Criadores & Criaturas



"Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
"

(Carlos Drummond de Andrade)

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... Por do Sol em Serra Verde ...
Colaboração:Claude Bloc


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sábado, 10 de abril de 2010

Pedofilia

Este assunto tem ocupado a mídia televisiva, rádios e jornais e inúmeras publicações em blogs e afins, pela rede internacional de computadores, a INTERNET. É um tema de triste repercussão, onde nem sempre são abordados os malefícios a que são expostas as vítimas dos abusos e violências praticados. SOBREVIVENTES, este é o termo utilizado para designar crianças e jovens, que foram atacadas e tiveram sua história de vida profundamente alterada por tal violência.

Uma criança que teve a infelicidade de ser vítima de violência sexual terá em sua formação um trauma psicológico que a influenciará por toda sua vida causando grande sofrimento. Terá prejudicado seu desenvolvimento afetivo, acarretará crises de auto-estima, sentimentos de culpa e, em casos extremos, é possível levar ao suicídio. O fato de que vítimas de abuso sexual se transformam em agressores e agentes de crimes semelhantes não é incomum.

Do ponto de vista da saúde, mental e social, a pedofilia pode ser considerada um “desvio comportamental”, uma doença e seus praticantes, devem receber tratamento.

Do ponto de vista legal, é considerado crime, no Brasil e na maioria dos países do mundo, e aquelas pessoas que a praticam são julgadas e, dentro dos parâmetros da lei, condenadas.

Os Envolvidos.

Há outras formas de envolvimento com a pedofilia, como a produção de material fotográfico, vídeos e outras formas de divulgação desse tipo de imagem. Acessar páginas da Internet que veiculam imagens desta categoria representa uma forma de “consumo” e conivência. O costume de vestir crianças com modelos de roupas dos adultos, muitas vezes provocativas, e inadequadas à infância, embora comuns entre grande parte da população, sujeita pessoas desequilibradas a ter pensamentos libidinosos.

Não temos conhecimento de estatísticas que revelem os números do comércio desse material, mas certamente seriam dados assustadores.

Vivemos atualmente uma onda de permissividade onde imagens “eróticas” invadem, via TV, lares, escolas e ambientes públicos sem o menor pudor. Cenas em novelas, e os ditos “reality show” apresentam exemplos de comportamento que seriam inimagináveis algumas décadas atrás. Parece natural que letras de música induzam ao consumo de drogas, à prática de sexo explicito, adultério e até pedofilia. Talvez por isso, temos visto algumas pessoas com dificuldades em compreender a gravidade e abrangência das conseqüências da prática da pedofilia. Há quem sinta pena dos agressores, considerando-os doentes e dignos de compaixão, mas é preciso pensar nas crianças, traumatizadas para toda uma existência, e nas famílias que igualmente sofrem as conseqüências. Basta colocar-se no lugar da criança ou de seus pais, para perceber melhor a gravidade da situação.

Algumas denúncias contra o Clero têm sido noticiadas, às vezes com ensacionalismo, mas malgrado a disputa pelos fiéis que norteia alguns canais de televisão, tudo deve ser esclarecido para que a sociedade possa se corrigir e se desenvolver na direção do progresso moral e do aperfeiçoamento das relações entre os cidadãos, o Estado e as instituições civis e religiosas.


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