Criadores & Criaturas
"Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata."
(Carlos Drummond de Andrade)
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segunda-feira, 7 de março de 2011
Programa Cariri Encantado Sonoridades - Especial "a música de José Nilton de Figueiredo"
José Nilton de Figueiredo, nascido em Crato, menino telúrico e amante do Lameiro, onde viveu a infância e adolescência e onde foi aluno de Teoria Musical de Padre Ágio. Venceu na vida com esforço próprio. E nem por isso virou um desses arrogantes e prepotentes que abundam por aí. Passou por dificuldades, é verdade, mas igual ao samba clássico “levantou, sacudiu a poeira e deu a volta por cima”.
Tornou-se sociólogo por formação. É mestre em Antropologia, autor da monografia “A (Con)sagração da vida—Formação das Comunidades de Pequenos Agricultores da Chapada do Araripe”, que depois virou livro. E livro bom!
Para os amigos simplesmente Zénilton, o professor de muitos colégios de Crato e da Universidade Regional do Cariri, (aonde chegou a vice-reitor). Ou ainda Zénilton, o cantor e compositor (já produziu dois CDs) seguindo a carga genética do avô, que também era músico e poeta.
José Nilton de Figueiredo ou Zénilton. Dos anos dos festivais de música da década 70 ou o mestre da academia de hoje. Uma única pessoa com muitas aptidões e várias qualidades.
Texto de Armando Lopes Rafael (publicado no Blog do Sanharol)
PROGRAMA CARIRI ENCANTADO – SONORIDADES
Especial “a música de José Nilton de Figueiredo”
Apresentação: Carlos Rafael Dias
Data: 9 de março (quarta-feira), das 14 às 15 horas
Rádio Educadora do Cariri AM 1020
Repertório
1. Escolhas (Zé Nilton e Carlos Rafael), com Zé Nilton
2. Roendo as Unhas (Zé Nilton)
3. Crato (Zé Nilton)
4. Tanta Coisa (Zé Nilton e Francisco Sávio), com Zé Nilton
5. Via Crucis (Zé Nilton)
6. Toada Brasileira (Ivan Lancelloti e Paulo César Pinheiro), com Zé Nilton
7. Amor Beato (Zé Nilton e Francisco Sávio), com Zé Nilton e João do Crato
8. Hino do Crato (Martins D’Alvarez e João Cruz Neves), com Zé Nilton
9. Saudade (Lifanco e William Brito), com Zé Nilton
10. A Nossa Felicidade (Zé Nilton), com Zé Nilton e Marta Freitas
As voltas que o mundo dá (por Armando Rafael)

"Você diz que devo morrer e que nada restará do meu nome,
mas as canções que cantei serão cantadas para sempre".
(Huexotzin, príncipe asteca - 1484)
Em 1917 os bolcheviques tomaram o poder na Rússia. Por ordem expressa de Lenine, o Czar Nicolau II, (foto à esquerda) sua esposa e filhos foram impiedosamente e traiçoeiramente fuzilados. Com esses assassinatos, Lenine julgava que faria desaparecer, nas brumas da história, a instituição monárquica russa. Hoje sabemos que ele deu com os burros n’água!
Ah! As voltas que o mundo dá...
Ah! As voltas que o mundo dá...
Os comunistas foram responsáveis pelo mais antinatural e desumano regime político que o mundo já conheceu. Segundo “O Livro Negro do Comunismo” mais de cem milhões de pessoas foram assassinadas para a manutenção desse regime, nos países onde se instalou. De 1917 a 1989, o socialismo real dominou as populações da União Soviéticas (e dos países vizinhos anexados, que formavam a Cortina de Ferro) à custa do chicote e das baionetas.
Nessas sete décadas, os comunistas usaram a tecnologia para escravizar; o poder para oprimir e a mídia para manipular e mentir. Praticaram atrocidades as mais diversas. Uma delas foi o assassinato do
Czar Nicolau II. A partir de 1918 ninguém mais, na Rússia, falou sobre a família imperial. (foto à direita)
Czar Nicolau II. A partir de 1918 ninguém mais, na Rússia, falou sobre a família imperial. (foto à direita)Em 1989, após a queda do Muro de Berlim, o povo russo recuperou a liberdade perdida. Muitos, a partir daí, principalmente nas universidades, (lá, diferente daqui, ninguém quer saber mais de marxismo) se voltaram para restaurar as verdadeiras origens do que eles chamam Mãe Rússia. Ocorreu então a volta triunfal da memória do Czar Nicolau II e de sua família.
Primeiro iniciaram uma campanha para localizar os restos mortais do Czar e familiares. Após longas pesquisas conseguiram encontra-los. Depois forçaram o governo de Yeltsin a sepultar condignamente os venerandos despojos, com um pedido de perdão pela atrocidade cometida.
Isso aconteceu em 17 de julho 1998, na Catedral de São Pedro e São Paulo, em São Petersburgo, onde estão enterrados os demais Czares. Devido ao interesse pelos Romanov (família imperial que reinou na Rússia de 1613 a 1917) farta literatura vem sendo publicada sobre eles.
Existe até um projeto na Duma (Câmara dos Deputados da Rússia) para que a atual bandeira tricolor daquele país volte a ter a águia bicéfala dos tempos da Monarquia (brasão ao lado). Em 19 de agosto de 2000 durante a festa da Transfiguração, Nicolau II e a família imperial foram canonizados, como mártires do comunismo pela Igreja Ortodoxa. O cinema adiantou-se à decisão dos bispos com «Os Romanov, Uma Família Imperial», filme de Gleb Panfilov. Ainda mais popular é o último disco de Elena Bogusheskaya, cantora de renome na Rússia, que lhe dedicou todas as canções e ainda pôs na capa uma imagem de Nicolau com uma aura dourada à volta da cabeça.
Hoje sabemos que matando o Czar e sua família os comunistas deram-lhes o direito de voltar. Existe um ditado popular russo que diz: “Tudo volta. Tudo”. Já no evangelho de João 12:24 também está escrito: “Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo caindo na terra, não morrer, fica ele sozinho; mas se morrer produz muitos frutos”. Maria Stuart, outra rainha assassinada, escreveu: “Em meu fim está meu começo”.
É este o caso de Nicolau II.
É este o caso de Nicolau II.
Recentemente noticiou-se que será enterrada a múmia de Lênin, exposta no Kremlin. Enquanto isso o túmulo do último Czar, na Catedral de São Petersburgo, recebe flores todos os dias por parte das novas gerações russas.
São as voltas que o mundo dá...
Texto e postagem de Armando Lopes Rafael
São as voltas que o mundo dá...
Texto e postagem de Armando Lopes Rafael
As Mulheres do Mundo no Dia das Flores Silvestres...Wilson Bernardo.
Os caminhos da idade
as flores
e os espinhos
a descoberta dos sabores
fel
amargo
doce
comeremos o amanhecer na fé
e na luxuria
da beleza mulher.
Wilson Bernardo(Poema & Fotografia)
domingo, 6 de março de 2011
Pensamento para o Dia 05/03/2011

“Há três estágios de Sadhana (prática espiritual). Eles são contemplação, concentração e meditação. Quando você fixa o olhar em uma forma, isso é concentração. Quando essa forma se afasta fisicamente e, depois de algum tempo, você ainda olha para tal forma com seu olho mental, isso é contemplação. Como resultado desse exercício, essa forma fica gravada em seu coração para sempre. Isso é meditação. Se você continuar meditando assim, a forma permanece em seu coração permanentemente. Você não deve limitar suas práticas espirituais apenas à concentração e contemplação. Embora seja verdade que esses representam os primeiros passos em suas práticas espirituais, você deve progredir. Você deve transformar concentração em contemplação e, posteriormente, em meditação. Quando você fizer essa transformação, você continuará a visualizar a forma de Deus a todo o momento. Os antigos Rishis (videntes) adotaram essa forma de meditação. É por isso que Deus se manifestava diante deles sempre que quisessem, conversava com eles e atendia seus desejos.”
Sathya Sai Baba
MARACATU NO CARNAVAL DO CEARÁ - Por Edilma Rocha
Dança dramática de origem Africana, presente no Carnaval cearense com a representação dos negros e escravos em marcha lenta sob batuque compassado formando um cortejo. Composto por uma baliza, porta-estandarte, índios brasileiros, nativos africanos negras baianas, negra calunga, negra do incenso, balaeiro, casal de pretos velhos, pajens, tiradores de loa e batuqueiros, fazendo reverências a uma rainha negra e sua corte real. Para a representação, o uso de uma mistura com fuligem, talco, óleo infantil, vaselina em pasta, cobre todo o rosto de preto, por ser um desfile só para negros.
O Maracatu é representado por um grupo formado com percussão com, caixa sem esteiras para a batuca grave, surdos, bumbos, ganzás, chocalhos e triângulos. O macumbeiro canta as entoadas com temas ligados à cultura, à religião e a historia da África no Brasil.
Originado das coroações dos Reis do Congo a partir do século XVIII nas Igreja de Nossa Senhora do Rosário, só com homens pretos, nas cidades de Fortaleza, Sobral, Icó, Aracatí e Crato. O Maracatu chegou ao Carnaval em 1937 com o bloco "Az de Ouro". Surgiram outros em 1950 de nomes: "Estrela Brilhante", "Az de Espada" e "Leão Coroado". Com o passar dos anos o Maracatu se tornou uma importante expressão artística e cultural no Ceará.
Edilma Rocha
sábado, 5 de março de 2011
LÁ EM NÓS - (Em Rajalegre) - Por Claude Bloc
Um casa, um lar onde a harmonia é o lema.
Um caminho, um roteiro, um destino...
O verde, a alegria de ver a vida vibrando em cor
A paz, o portal de uma saudade antecipada.
Rajalgre imponente parece dormir enquanto o Carnaval ferve nas veias dos Varzealegrenses
Um pé de juá lotado de esperança...
Isso tudo em Rajalegre!!!
Claude Bloc
CARNAVAL - Por Edilma Rocha
Através de algumas pesquisas descobri que o "Carnaval" se originou na Grécia entre os anos de 600 à 520 a.C. A festa era realizada em forma de cultos aos Deuses para agradecer pela fertilidade do solo e alimentos. Ao longo do tempo foram inseridas as bebidas e práticas sexuais, além da dança, sendo condenado pela igreja em torno de 590 d. C. Quando a Igreja adotou o Carnaval através de cultos oficiais e passou a condenar todos os atos pecaminosos, foi um espanto para o povo pois fugia das reais origens como uma festa de alegria pelas conquistas. Com o Concílio de Trento em 1545, o Carnaval voltou a ser uma festa popular com todas as suas bebedeiras e depravações. O período do Carnaval era marcado pelo "Carne Vale" dando origem ao termo "Carnaval".
Com a implantação da "Semana Santa" pela igreja Católica no século XI, o Carnaval antecedia a "Quaresma", por 40 dias de jejum. Este longo período incentivou o recluo festivo que antecedia a quarta-feira de cinzas, no 1º dia da Quaresma.
O Carnaval na antiguidade era marcado por grandes festas, que comiam, bebiam e faziam a busca incessante por prazeres e se prolongava por 7 dias na antiga Roma, de 17 à 23 de Dezembro. As casas comerciais eram fechadas, escravos ganhavam a liberdade e eram relaxados os pudores morais. Pessoas trocavam presentes e era eleito um rei por brincadeira que conduzia o desfile nas ruas. No período Renascentista foram introduzidas as máscaras, fantasias e carros alegóricos.
Chegou no Brasil aproximadamente em 1723, sob a influência dos europeus com desfiles de pessoas fantasiadas e mascaradas pelas ruas. No século XIX surgiram os blocos carnavalescos com carros decorados semelhante a hoje, sendo adotado pela população brasileira que tornou o Carnaval como a maior comemoração do País. Surgiram as marchinhas e foram acrescentadas alegorias e fantasias belíssimas, crescendo em quantidade de participantes e cidades brasileiras.
O Carnaval moderno feito com desfiles e fantasias foi iniciado na França como modelo em "Nice", Paris, depois adotaram, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro. O Rio de Janeiro exportou o estilo com as Escolas de Samba para outras cidades do mundo, como, São Paulo, Tóquio e Helsinque, capital da Finlândia. Grandes artistas plásticos e figurinistas são mobilizados para a realização do esplendor do visual das fantasias e carros alegóricos. Mas o Carnaval do Rio é considerado o maior do mundo, inclusive com a retirada das roupas chegando ao nudismo. Hoje o desfile das Escolas de samba através do Carnaval é um verdadeiro comércio na confecção das fantasias e carros alegóricos e também com a venda de camarotes e ingressos a turistas do mundo inteiro. Convidados especiais disputam um lugar de destaque no desfile e sambas enredos fazem homenagens a fatos históricos e personalidades mundiais. As tecnologias nas apresentações vão desde fogos de artifícios até efeitos especiais por computação e a quantidade de figurantes chegam a milhares por cada desfile na avenida. Os grandes canais de televisão fazem a cobertura ao vivo para todo o mundo e a disputa pela premiação chega a verdadeira guerra entre as escolas, com direito a outro grande Carnaval da vitória.
Edilma Rocha
Rápido como o supermosquito
Para o primo Chagas, eterno Cival
Vou sangrar até a última gota deste cálice que transborda o peito
Tingir de tinto o vinho branco que bebo
Ouvir a melodia extraída das bordas da taça pelo ágil dedo
E depois quebrar vidraças e louças
Pois sou apenas um plebeu convidado
Minha mulher sabe valorizar os dotes que tenho
E eu adoro, sobretudo, os seus sagrados seios
Ofereço em holocausto o meu humor cáustico
Quem sabe, um dia, alcançarei o paraíso?
Ou a temporada no inferno esteja apenas começando?
Enxergo no meio-fio da estrada a lâmina fria da espada
Deito no leito de pedras tão macio quanto travesseiro
De cima, o plenilúnio observa com suas potentes lunetas
Fazendo brilhar o contorno sinuoso do vale em noites cheias
Tenho uma carta na manga que até mesmo desconheço
Sei que a tenho e isso é o que importa
Mas preferiria uma carta daquela que se posta nos Correios
Remetida lá de casa com as boas novas
Aproxima-se agora a hora perigosa
Onde as coisas acontecem ou simplesmente cessam
Ainda bem que carrego no bolso um canivete suíço
A garrafa da minha cerveja não tem tampa de rosca
Como o tempo passa rápido quando se estar tranquilo!
Tão rápido quanto um gatilho nervoso
Até mais rápido do que o supermosquito
Carlos Rafael Dias
Crato, 19 de fevereiro de 2011
Vou sangrar até a última gota deste cálice que transborda o peito
Tingir de tinto o vinho branco que bebo
Ouvir a melodia extraída das bordas da taça pelo ágil dedo
E depois quebrar vidraças e louças
Pois sou apenas um plebeu convidado
Minha mulher sabe valorizar os dotes que tenho
E eu adoro, sobretudo, os seus sagrados seios
Ofereço em holocausto o meu humor cáustico
Quem sabe, um dia, alcançarei o paraíso?
Ou a temporada no inferno esteja apenas começando?
Enxergo no meio-fio da estrada a lâmina fria da espada
Deito no leito de pedras tão macio quanto travesseiro
De cima, o plenilúnio observa com suas potentes lunetas
Fazendo brilhar o contorno sinuoso do vale em noites cheias
Tenho uma carta na manga que até mesmo desconheço
Sei que a tenho e isso é o que importa
Mas preferiria uma carta daquela que se posta nos Correios
Remetida lá de casa com as boas novas
Aproxima-se agora a hora perigosa
Onde as coisas acontecem ou simplesmente cessam
Ainda bem que carrego no bolso um canivete suíço
A garrafa da minha cerveja não tem tampa de rosca
Como o tempo passa rápido quando se estar tranquilo!
Tão rápido quanto um gatilho nervoso
Até mais rápido do que o supermosquito
Carlos Rafael Dias
Crato, 19 de fevereiro de 2011
E já é carnaval! - Por José de Arimatéa dos Santos
Pelo Brasil a fora a grande folia do carnaval já começou. Na verdade o carnaval começou já na passagem de ano e não parou. Agora é oficial e Salvador, Recife/Olinda e o Rio de Janeiro a festa já está quente. Agora tudo é alegria nos quatro cantos desse imenso país e no mundo inteiro, pois o carnaval é uma festa universal e povos do mundo inteiro comemoram à sua maneira. Mas aqui no nosso país verde amarelo é que a folia se reveste mais de alegria e colorido, sem falar na grande miscelânea que é essa festa tão brasileira. E mesmo quem não participa tão efusivamente do carnaval sente o clima mais alegre e festivo. Dessa forma os dias de carnaval deixam as cidades do Brasil inteiro no ritmo de samba, axé e frevo, sem falar nas cidades que o carnaval é também forró, rock e música instrumental. Tem também o maracatu e folias que remontam ao período colonial. Todas as manifestações acabam se juntando e deixando toda uma nação em êxtase em que tudo para e o povo possa se deliciar com a dança, desfile das escolas de samba, blocos e cordões. Sem sombra de dúvidas é a festa mais democrática que existe na face desse planeta. Podemos acompanhar o carnaval pelo rádio e sua músicas carnavalescas e marchinhas sempre tão modernas e inovadoras. Pela televisão vemos o brilho das grandes escolas de samba de São Paulo e principalmente do Rio de Janeiro com seus passistas que são um brilho à parte e o luxo de todo o desfile. Mais luxo ainda, acredito, é para quem tem o privilégio de assistir tudo isso ao vivo e presente lá na avenida, no sambódromo. Tem também o carnaval de Salvador e seus trios elétricos que puxam multidões pelas ruas da capital baiana.
Por ser caririense e o cariri cearense tem uma queda bem especial pela capital pernambucana, dedico um parágrafo especial ao carnaval pernambucano. Ou ainda por preservar de certa maneira aquele carnaval bem brasileiro do povo na rua e praticamente ser uma festa do povo. E nesse quesito, palavra bem usada por essa época, Olinda e Recife e seus grandes bonecos, além do maracatu e demais folias fazem do carnaval de Pernambuco na minha opinião o melhor do país. Acredito que seja devido a brasilidade tão característica e presente nos festejos mominos. E Recife e Olinda se transformam em cidades em que os festejos carnavalescos sejam tão especiais.
E como já estamos verdadeiramente no carnaval é lei a alegria e o divertimento. Mas com muita responsabilidade nos quesitos saúde, trânsito e respeito para com o nosso semelhante. Porque uma coisa é certa e no calendário de todo ano aparece lá no mês de fevereiro e às vezes março que tem carnaval. Então, é muito importante se divertir e se cuidar. Que a paz seja a tônica no carnaval e demais dias do ano. Assim, a brasilidade do carnaval deixa sempre o saldo positivo de alegria e respeito para o restante do ano.
O DESPREZO DO SÍTIO SÃO JOSÉ
Pedro Esmeraldo
Não podemos esquecer da falta de apoio moral que os políticos dão ao Sítio São José, Consideramos isso como um completo desrespeito à soberania do povo. Este sítio está localizado a seis quilómetros do centro da cidade e é completamente menosprezado e esquecido pela nossa política ofensiva que domina a cidade, há anos.
Levamos em conta que essa medida é uma injúria lançada no rosto de seus moradores, visto que vivem na esperança de continuar com uma vida confortável e esperançosa e com a permanência de equilíbrio e bem estar social.
Por essa razão, aguardamos ter um tratamento com qualidade e que possamos receber bónus semelhante aos dignos prémios recebidos durante a tempestade proveniente das montanhas tenebrosas.
Não compreendemos por que razão há esse descaso como mediador absorvidos por alguns políticos incompatíveis com a realidade dos fatos cotidianos. Como ó d© costume observar as falhas desses políticos, queremos acordar a comunidade para que esteja atenta esses homens que, na sua maioria não têm vocação para exercer a carreira política.
Não queremos desmerecer ninguém, mas queremos apenas alertar para que todos tomem cuidado ao escolher com dignidade seus representantes, para que depois não venham suportar os dissabores de alguns pseudopolítícos.
Relembrando o abandono do Sítio São José, concordamos que lá existe bom relacionamento político e, ao mesmo tempo, consideramos que essas autoridades, quer sejam da esfera Federal, Estadual ou Municipal, não têm disposição de olhar para lá com bons olhos, pois consideramos que aquela gleba é Brasil e também tem o direito de receber melhoramentos iguais aos demais municípios constituído deste país.
Notamos que esta área municipal pertencente ao Crato é tratada com escárnio e seus habitantes não esboçam nenhuma reação de desagravo.
Observamos também que, nos últimos dias, apresentam-se com a convivência entre as pessoas desdenhosas e verifica, porém, que há uma parte da família com desequilíbrio moral da comunidade. Outros que recebem apoio constante da prefeitura e que esquecem de lembrar daqueles que poderiam aceitar o mesmo lugar de destaque em toda extensão municipal.
Por causa da disparidade existente, há uma certa inconformação devido à preferência que dão aos outros distritos que não coaduna com o pensamento cratense.
Crato/CE, 25 de fevereiro de 2011
Levamos em conta que essa medida é uma injúria lançada no rosto de seus moradores, visto que vivem na esperança de continuar com uma vida confortável e esperançosa e com a permanência de equilíbrio e bem estar social.
Por essa razão, aguardamos ter um tratamento com qualidade e que possamos receber bónus semelhante aos dignos prémios recebidos durante a tempestade proveniente das montanhas tenebrosas.
Não compreendemos por que razão há esse descaso como mediador absorvidos por alguns políticos incompatíveis com a realidade dos fatos cotidianos. Como ó d© costume observar as falhas desses políticos, queremos acordar a comunidade para que esteja atenta esses homens que, na sua maioria não têm vocação para exercer a carreira política.
Não queremos desmerecer ninguém, mas queremos apenas alertar para que todos tomem cuidado ao escolher com dignidade seus representantes, para que depois não venham suportar os dissabores de alguns pseudopolítícos.
Relembrando o abandono do Sítio São José, concordamos que lá existe bom relacionamento político e, ao mesmo tempo, consideramos que essas autoridades, quer sejam da esfera Federal, Estadual ou Municipal, não têm disposição de olhar para lá com bons olhos, pois consideramos que aquela gleba é Brasil e também tem o direito de receber melhoramentos iguais aos demais municípios constituído deste país.
Notamos que esta área municipal pertencente ao Crato é tratada com escárnio e seus habitantes não esboçam nenhuma reação de desagravo.
Observamos também que, nos últimos dias, apresentam-se com a convivência entre as pessoas desdenhosas e verifica, porém, que há uma parte da família com desequilíbrio moral da comunidade. Outros que recebem apoio constante da prefeitura e que esquecem de lembrar daqueles que poderiam aceitar o mesmo lugar de destaque em toda extensão municipal.
Por causa da disparidade existente, há uma certa inconformação devido à preferência que dão aos outros distritos que não coaduna com o pensamento cratense.
Crato/CE, 25 de fevereiro de 2011
Crato - Unidade sem liderança
Pedro Esmeraldo
Hoje, toda a população cratense sente-se amargurada diante da notícia sombria do fechamento do escritório do SEBRAE em Crato.
Todo nós, os cratenses, não aceitaremos esse tamanho desrespeito, visto que Crato tem carregado nas costas o peso pesado, devido a falta de apoio das autoridades desta cidade que não se interessam em lutar pelo desenvolvimento desta terra. Convém notar que as autoridades de Fortaleza não se interessam pelo Crato e despejam faísca elétrica negativa em direção de nossa terra. Tudo isso é para beneficiar a outra cidade que possui o comportamento invejoso e vem nos levar todos os nossos patrimónios adquiridos há anos.
Consideramos isto uma infâmia indecorosa, pois notamos que esse pessoal não interessa tomar decisões elevadas e querem, de qualquer maneira, açambarcar com o suor alheio, visto que se toma um crime de lesa pátria contra o património de outro município em querer possuir e usar comportamento injusto com a nossa cidade. Agora queremos afirmar que todos devem lutar com coragem, a fím de enfrentar com altivez e suor do seu rosto, enfrentando calor das montanhas tenebrosas que desabam em direção ao povo que vive do suor alheio, seguindo os caminhos tépidos sem prejudicar os outros municípios.
Por isso, admiramos o Crato: é lutador, vive sem esnobismo, é manso e inofensivo, pratica sempre o bem, e permanece na luta contra a desigualdade territorial e social.
O que nos revolta é a falta de luta e coragem dos políticos cratenses que vem com desculpas esfarrapadas, dizendo que não lutam por que essa ação é puramente particular e, consequentemente, não podem penetrar em outras áreas, a não ser pública.
Ficamos tristes pelo pensamento desses homens que vivem entregues aos moles cimentes e não lutam em favor do Crato, vivem com seu gabinete abarrotado com pessoas bajulatórias encarapitados com as autoridades, batendo palmas, dizendo amém, mas para que? Perguntamo-nos! Para vivermos totalmente no comodismo e esquecer que foram eleitos para defender o Crato das garras dos leões coroados que nos dão mordidas, abocanham o naco do melhor que tem o Crato. Não venham com desculpas dilaceradas dizendo que o Crato é fim de linha por isso nada vem para nós.
Não senhor, nós, cratense, temos direito de gritar e cobrar, portanto, vamos à luta e não vamos calar ante a fragilidade de nossos políticos.
Crato/CE 04 de março de 2011
Hoje, toda a população cratense sente-se amargurada diante da notícia sombria do fechamento do escritório do SEBRAE em Crato.
Todo nós, os cratenses, não aceitaremos esse tamanho desrespeito, visto que Crato tem carregado nas costas o peso pesado, devido a falta de apoio das autoridades desta cidade que não se interessam em lutar pelo desenvolvimento desta terra. Convém notar que as autoridades de Fortaleza não se interessam pelo Crato e despejam faísca elétrica negativa em direção de nossa terra. Tudo isso é para beneficiar a outra cidade que possui o comportamento invejoso e vem nos levar todos os nossos patrimónios adquiridos há anos.
Consideramos isto uma infâmia indecorosa, pois notamos que esse pessoal não interessa tomar decisões elevadas e querem, de qualquer maneira, açambarcar com o suor alheio, visto que se toma um crime de lesa pátria contra o património de outro município em querer possuir e usar comportamento injusto com a nossa cidade. Agora queremos afirmar que todos devem lutar com coragem, a fím de enfrentar com altivez e suor do seu rosto, enfrentando calor das montanhas tenebrosas que desabam em direção ao povo que vive do suor alheio, seguindo os caminhos tépidos sem prejudicar os outros municípios.
Por isso, admiramos o Crato: é lutador, vive sem esnobismo, é manso e inofensivo, pratica sempre o bem, e permanece na luta contra a desigualdade territorial e social.
O que nos revolta é a falta de luta e coragem dos políticos cratenses que vem com desculpas esfarrapadas, dizendo que não lutam por que essa ação é puramente particular e, consequentemente, não podem penetrar em outras áreas, a não ser pública.
Ficamos tristes pelo pensamento desses homens que vivem entregues aos moles cimentes e não lutam em favor do Crato, vivem com seu gabinete abarrotado com pessoas bajulatórias encarapitados com as autoridades, batendo palmas, dizendo amém, mas para que? Perguntamo-nos! Para vivermos totalmente no comodismo e esquecer que foram eleitos para defender o Crato das garras dos leões coroados que nos dão mordidas, abocanham o naco do melhor que tem o Crato. Não venham com desculpas dilaceradas dizendo que o Crato é fim de linha por isso nada vem para nós.
Não senhor, nós, cratense, temos direito de gritar e cobrar, portanto, vamos à luta e não vamos calar ante a fragilidade de nossos políticos.
Crato/CE 04 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
Carta a Jefferson Filho - Por Daniel Hubert Bloc Boris
A Jefferson Filho
Tu não és meu!
Mas como não és meu!
Se te amo tanto.
Haaa, você é meu!
E como é meu!
Com certeza, é meu.
Te vi nascer,
te acompanhei nos teus primeiros passos,
nos teus primeiros sorrisos,
da primeira botinha, à primeira calça jeans
até mesmo à primeira volta de bicicleta.
Você sempre menino travesso adiantado na idade,
com onze, doze anos já estava dando volta de bugre na praia
Me lembro como se fosse hoje,
você já rapaz, quando foi fazer o vestibular,
chamei-o , e te dei um beijo e um abraço apertado,
quando retirei o meu cordão com um crucifixo e coloquei em você e te disse,
“não se preocupe, essa batalha nós já vencemos,
nas dúvidas pega no crucifixo que Deus e eu estamos com você”,
se lembra disso meu filho?
Você não é o sol nem mesmo estrela,
mas tem seu brilho próprio,
tem esse sorriso cativante,
esse jeitão de menino homem ou de homem menino,
não importa, você é meu,
e não importa nada mesmo, sempre vai ser meu.
Chegou a formatura,
lá estou de novo, vendo a minha semente tornando-se uma árvore,
mais uma vez você se destaca,
sendo o orador da turma,
e fez um discurso elegante de gente grande.
Agora me pego de surpresa com o seu convite para seu casamento,
e vejo que os anos passaram rápido
Amo seus pais, como a mim mesmo
Mas amar você como um filho foi um presente de Deus
Não importa a distância ou o tempo
Você esta lapidado no meu coração
Por que, eu te amo, te amo te amo muito meu filho.
Felicidades
Teu eterno Tio Pai
Daniel Hubert Bloc Boris
Monsenhor Joviniano Barreto, o Mártir do Dever – por Armando Lopes Rafael
O ano de 1950 começou promissor para Juazeiro do Norte. A comunidade católica daquela cidade preparava-se para comemorar – no mês de março – os 15 anos do profícuo paroquiato de Monsenhor Joviniano Barreto. Este, por sua vez, após ajudar na instalação da Congregação Salesiana em Juazeiro do Norte, aguardava o dia 6 de janeiro, data marcada para o lançamento da pedra fundamental do Convento e Seminário dos Capuchinhos, recém chegados àquela cidade, após pacientes negociações feitas entre o Bispo de Crato, Dom Francisco – com decisiva participação do Monsenhor Joviniano Barreto – e a Província Franciscana.
A quase totalidade da população ordeira e humilde de Juazeiro do Norte professava a religião católica. Mas, como ocorre em toda cidade em fase de grande crescimento, Juazeiro do Norte abrigava alguns portadores de esquizofrenias. Um deles, Manoel Pedro da Silva, natural de Açu, Rio Grande do Norte, vinha, nos últimos meses, insistindo (junto a Monsenhor Joviniano) para que o vigário o casasse com uma senhora já casada. Em vão o sacerdote explicou ao esquizofrênico que a Igreja Católica proibia a realização desse matrimônio. Consta que, por algumas vezes – por vingança ante a recusa do sacerdote em realizar o ilegal casamento – Manoel Pedro procurou assassinar Monsenhor Joviniano. Uma delas foi planejada para a Missa de Natal. E não foi concretizada, pois, na hora, faltou coragem a Manoel Pedro para praticar o homicídio.
Mas, no início da fatídica noite de 6 de janeiro de 1950, após a solenidade de lançamento da pedra fundamental do convento dos capuchinhos, Manoel Pedro veio na direção de Monsenhor Joviniano e lhe desferiu profunda facada no coração, matando-o na hora. A pedra fundamental do convento dos capuchinhos foi, assim, regada pelo sangue desse servo bom e fiel, o “Mártir do Dever”.
Monsenhor Joviniano Barreto nasceu no município de Tauá, no Sertão dos Inhamuns, em 05 de maio de 1889. Oriundo de família de sólida formação católica era afilhado de crisma do segundo bispo do Ceará, Dom Joaquim José Vieira.
Estudou no Seminário da Prainha, em Fortaleza, onde recebeu ordenação sacerdotal em 22 de dezembro de 1911, aos 22 anos. Enquanto aguardava a idade canônica para receber a ordem do presbiterato lecionou naquele Seminário, entre 1908 e 1909 e no Colégio São José de Crato, entre 1910 e 1911.
Estudou no Seminário da Prainha, em Fortaleza, onde recebeu ordenação sacerdotal em 22 de dezembro de 1911, aos 22 anos. Enquanto aguardava a idade canônica para receber a ordem do presbiterato lecionou naquele Seminário, entre 1908 e 1909 e no Colégio São José de Crato, entre 1910 e 1911.
A criação da Diocese de Crato veio encontrar o então Padre Joviniano Barreto como vigário-cooperador de Lavras da Mangabeira. Posteriormente, ele foi Cura da Catedral de Crato, Secretário do Bispado, professor e reitor do Seminário Diocesano São José, vice-presidente do Banco do Cariri (pertencente á diocese) e diretor do Ginásio, hoje Colégio Diocesano.
Segundo o escritor Mário Bem Filho: “Na administração episcopal de Dom Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva, primeiro bispo de Crato, Monsenhor Joviniano Barreto era o padre de maior projeção da diocese. Homem apostólico, dedicado, trabalhador, inteligente e culto. Tinha um caráter forte e uma personalidade marcante. Contava com a amizade e estima de todo o clero diocesano. Impôs-se pela bondade. No governo do segundo bispo, Dom Francisco de Assis Pires, Monsenhor Joviniano era depositário de toda a confiança do pastor diocesano que o tinha como conselheiro. Dom Francisco mandava-o chamar frequentemente, ao Palácio Episcopal, para ouvi-lo”.
Com a morte de Monsenhor Esmeraldo, vigário de Juazeiro do Norte, ocorrida em outubro de 1934, aquela paróquia ficou novamente vaga e o Bispo de Crato encontrava dificuldades junto aos seus padres para que um deles assumisse aquela jurisdição paroquial. Um grupo de senhoras de Juazeiro do Norte veio, certa vez, ao Seminário São José, em Crato, pedir a Monsenhor Joviniano para aceitar a missão de pastor dos juazeirenses. Ele respondeu negativamente ao pedido. Dias depois, sem que ninguém soubesse o motivo da mudança, Monsenhor Joviniano procurou Dom Francisco e disse que aceitava a nomeação para Vigário de Juazeiro do Norte, uma função que representava, àquela época, um grande desafio. Assumiu a Paróquia de Nossa Senhora das Dores em 26 de março de 1935. Durante 15 anos reorganizou a vida paroquial. Dinamizou as associações religiosas. Reformou totalmente a igreja-matriz – hoje Basílica Menor – deixando-a com o aspecto como está hoje. Ajudou na evolução social da Terra do Padre Cícero, participando de todas as iniciativas que representavam progresso para Juazeiro do Norte.
Foi professor da Escola Normal Rural e concluiu sua profícua missão pastoral em 6 de janeiro de 1950, passando à história como “O Mártir do Dever”.
Texto e postagem: Armando Lopes Rafael
quinta-feira, 3 de março de 2011
ARTE EM ALTA DEFINIÇÃO - Por Edilma Rocha
O Google lança site que simula visita aos museus mais famosos do mundo.
Graças ao Google, desde o dia 1º de fevereiro é possível visitar alguns dos mais famosos museus do mundo pela tela do computador. O site chama-se "Art Project" e usa a mesma tecnologia que o Google empregou para criar o "Street View", com o qual é posível passear pelas ruas das cidades. Na prática, o Google visitou 17 museus em nove países, entre eles o Museu do Prado, na imagem ao lado, em Madrid, e colocou sua câmara de 360 graus nas salas. Além do passeio, é possível escolher algumas obras de arte e olha-las em detalhes, como nem ao vivo seria possível. Esta é uma oportunidade nova de colocar a arte mundial ao alcance das mãos dos artistas e imterresados, sem precisar viajar e gastar alguns dólares e euros. Se tiverem paciencia, perceberão detalhes jamais vistos a olho nú. O site bombou na Web desde o seu lançamento no dia 1º de fevereiro. A arte mundial no nosso monitor na hora e local que nos seja conveniente. Maravilha da modernidade através da Internet.
Edilma Rocha
FALANDO DE FLORES - Por Edilma Rocha
ARNICA - Arnica Montana - Sensibilidade à flor da pele vem do fundo do coração. A Arnica cresce nas montanhas, espalhando um suave aroma pelos campos. Esta pequena planta, cuja essência é muito utilizada para aliviar dores causadas por batidas e quedas, trás também uma mensagem para a sua alma ferida e o seu coração machucado : Não se entregue ao desânimo e à apatia.
Planta aromática, chega a atingir 70 cm de altura. Originada do Norte da Europa e conhecida desde tempos remotos, a Arnica é usada na cicatrização de ferimentos graças às suas propriedades regeneradoras dos tecidos. A planta é potencialmente tóxica e não deve ser ingerida. Seu uso como medicamento externo vem de tempos antigos. É usada, na forma de tintura ou pomada, nos casos de quedas, batidas, contusões, artrites, dores reumáticas, hematomas, torções e pequenos traumatismos.
Cultivada em solo arenoso e rico em húmus com exposição ao sol. É uma planta de germinação lenta, deve ser semeada na primavera, Suas folhas são ovais e formam rosetas. As flores são grandes, amarelas, perfumadas e desabrocham durante todo o verão. Por ser uma planta originária dos solos ácidos das montanhas europeias, seu cultivo é mais difícil no Brasil. É encontrada em forma de loções capilares na composição de xampus e condicionadores contra a queda de cabelos. O escalda-pés com Arnica é relaxante e é particularmente indicado após um dia cansativo e longas caminhadas.
Edilma Rocha
Fonte : Jardim Interior - Denise Cordeiro
APELO - ASSOCOCIAÇÃO DOS FILHOS E AMIGOS DO CRATO
A AFAC-ASSOCIAÇÃO DOS FILHOS E AMIGOS DO CRATO, solidaria à situação de varias famílias cratenses que perderam seus pertences na ultima enchente, vem apelar para a solidariedade dos cratenses residentes em Fortaleza, e solicita a doação de lençóis, toalhas e roupas usadas, alimentos não perecíveis e/ou cestas básicas.
As doações poderão ser entregues nos endereços abaixo:
AUDITECE Associação dos Auditores Fiscais do Tesouro do Estado do Ceará
Rua Frei Mansueto Nº 106 (entre a Av. Abolição e Av. Beira Mar)
Bairro Meireles
Fortaleza – CEARÁ
CASA DO LEÃO – Lyons Clube de Fortaleza
Rua João Cordeiro 2181 (entre as ruas Padre Valdevino e Av. Antônio Sales)
Bairro Aldeota
Fortaleza – CEARÁ
As doações serão enviadas para o CORPO DE BOMBEIROS EM CRATO-CE para distribuição entre famílias cadastradas pela Defesa Civil do Município.
CONTATOS DA AFAC:
Wilton Soares: (85) 9613-3936
Graça Barreto: (85) 9959-5242
Amarillo Santana: (85) 9621-6702
Luis Santos: (85) 9621-7016
Pedro Jorge: (85) 8785-6582
Cicera Policarpo: (85) 3246.3662
A AFAC AGRADECE A AJUDA DE TODOS
REPASSE ESSA INFORMAÇÃO PARA OS SEUS AMIGOS
As doações poderão ser entregues nos endereços abaixo:
AUDITECE Associação dos Auditores Fiscais do Tesouro do Estado do Ceará
Rua Frei Mansueto Nº 106 (entre a Av. Abolição e Av. Beira Mar)
Bairro Meireles
Fortaleza – CEARÁ
CASA DO LEÃO – Lyons Clube de Fortaleza
Rua João Cordeiro 2181 (entre as ruas Padre Valdevino e Av. Antônio Sales)
Bairro Aldeota
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As doações serão enviadas para o CORPO DE BOMBEIROS EM CRATO-CE para distribuição entre famílias cadastradas pela Defesa Civil do Município.
CONTATOS DA AFAC:
Wilton Soares: (85) 9613-3936
Graça Barreto: (85) 9959-5242
Amarillo Santana: (85) 9621-6702
Luis Santos: (85) 9621-7016
Pedro Jorge: (85) 8785-6582
Cicera Policarpo: (85) 3246.3662
A AFAC AGRADECE A AJUDA DE TODOS
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Não somos saudosistas
Pedro Esmeraldo
Na semana anterior, escrevíamos sobre os acontecimentos do Crato, em épocas passadas. Por essa razão alguém nos criticou como sendo pessoas saudosistas e não comungávamos com a realidade das ocorrências modernas.
Observamos que há um engano, visto que apenas relatamos os costumes de épocas passadas e por isso relembramos a essas pessoas “modernistas” que o progresso segue uma sequência de tempo provenientes do passado, já que foi através do trabalho árduo que conseguimos chegar aonde chegamos, ou seja: um modernismo avançado com aplicações de forças mentais admiráveis que atingiu o ápice da glória e chegamos a usufruir essa maravilha nos tempos modernos.
Pensamos bem, antes vamos observar o avanço tecnológico da ciência com a vinda de grandes descobrimentos científicos, principalmente na área médica. Daí vimos também outras descobertas, como: a descoberta da lei da gravitação universal (por Isaac Newton) que é a “força pela qual o corpos se atraem reciprocamente na razão inversa dos quadrados das distâncias”. Também aplaudimos outras descobertas, como: a cura da tuberculose; assim como a erradicação da varíola; o aparecimento dos satélites artificiais que culminou com a ida do homem a lua e mais que contribuiu com o avanço tecnológico que impulsionou o homem para o adiantamento científico e social.
Agora indagamos: como estaria hoje “se não fosse as grandes descobertas do passado”, enfrentando esse “mundão” que, por falta de tecnologia e sem adaptabilidade do trabalho pragmático do mundo moderno? Vem, isto é coisa de todo mundo pensar, se devemos relembrar o passado, ou interrogar se devemos atingir uma tecnologia favorável do futuro sem estudar os mestres do passado.
Infelizmente, nos julgamos as festas mas podemos admirar as pessoas destemidas e que possuem o dom natural de praticar qualquer arte maravilhosa pelo capricho de seu trabalho apurado.
Quando ao Crato moderno, não temos condição de falar porque não somos técnicos paisagistas, mas recordamos as fraquezas dos cratenses que permitiram o surrupiar nas caladas da noite, sob as vistas dos nossos políticos que não esboçaram reação alguma, deixaram levar tudo de bom da cidade, permanecendo de braços cruzados com o intuito de deixar o Crato cair no esquecimento.
Não possuímos tesouros, mas somos contemplados pela beleza do pé-de-serra, que nos deixam vislumbrados ao observarmos o declive das montanhas que correm em direção ao Crato e nós, os cratenses, não sabemos explorar a natureza com investimentos, em construções, estradas pavimentadas, escolas de alto valor que impulsionem para adequar-se a nova aprendizagem escolar.
Ultimamente, temos vontade de gritar, com vozes bem altas, reclamando das autoridades da capital, solicitando que não desprezem o Crato, não mexam com o Crato, deixem o Crato em paz.
Agora, estamos na hora de descruzar os braços e exigirmos mais empenho comparecendo ao Crato para verem de perto o quanto estamos sofrendo por falta de apóio dessas autoridades e por fim perguntamos ao incautos cratenses: o que é dos pára-quedistas que não pisam aqui.
Crato, 03 de março de 2011
Na semana anterior, escrevíamos sobre os acontecimentos do Crato, em épocas passadas. Por essa razão alguém nos criticou como sendo pessoas saudosistas e não comungávamos com a realidade das ocorrências modernas.
Observamos que há um engano, visto que apenas relatamos os costumes de épocas passadas e por isso relembramos a essas pessoas “modernistas” que o progresso segue uma sequência de tempo provenientes do passado, já que foi através do trabalho árduo que conseguimos chegar aonde chegamos, ou seja: um modernismo avançado com aplicações de forças mentais admiráveis que atingiu o ápice da glória e chegamos a usufruir essa maravilha nos tempos modernos.
Pensamos bem, antes vamos observar o avanço tecnológico da ciência com a vinda de grandes descobrimentos científicos, principalmente na área médica. Daí vimos também outras descobertas, como: a descoberta da lei da gravitação universal (por Isaac Newton) que é a “força pela qual o corpos se atraem reciprocamente na razão inversa dos quadrados das distâncias”. Também aplaudimos outras descobertas, como: a cura da tuberculose; assim como a erradicação da varíola; o aparecimento dos satélites artificiais que culminou com a ida do homem a lua e mais que contribuiu com o avanço tecnológico que impulsionou o homem para o adiantamento científico e social.
Agora indagamos: como estaria hoje “se não fosse as grandes descobertas do passado”, enfrentando esse “mundão” que, por falta de tecnologia e sem adaptabilidade do trabalho pragmático do mundo moderno? Vem, isto é coisa de todo mundo pensar, se devemos relembrar o passado, ou interrogar se devemos atingir uma tecnologia favorável do futuro sem estudar os mestres do passado.
Infelizmente, nos julgamos as festas mas podemos admirar as pessoas destemidas e que possuem o dom natural de praticar qualquer arte maravilhosa pelo capricho de seu trabalho apurado.
Quando ao Crato moderno, não temos condição de falar porque não somos técnicos paisagistas, mas recordamos as fraquezas dos cratenses que permitiram o surrupiar nas caladas da noite, sob as vistas dos nossos políticos que não esboçaram reação alguma, deixaram levar tudo de bom da cidade, permanecendo de braços cruzados com o intuito de deixar o Crato cair no esquecimento.
Não possuímos tesouros, mas somos contemplados pela beleza do pé-de-serra, que nos deixam vislumbrados ao observarmos o declive das montanhas que correm em direção ao Crato e nós, os cratenses, não sabemos explorar a natureza com investimentos, em construções, estradas pavimentadas, escolas de alto valor que impulsionem para adequar-se a nova aprendizagem escolar.
Ultimamente, temos vontade de gritar, com vozes bem altas, reclamando das autoridades da capital, solicitando que não desprezem o Crato, não mexam com o Crato, deixem o Crato em paz.
Agora, estamos na hora de descruzar os braços e exigirmos mais empenho comparecendo ao Crato para verem de perto o quanto estamos sofrendo por falta de apóio dessas autoridades e por fim perguntamos ao incautos cratenses: o que é dos pára-quedistas que não pisam aqui.
Crato, 03 de março de 2011
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