado documento, quando Cícero Romão Batista, mostrando toda a sua prepotência, arrogância e vaidade, maquiavelicamente chega a insinuar (ou sugerir) o seu próprio nome pra Bispo (“...MOSTRANDO DIREITO MEU”), nem que para tanto tivesse que PAGAR um certo preço: “...aqui aonde OFEREÇO duas propriedades, valor suficiente patrimônio, casa própria para palácio, terreno seminário, facilidade construção”. E que, para conseguir seu desiderato, chega a “sofismar”, ao peremptoriamente declarar que Juazeiro (ainda nos seus primórdios), seria uma “...cidade maior população” (mentira cabeludérrima, como se vê).
Veja, leia, recorte, guarde, coloque numa moldura ou... rebole no lixo:
“Juazeiro, 21-12-1914. Dr. Nogueira Acioli, Rua Matriz, 63, Rio.
Com Floro, Sá, mais amigos peço irem em comissão ao Núncio. Apresentem EM MEU NOME transferência sede Bispado Cariri para aqui Juazeiro, MOSTRANDO DIREITO MEU, por ter sido empreendedor desde Roma 1898 continuando esforços auxiliado Dr. Leandro Bezerra perante Núncios Apostólicos monsenhores Tonti, Bavona ficando aceito pela Santa Sé e combinação Sr. Bispo D. Joaquim. Reunião Bispo Norte em Pernambuco foi aceita proposta, juntamente outros Bispados. Faça ver DIREITO SEDE AQUI, AONDE OFEREÇO duas propriedades, valor suficiente patrimônio, casa própria para palácio, terreno seminário, facilidade construção. CIDADE MAIOR POPULAÇÃO. Floro diga como bem conhece se esforçando Núncio obter Santa Sé. Sinceras saudações, Padre Cícero”.
Um outro aspecto que merece ser realçado, ali abordado didaticamente e com muita propriedade pelo professor e jornalista Jurandy Temóteo, diz respeito à portentosa riqueza, repentina e inexplicável, de Cícero Romão Batista (à qual também nos havíamos referido anteriormente), ao transcrever as citações abaixo:
De Mons. Antônio Feitosa: “O próprio Padre Cícero põe as armas nas mãos dos que o acusam de ter se tornado excessivamente rico. Diversos autores colheram nos TESTAMENTOS FIRMADOS PELO PADRE CÍCERO EM NOME DE DEUS, alguns dados expressivos e sintomáticos. Diz Morel: “Seu testamento datado de 04 de outubro de 1923 dá notícia de 30 sítios, 16 prédios, um quarteirão e uma avenida de casas, cinco fazendas com gado e benfeitorias e uma mina de cobre””.
De Carlos Chagas: “... dizem com malícia que O ÚNICO MILAGRE REAL DE SUA VIDA foi começá-la pobre e morrer deixando em testamento 31 sítios, vários terrenos, cinco fazendas de gado e benfeitorias, 17 prédios, 04 quarteirões de casas e uma mina de cobre”.
Como se observa, o pseudo-santo tinha “pés-de-barro”, sim senhor, nenhuma humildade, além de reconhecido “bloqueio intelectual”, conforme a Revista Província nos cientifica, a saber: “... Na realidade, o Pe. Cícero era portador de forte preguiça intelectual, pois viveu alheio ao movimento literário do seu tempo, sem livros, ignorando escritores, filósofos e sociólogos, antigos e modernos. Daí a sua incultura, que nunca permitiu escrever um artigo, pronunciar um discurso ou realizar uma conferência – vide Otacílio Anselmo, “Padre Cícero – mito e realidade”, p. 43, Civ. Brasileira, Rio, 1968)”.
Ante o exposto e face o agora publicado pela Revista Província, entendemos que convém lembrar os questionamentos que levantamos a respeito da grotesca farsa conhecida como “o milagre da hóstia” - oportunidade em que a própria Igreja Católica “carimbou” Cícero Romão Batista como “charlatão” - a saber:
1) objetivamente, qual foi mesmo a “causa mortis” que vitimou a beata Maria de Araújo ???; 2) por qual razão os famosos “paninhos”, depositários do seu sangue (exaustiva e recorrentemente usados e difundidos como uma das “provas” do milagre), providencialmente sumiram (ou queimados foram), como se houvesse o temor de que, num futuro não tão distante, com o vasto instrumental que certamente surgiria, um simplório exame laboratorial mais detalhado pudesse diagnosticar alguma comprometedora e letal moléstia (tuberculose ???), determinante e capaz de “demolir” de vez com o tal “milagre da hóstia” ???; e, 3) qual a “ORIGEM-FONTE” dos expressivos recursos que permitiram que alguém, originário de família paupérrima e sem uma remuneração compatível, de repente tenha se tornado “podre de rico” ???
Quaisquer dúvidas poderão ser elucidadas através de consulta à “Revista Província”, edição número 29, de Julho/2011, páginas 153 a 157, artigo “Padre Cícero, um homem de bens”, de Jurandy Temóteo.
Alfim, não custa lembrar e é sempre bom termos em mente o sábio ensinamento do nosso Zé do Vale: “No dia em que um assunto não puder ser tratado por um cidadão, este assunto não existe. Isso é coisa de sociedade secreta, de iluminados, de mensagens cifradas.(...) Se estamos todos aqui discutindo política, cultura, economia, filosofia e o cotidiano o mais certo é que as visões se multipliquem”.



PROGRAMA CARIRI ENCANTADO SONORIDADES – 10/08/2011

Conexões musicais: Tim Maia, o síndico da MPB

Sebastião Rodrigues Maia, popularmente conhecido como Tim Maia, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 28 de setembro de 1942, e faleceu em Niterói, no dia 15 de março de 1998. Cantor e compositor, Tim Maia foi um dos pioneiros na introdução do estilo soul na MPB e um dos maiores ícones da música no Brasil. Suas músicas eram marcadas pelo seu vocal grave e afinadíssimo, composições bem elaboradas, letras inteligentes e arranjos inovadores, executados sempre com o auxílio luxuoso de um time de músicos competentíssimos.

O programa Cariri Encantado Sonoridades, desta quarta-feira, 10 de agosto de 2011, apresentará uma seleção de composições de autoria de Tim Maia ou por ele interpretadas, compilada a partir de três discos antológicos do cantor: o de estréia, lançado em 1970; o segundo, de 1971, e o ainda raríssimo e pouco compreendido disco Tim Maia Racional Vol. 01, de 1975.

Vale a pena ouvir sempre que se possa esse monstro sagrado da MPB a quem Jorge Ben Jor trata de carinhosamente de o “síndico” do Brasil.

Serviço
O programa Cariri Encantado Sonoridades é transmitido todas as quartas-feiras, das 14 as 15 horas, pela Rádio Educadora do Cariri AM 1020 e pela Internet: www.radioeducadoradocariri.com.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

kariri das Tradições:Celebrar a Vida é Celebrar a Morte...Traduções-Wilson Bernardo.


A vida e a morte, se conflita no que se diz ao seu existencialismo,no medo do que apavora que é o novo,que na verdade é tão antigo como o fato de se fecundar.Velório:Nas grandes cidades e medias cidades,essa tradição de se velar o corpo em casa,esta sendo plastificado pela velocidade do urbanismo e nos confraternizando em ambientes climatizados de quanto o capitalismo pode pagar.No Sertão e na cabeça de pessoas rudes e humildes,velar o corpo em casa é uma aproximação do ultimo sacramento,do culto ao corpo e a confirmação do espírito.Um cafezinho de pó amanhecido no pilão,um caldo de carne fresca,bolachas e fatias de guloseimas,irmanados pelos vizinhos,pitar um bom cigarro de palha,piadas desavisadas e conversas hilariantes do falecido,amanhecer a relva da manhã ao pé de uma fogueira de Imburana,e a boca travada de uns goles de cachaça.É o sertão e o Kariri,ainda vai sim resistir a ultima despedida,ao plasticamento dos nossos mortos,o que temos mesmo é festejar a morte e não o somente a vida.
Nas escadaria da casa grande,a noite confabula com o sentimento da penumbra do que é a morte
Festejar a vida...A morte se faz necessário,e seremos os próximos amanhecidos de contemplações
O medo...O riso...A vida é tão orgânica o quanto a morte!
A luz de um túnel,só é escura pra quem esquece de que a vida é um único processo.
Wilson Bernardo(Texto & Fotografia)

PENSAMENTOS - Por Edilma Rocha


"Não tente carregar mais do que o necessário. Lembre-se de que sobrecarregado ninguém sai do lugar. E, se sair, não conseguirá ir muito longe. Alivie sua carga."

domingo, 7 de agosto de 2011

A semente dos dias - Emerson Monteiro


Bom gosto é a cultura e o conhecimento que define as gerações deste imenso Universo. Nem todo mundo sabe o que melhor lhe atenderá, pois precisa aprender um tanto mais até chegar a agir, com naturalidade, e cumprir, com sabedoria, os praticados desta vida de aprendizado constante.

Descobrir disso o jeito certo de caminhar significa as longas experiências, às vezes tristes, outras agradáveis. Sendo que, dos dois jeitos de adquirir conhecimento, pela dor ou pelo amor, a grande maioria escolhe, em primeiro lugar, sofrer antes para, só então, aprender e valorizar a tranquilidade da consciência em paz com os outros e consigo mesmo.

Sempre, no entanto, as oportunidades se repetem, e as pessoas desfrutam da de refazer os passos, ou pelo arrependimento das ações equivocadas que praticou, ou pelo interesse de obter novas marcas de sucessos, e crescer.

Isto a gente só adquirir à medida que cumpre os dias nas folhas deste chão. Portas abertas nas madrugadas às novas oportunidades se refazem simplesmente ao sol surgir, independente que quaisquer das limitações individuais. Estas sementes são, no entanto, as ofertas da natureza aos que souberem usufruir da perfeição infinita dos seus fenômenos. E bom gosto dependerá dos que os utilizam no crescimento próprio, pela dor ou pelo prazer de cumprir o dever com alegria.

Plantar o que é bom a fim de colher frutos bons, eis a Lei.

Ao descobrir tal segredo, caberá aos pensantes selecionar as sementes a germinar no solo dos corações. O plantio alimenta o futuro, porquanto essa Lei de Ação e Reação não escolhe pessoas, mas delas é escolhida.

Que quer ser feliz deve, sem discriminação, plantar sementes boas, originárias das chances de todo dia. Ninguém melhora apenas para os outros. Quem desfruta das práticas são os autores do bem que possa praticar, nisto há justiça eterna, em tudo, por tudo.

Prof. Virgílio Arraes, da UNB, faz palestra na URCA


O Salão de Atos Prof. José Newton Alves de Souza, no Campus do Pimenta da URCA, em Crato, estava completamente lotado, ainda com algumas dezenas de pessoas em pé nas alas de passeio laterais. O motivo de tanta gente reunida era a palestra do renomado especialista em relações internacionais contemporâneas e política externa do Brasil e catedrático de História da Universidade de Brasília, professor Virgílio Caixeta Arraes. O público era formado basicamente por alunos e professores do Curso de História da URCA, mas também por alunos de outros cursos da IES, como os de Ciências Econômicas, além de interessados em geral.

Pontualmente as 19 horas do dia 1 de agosto, o prof. Virgílio Arraes começou a sua palestra sobre a política externa dos EUA, no período compreendido entre 1991 até o presente momento. Portanto, uma época de intensa atuação dos norte-americanos no campo bélico, vide a Guerra do Golfo, a intervenção dos Estados Unidos na guerra civil que dilacerou a antiga Iugoslávia e os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, que motivaram o Império Ianque a invadir o Afeganistão e o Iraque, na pretensa luta do bom americanismo contra o “Eixo do Mal”, como assim justificou o então presidente George W. Bush aquelas expedições militares que reuniu uma coalizão de até 45 países.

Com a preocupação de se fazer entendido pela eclética platéia, o prof. Virgílio Arraes usou de muito didatismo para explicar as complexas relações internacionais do mundo contemporâneo, com equilíbrio nas opiniões que complementavam os precisos dados apresentados. Também, vez por outra, engraçadas tiradas de humor.

Ao final, instaurou-se um profícuo debate, onde o palestrante respondeu a todos os questionamentos advindos do público. A sensação culminante foi de plena satisfação entre todos os presentes.

O evento foi promovido pelo Departamento de História da Universidade Regional do Cariri – URCA, a partir de proposta do cratense, hoje residente em Recife, Joaquim Pinheiro.

sábado, 6 de agosto de 2011

NO DOMINGO...

SERRA VERDE - PARTE II

O sábado entrou pela noite até clarear o dia e no outro dia, ninguém descansou... 
Ninguém, queria ir pra casa. Tinha restado da véspera carne de sol e linguiças para assar. Pra que melhor? Baião já tinha pronto. Era só ir pra beira do açude, na famosa "Ilha de Jacques", que na verdade está mais pra península. 

Nem parecia que a maioria ali tinha virado a noite dançando, cantando, proseando. Botando o atraso em dia. Com o mesmo ânimo todos se puseram a entrar em uma nova sintonia. Era domingo de sol.

Rodinhas de conversa foram se fazendo e o carvão no ponto de acender.
Onde tem Dantas, tem risada. Se Toinho estiver no meio da prosa, pode contar que você não sai impune. 
O pessoal insiste que eu toco violão, mas nem comecei ainda minhas aulas!! O que aprendi ainda foi com o nosso grande Nélio, eu ainda era adolescente... Faz tempo!!
Mundinha sentiu saudade de quando cuidava de Bertrand ainda bebezinho. Deu-lhe colo!!
Os churrasqueiros comiam mais do que assavam. Olhem a cara deles!
Tamanha empolgação de Lorena e Toinho, nem imagino o que possam estar confabulando... Regina e Tetê só de botica...
Os Othon - Melo, nem queriam mais voltar pra Forateza. Adiaram a data até não mais poder.
Aqui muita prosa e muita cantoria. Beleza total!

E na hora da despedida o jeito era cantar: 

Quem parte leva saudade
de alguém que fica
chorando de dor...
... Ai, ai, ai, ai tá chegando a hora!!!!!!

Pois é, depois tem mais...

Claude Bloc



sexta-feira, 5 de agosto de 2011

João Paulo II - Emerson Monteiro


Veja só como os assuntos se organizam na cabeça da gente para chegar ao papel. Ontem, no início da tarde, me preparando para rápido cochilo, no programa Forró do Povo de Deus, da Rádio FM Padre Cícero, ouvi J. Farias cantar a música Obrigado, João Paulo, de Luiz Gonzaga.

Mais tarde, ao despertar, o baião ainda persistiu rondando meus pensamentos por mais algum tempo, João Paulo II / De Deus, grande graça / O povo te abraça / Em ti, vê Jesus / Feliz te agradece / Por o visitares / E a Cristo adorares / Na Terra da Luz.

Já à noite, na casa de um amigo, me deparei com álbum editado pelo jornal O Povo, de Fortaleza, com a retrospectiva da publicação desde seus inícios em 1928, fundada que fora pelo jornalista Demócrito Rocha. Lá estavam, no meio de muitos acontecimentos que marcara o período, as andanças de João Paulo II pelo mundo, a visitar os fiéis católicos, nas inúmeras viagens que realizou, inclusive duas vezes nas terras do Brasil. Fotografias das figuras importantes que marcaram o século XX desfilavam pelas páginas, Nelson Mandela, John Lennon, Mahatma Gandhi, John Kennedy, Che Guevara, Mao-Tsé-Tung, Martin Luther King e tantos, e tantos outros.

Das personalidades mais influentes dos séculos do Catolicismo, João Paulo trouxe na divisa latina do seu papado a insígnia De labore solis, que, em português, significa Do trabalho do Sol, interpretando qual seu modo de acompanhar a Terra nos movimentos constantes de rotação e translação em volta do Sol e do próprio eixo.

Incansável, realizou excursões ao resto do mundo, descentralizado das preocupações anteriores do Vaticano, com isto demonstrando carinho imenso pelos povos e lugares onde andou a beijar o solo em que chegasse.

No Ceará, receberia a feliz homenagem nessa canção sertaneja de bela feitura. João Paulo II... / A tua visita / É graça bendita / Pro povo cristão / É felicidade / Privar da amizade / Do teu coração. / Pastor muito amado / De amor nosso brado / A Deus levarás. / E a Roma voltando / Saudades deixando / Entre nós ficarás. Letra inspirada do padre Gothardo Lemos e música do Rei do Baião, que este interpretou com alegria, expressou com propriedade o tributo dos nordestinos a quem a Igreja cogita tornar santo e o transformou em beato neste ano de 2011.

Raros papas de outra nacionalidade que não a italiana ocuparam o trono de São Pedro. Karol Jósef Wojtyla foi um desses, que deixaria lembranças imorredouras no seio da humanidade. Virtuoso, amigo, desempenhou relevante papel sociopolítico no milênio que passou, dando exemplo de bondade entre os líderes da cena mundial, agora motivo deste rápido comentário.

PARA EMÍLIA FIGUEIREDO

Emília, pouco conheci mais de perto, mas nas poucas vezes que a vi na casa de Magali ela me trouxe uma empatia imediata. Foi uma imagem doce que vi em seu olhar. Foi um sorriso dolorido que li em seus lábios, mas fluido e natural.

Suas palavras não denotavam amargura nem inconformação. Parecia encarar pacificamente a dor e o desconforto que a abordava no seu dia-a-dia.


Emilia,

Será que compreendias o limiar de tua caminhada?
Sei que te abriste para a essência divina e que ali depositaste os resultados de tua história.
Sei que viveste tuas muitas jornadas e ali lapidaste essa tua eterna alma.
Sei que na tua renúncia buscavas redimir-te pois te conhecias tão profundamente que em tuas orações mergulhavas infinitamente dentro do teu ser em busca de Deus...
Encontravas força nos desertos de tua vida e fazias dos teus sonhos um aprendizado.
Assim, sorvendo aos goles o conhecimento sublime, gravavas teus passos no livro de tua vida, para melhor entenderes os momentos vividos..
Hoje Deus te chamou para junto de Si e navegas vagarosamente em águas silenciosas. A alegria é o teu leme. A liberdade tua conquista.
Te sentes leve diante do Pai.
Hoje deste a mão para Zé Ricardo e acendeste a centelha divina. Vives finalmente e de forma absoluta o AMOR DIVINO, PURO E INCONDICIONAL.

Abraço à família

Claude Bloc

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

PROGRAMA CARIRI ENCANTADO PROTAGONISTAS – 05/08/2011

Lançamento radiofônico do disco “Santa Fé em Cantos”, com Emerson Monteiro e Francisco Silvino

Tem novidade no ar. Uma agradável surpresa. Um disco musical voador. Que plana fagueiro e alegre pelos céus do Cariri, anunciando coisas boas, um bom agouro de paz e fé.

Trata-se do disco Santa Fé em Cantos. Uma bem elaborada coletânea de composições musicais, reunindo músicos, compositores, letristas e intérpretes, dentre veteranos e novatos, com canções e arranjos bem urdidos e tramados.

A direção do projeto foi de Emerson Monteiro (foto ao lado). E é o próprio Emerson que o apresenta:

“Veja o que acontece quando um grupo de amigos, de apreciadores da boa música, poetas, cantores, compositores nas horas vagas, resolve somar a força da inspiração e chegar ao público com suas canções e vozes. Os meios técnicos contemporâneos permitem atitudes semelhantes. Ainda que o mercado teime em oferecer música massificada que esqueceu os tempos áureos da estética, existem as alternativas de renovação. Assim se propõe Santa Fé em Cantos, que ora lhe chega às mãos, trabalho afinado de sentimentos, acima de tudo fruto de autores que acreditam na melodia e no verso quais valores permanentes para alegrar e sentir o poder da beleza musical. Vamos cantar juntos a riqueza deste mutirão de qualidade sonora do Cariri Cearense.”

Onde ouvir
Todas as sextas-feiras, das 14 às 15 horas na Rádio Educadora do Cariri AM 1020 e www.radioeducadoradocariri.com.

AMIGO

AMIGO

Você já disse, obrigado meu amigo por ser meu amigo ...!?

Uma palavra fácil de dizer “amigo”

Mas verdadeiramente amigos são poucos

Um amigo é um ser altamente especial

Vejamos dessa forma, quando nascemos e temos irmãos, quer queira ou não, eles

são seus irmãos “ isso é imposto pela paternidade e ponto final”

Mas um AMIGO é escolhido, você o escolhe como amigo e ele a você

Um amigo sabe quando estamos tristes, mesmo quando nós estamos com um sorriso na boca

Um amigo chega sempre junto nas horas difíceis

Um amigo é mais um irmão

Um amigo sabe dizer não

Um amigo é um casamento inseparável

Um amigo é o primeiro caminho para paz

Obrigado meu amigo por ser meu amigo

Dedico a todos meus amigos, dizendo, amo vocês

Daniel Hubert Bloc Boris (Jacques)

Artista Plástico